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5002897-98.2026.8.01.0001

Procedimento Comum CívelCartão de CréditoContratos de ConsumoDIREITO DO CONSUMIDOR
TJAC1° GrauEm andamento
Data de Distribuicao
08/02/2026
Valor da Causa
R$ 16.023,82
Orgao julgador
Juízo da 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco
Partes do Processo
CARLOS DE OLIVEIRA GAMA
CPF 733.***.***-25
Autor
BANCO PAN S.A.
CNPJ 59.***.***.0001-13
Reu
Advogados / Representantes
FABRICIO MATOS DA COSTA
OAB/RO 3270Representa: ATIVO
HELINE FERNANDES DE ARAÚJO
OAB/RO 15638Representa: ATIVO
ANTONIO DE MORAES DOURADO NETO
OAB/AC 4852Representa: PASSIVO
Movimentacoes

Juntada de Petição - Refer. ao Evento: 15

07/04/2026, 18:42

Juntada de Petição

30/03/2026, 10:30

Publicação de Ato Ordinatório - no dia 13/03/2026 - Refer. ao Evento: 15

13/03/2026, 02:31

Disponibilizado no Diário Eletrônico - Ato Ordinatório - no dia 12/03/2026 - Refer. ao Evento: 15

12/03/2026, 02:15

Publicacao/Comunicacao Intimação - Ato ordinatório ATO ORDINATÓRIO <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> <div>PODER JUDICI&Aacute;RIO DO ESTADO DO ACRE</div> <div><p>5&ordf; Vara C&iacute;vel da Comarca de Rio Branco</p></div> <div></div> </header> <section><b>Autos 5002897-98.2026.8.01.0001</b></section> <section> <p align="center">ATO ORDINAT&Oacute;RIO</p> </section> <section> <p>D&aacute; a parte autora por intimada para, no prazo de 15 (quinze) dias, manifestar-se acerca da contesta&ccedil;&atilde;o apresentada, nos termos do art. 350 e/ou 351, do CPC/2015.</p></section> <section> </section> <section> <div></div> </section> <footer> </footer></article></body></html>

12/03/2026, 00:00

Expedida/certificada a intimação eletrônica

11/03/2026, 11:58

Ato ordinatório praticado

11/03/2026, 11:58

Decorrido prazo - Refer. ao Evento: 5

10/03/2026, 01:01

Juntada de Petição

05/03/2026, 17:36

Juntada de Petição - Refer. ao Evento: 6

03/03/2026, 14:38

Juntada de Petição - BANCO PAN S.A. (AC004852 - ANTONIO DE MORAES DOURADO NETO)

24/02/2026, 17:25

Confirmada a intimação eletrônica - Refer. ao Evento: 6 - Ciência Tácita

19/02/2026, 23:59

Publicado no DJEN - no dia 11/02/2026 - Refer. ao Evento: 5

11/02/2026, 02:30

Disponibilizado no DJEN - no dia 10/02/2026 - Refer. ao Evento: 5

10/02/2026, 02:15

Publicacao/Comunicacao Intimação - DESPACHO DESPACHO Autor: Carlos de Oliveira GamaAdvogado(a):Heline Fernandes de Ara&uacute;jo (OAB: Ro015638)R&eacute;u:Banco Pan S.a.</b></section> <section> <p align="center"> </p> <p align="center"><strong>DECIS&Atilde;O</strong></p></section> <section> <p><span>Trata-se de &ldquo;a&ccedil;&atilde;o revisional de contrato banc&aacute;rio com pedido de tutela antecipada e consigna&ccedil;&atilde;o em pagamento&rdquo; proposta por <span>CARLOS DE OLIVEIRA GAMA</span> em face de BANCO PAN S.A..</span></p> <p><span>Narra que realizou contrato com a empresa requerida, mas que n&atilde;o foi nos termos em que contratado, que foi ludibriadO. Por essas raz&otilde;es, postula liminarmente, a suspens&atilde;o dos descontos mensais relativos ao contrato de cart&atilde;o de cr&eacute;dito com reserva de margem consign&aacute;vel (RCC). </span></p> <p><span>Pleiteia, ainda, a assist&ecirc;ncia judici&aacute;ria gratuita, a invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova e a exibi&ccedil;&atilde;o de documentos.</span></p> <p><span>&Eacute; o que importa relatar para fins de aprecia&ccedil;&atilde;o da tutela de urg&ecirc;ncia. </span></p> <p><span><strong>DECIDO.</strong></span></p> <p><span>Preliminarmente, considerando o cen&aacute;rio processual at&eacute; aqui apresentando, /DECISÃO - <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section> <p>PODER JUDICI&Aacute;RIO DO ESTADO DO ACRE</p> </section> <section> <p>5&ordf; Vara C&iacute;vel da Comarca de Rio Branco</p> </section> <section><b>Autos: 5002897-98.2026.8.01.0001 Classe: Procedimento Comum C&iacute;vel DEFIRO os benef&iacute;cios da gratuidade judici&aacute;ria ao autor, o que fa&ccedil;o com base no art. 5&ordm;, inciso LXXIV, da CF e arts. 98 e 99, &sect; 3&ordm;, do CPC. </span></p> <p><span>Quanto &agrave; tutela<strong> </strong>de urg&ecirc;ncia pretendida, &agrave; luz da atual sistem&aacute;tica processual, sabe-se que a tutela provis&oacute;ria de urg&ecirc;ncia se divide em cautelar ou satisfativa (par&aacute;grafo &uacute;nico, 294, CPC), podendo ser concedida em car&aacute;ter incidental ou antecedente, a depender do momento em que for requerida. </span></p> <p><span>Para a concess&atilde;o de qualquer uma das esp&eacute;cies de tutela provis&oacute;ria de urg&ecirc;ncia, nos termos do art. 300 do CPC, faz-se necess&aacute;ria a coexist&ecirc;ncia dos seguintes requisitos: i) a probabilidade do direito; ii) o perigo de dano, ou ainda; iii) o risco ao resultado &uacute;til do processo. </span></p> <p><span>Pelo que se dessume da narrativa dos fatos, percebe-se que a parte autora pretende a concess&atilde;o da tutela provis&oacute;ria antecipada (satisfativa), em car&aacute;ter incidental. Todavia, n&atilde;o vislumbro, numa an&aacute;lise perfunct&oacute;ria, que a parte autora preenche, neste momento processual, os requisitos legais autorizadores para a concess&atilde;o do pedido. </span></p> <p><span> Com efeito, numa an&aacute;lise preliminar do feito, v&ecirc;-se que n&atilde;o h&aacute; plausibilidade jur&iacute;dica no pedido formulado pela requerente. Isso porque, a parte autora n&atilde;o trouxe argumento capaz de amparar a verossimilhan&ccedil;a das alega&ccedil;&otilde;es posta na inicial, ao permitir a realiza&ccedil;&atilde;o dos descontos do valor m&iacute;nimo do empr&eacute;stimo na folha de pagamento quando pairam d&uacute;vidas sobre as condi&ccedil;&otilde;es da contrata&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se mostra razo&aacute;vel.</span></p> <p><span>As alega&ccedil;&otilde;es feitas na inicial n&atilde;o s&atilde;o capazes de demonstrar a exist&ecirc;ncia de risco de dano grave ou de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o a ser absorvido, desde j&aacute;, pela parte autora. </span></p> <p><span>&Eacute; importante ressaltar a inexist&ecirc;ncia de irreversibilidade da medida, uma vez que a parte ter&aacute; meios de obter a satisfa&ccedil;&atilde;o de seus direito caso seja vencedora da demanda. </span></p> <p><span>O pedido de tutela tamb&eacute;m carece do risco de dano irrepar&aacute;vel ao requerente. Ademais, caso se conclua, no julgamento do m&eacute;rito, que, de fato, houve ilegalidade na contrata&ccedil;&atilde;o, a autora poder&aacute; requerer a restitui&ccedil;&atilde;o dos valores pagos a mais, sem preju&iacute;zo de postular eventuais danos decorrentes de suposta cobran&ccedil;a ilegal, desde que devidamente comprovados.</span></p> <p><span>&Agrave; respaldar tal entendimento, trago ao lume jurisprud&ecirc;ncia desta corte acreana, vejamos: </span></p> <p><span>DIREITO DO CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO. CART&Atilde;O DE CR&Eacute;DITO CONSIGNADO EM FOLHA DE PAGAMENTO. DESCONTO M&Iacute;NIMO DA FATURA MENSAL. COMPROVA&Ccedil;&Atilde;O DA ANU&Ecirc;NCIA DO CONSUMIDOR. EXIST&Ecirc;NCIA DE PROVA DA REGULARIDADE DA CONTRATA&Ccedil;&Atilde;O. AUS&Ecirc;NCIA DE PLAUSIBILIDADE DO DIREITO VINDICADO NA ORIGEM. REQUISITO OBRIGAT&Oacute;RIO DA TUTELA<strong> </strong>DE URG&Ecirc;NCIA. 1. Sendo juntado aos autos de origem c&oacute;pia do contrato com ades&atilde;o do Agravado ao cr&eacute;dito pessoal por meio de cart&atilde;o de cr&eacute;dito consignado, fica prejudicada a alega&ccedil;&atilde;o de abusividade na cobran&ccedil;a, porque todas as informa&ccedil;&otilde;es sobre a modalidade de cr&eacute;dito ofertada est&atilde;o expressamente consignadas no contrato, observando-se os princ&iacute;pios da transpar&ecirc;ncia e informa&ccedil;&atilde;o, previstos nos arts. 6&ordm;, inciso III, 46 e 52, todos do CDC. Nesse contexto f&aacute;tico-probat&oacute;rio, est&aacute; prejudicada a plausibilidade do direito vindicado pelo Agravado na a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria, devendo ser imediatamente cassada a tutela provis&oacute;ria de urg&ecirc;ncia concedida pelo Ju&iacute;zo de primeiro grau, pelo desaparecimento de requisito previsto no art. 300, caput, do CPC/2015. 2. Agravo de Instrumento provido. (TJ-AC - AI: 10002427420198010000 AC 1000242-74.2019.8.01.0000, Relator: Lu&iacute;s Camolez, Data de Julgamento: 28/11/2019, Primeira C&acirc;mara C&iacute;vel, Data de Publica&ccedil;&atilde;o: 02/12/2019).</span></p> <p><span>DIREITO CIVIL. CONSUMIDOR. AGRAVO DE INSTRUMENTO. PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO E ANTECIPA&Ccedil;&Atilde;O DE TUTELA. CONTRATO DE CART&Atilde;O DE CR&Eacute;DITO. PAGAMENTO REALIZADO MEDIANTE CONSIGNA&Ccedil;&Atilde;O DE VALORES NO BENEF&Iacute;CIO PREVIDENCI&Aacute;RIO. DESCONTOS RECORRENTES. SUSPENS&Atilde;O DA COBRAN&Ccedil;A DE PARCELAS VINCENDAS. TUTELA DE URG&Ecirc;NCIA CONCEDIDA PELO JU&Iacute;ZO SINGULAR. EFEITO SUSPENSIVO DEFERIDO. RASO DE COGNI&Ccedil;&Atilde;O EM 2&ordm; GRAU. M&Eacute;RITO. AUS&Ecirc;NCIA DE ELEMENTOS QUE CONFIRMEM LES&Atilde;O GRAVE OU DANO DE DIF&Iacute;CIL REPARA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; PARTE AUTORA/AGRAVADA. NECESSIDADE DE DILA&Ccedil;&Atilde;O PROBAT&Oacute;RIA. REFORMA DA DECIS&Atilde;O AGRAVADA. 1. Inexistindo elementos que demonstrem a possibilidade de dano irrepar&aacute;vel e de dif&iacute;cil repara&ccedil;&atilde;o a Autora/Agravada, bem ainda verificado que a controv&eacute;rsia objeto dos autos exige dila&ccedil;&atilde;o probat&oacute;ria para a verossimilhan&ccedil;a do direito afirmado na inicial. 2. A manuten&ccedil;&atilde;o de pagamento de valores alusivos ao contrato firmado entre as partes n&atilde;o enseja riscos de danos e preju&iacute;zos graves, eis que os descontos no benef&iacute;cio previdenci&aacute;rio da Autora/Agravada est&atilde;o sendo realizados de forma recorrente desde o ano de 2016. 3. Recurso Provido. (TJ-AC - AI: 10006157120208010000 AC 1000615-71.2020.8.01.0000, Relator: Waldirene Cordeiro, Data de Julgamento: 08/06/2020, Segunda C&acirc;mara C&iacute;vel, Data de Publica&ccedil;&atilde;o: 08/06/2020).</span></p> <p><span>Assim, ausentes ambos os requisitos para a concess&atilde;o da tutela de urg&ecirc;ncia, INDEFIRO, por ora, com fulcro no artigo 300, caput do CPC, o pedido de (i) de suspens&atilde;o dos descontos mensais relativos ao contrato de reserva de margem consign&aacute;vel (RCC).</span></p> <p><span>Embora seja dever do juiz tentar compor as partes, deixo de determinar a designa&ccedil;&atilde;o de audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o, pois nos casos em que envolvem institui&ccedil;&otilde;es financeiras, a experi&ecirc;ncia tem nos mostrado que as chances de concilia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o m&iacute;nimas, ou quase nenhuma. N&atilde;o obstante possa designar posteriormente, se necess&aacute;rio.</span></p> <p><span>Considerando que a rela&ccedil;&atilde;o existente entre as partes &eacute; de consumo, bem como em virtude da hipossufici&ecirc;ncia da parte autora diante da produ&ccedil;&atilde;o de provas,<u> <strong>inverto o &ocirc;nus probat&oacute;rio</strong></u>, com fulcro no art. 6&ordm;, VIII, do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, <strong><u>devendo a parte demandada exibir todos os documentos pertinentes ao contrato discutido nos autos e demais documentos que entender pertinentes &agrave; solu&ccedil;&atilde;o da lide</u></strong>, devendo a Secretaria fazer constar no mandado, al&eacute;m das advert&ecirc;ncias de praxe (CPC, art. 344), o previsto no art. 400 tamb&eacute;m do C&oacute;digo de Processo Civil. </span></p> <p><span>Cite-se o r&eacute;u para contestar a a&ccedil;&atilde;o no prazo de 15 (quinze) dias, fazendo constar no mandado a ressalva de que o prazo para defesa ter&aacute; in&iacute;cio na forma prevista no art. 231 do NCPC. Tamb&eacute;m dever&aacute; constar a ressalva de que, se o r&eacute;u n&atilde;o contestar a a&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; considerado revel, presumindo-se verdadeiras as alega&ccedil;&otilde;es de fato formuladas pelo autor (art. 344, CPC). No prazo de defesa, o r&eacute;u j&aacute; dever&aacute; especificar as provas que pretende produzir, sob pena de preclus&atilde;o.</span></p> <p><span>Findo o prazo da defesa, intime-se o autor para manifesta&ccedil;&atilde;o em quinze dias. Caso o r&eacute;u n&atilde;o apresente contesta&ccedil;&atilde;o, em sendo a hip&oacute;tese prevista no art. 348 do CPC, dever&aacute; o autor especificar as provas que pretende produzir.</span></p> <p><span>Caso na contesta&ccedil;&atilde;o o r&eacute;u alegue fatos modificativos, extintivos ou impeditivos do direito do autor, ou ainda qualquer das mat&eacute;rias enumeradas no art. 337 do CPC, ou caso tamb&eacute;m apresente documentos, o autor dever&aacute; se manifestar no prazo assinalado, sendo-lhe permitida a produ&ccedil;&atilde;o de provas (arts. 350, 351 e 437, &sect; 1&ordm;, CPC).</span></p> <p><span>Em r&eacute;plica, o autor j&aacute; dever&aacute; especificar as provas que pretende produzir, sob pena de preclus&atilde;o.</span></p> <p><span>Na hip&oacute;tese do autor instruir a r&eacute;plica com novos documentos, dever&aacute; o r&eacute;u ser intimado para se manifestar sobre os mesmos, no prazo de quinze dias (art. 437, &sect; 1&ordm;, CPC).</span></p> <p><span>Cumpridos os itens anteriores, observe o Cart&oacute;rio a contesta&ccedil;&atilde;o e a r&eacute;plica. Caso alguma das partes tenha postulado dila&ccedil;&atilde;o probat&oacute;ria, venham os autos conclusos para decis&atilde;o saneadora (fila decis&atilde;o). Caso ambas requeiram o julgamento antecipado do m&eacute;rito, a conclus&atilde;o dever&aacute; ser para senten&ccedil;a (fila senten&ccedil;a).</span></p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html>

10/02/2026, 00:00
Documentos
ATO ORDINATÓRIO
11/03/2026, 11:58
DESPACHO/DECISÃO
09/02/2026, 09:14