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0001032-65.2018.8.27.2723

Procedimento Comum CívelEmpréstimo consignadoBancáriosContratos de ConsumoDIREITO DO CONSUMIDOR
TJTO1° GrauEm andamento
Data de Distribuicao
25/05/2018
Valor da Causa
R$ 121.048,06
Orgao julgador
Juízo da 1ª Escrivania Cível de Itacajá
Partes do Processo
Nenhuma parte cadastrada
Advogados / Representantes
Nenhum advogado cadastrado
Movimentacoes

Publicacao/Comunicacao Intimação - Ato ordinatório ATO ORDINATÓRIO <!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"><html lang="pt-br"><head><meta http-equiv="Pragma" content="no-cache" /><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"/></head><style>body{ padding: 10px; font-family: Times New Roman; font-size:13pt }; #divHeader{ line-height:25px; margin-bottom:30px }; #divBody{ max-width:90%; text-align:justify }</style><body><div id="divHeader"><b>PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0001032-65.2018.8.27.2723/TO<table border="0"><tr><td>RELATOR</td><td>: LUCIANA COSTA AGLANTZAKIS</td></tr><tr><td>RÉU</td><td>: BANCO PAN S.A.</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: RENATO CHAGAS CORREA DA SILVA (OAB TO04867A)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: LUMA MAYARA DE AZEVEDO GEVIGIER EMMERICH (OAB TO05143B)</td></tr></table></b></div><div id="divBody"><center><p>ATO ORDINATÓRIO</p></center> <p>Intimação realizada no sistema eproc.</p><p>O ato refere-se ao seguinte evento:</p><p>Evento 146 - 05/05/2026 - Expedido Mandado intimação</p></div></body></html>

06/05/2026, 00:00

Publicacao/Comunicacao Intimação - Ato ordinatório ATO ORDINATÓRIO <!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"><html lang="pt-br"><head><meta http-equiv="Pragma" content="no-cache" /><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"/></head><style>body{ padding: 10px; font-family: Times New Roman; font-size:13pt }; #divHeader{ line-height:25px; margin-bottom:30px }; #divBody{ max-width:90%; text-align:justify }</style><body><div id="divHeader"><b>PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0001032-65.2018.8.27.2723/TO<table border="0"><tr><td>RELATOR</td><td>: LUCIANA COSTA AGLANTZAKIS</td></tr><tr><td>RÉU</td><td>: BANCO PAN S.A.</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: RENATO CHAGAS CORREA DA SILVA (OAB TO04867A)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: LUMA MAYARA DE AZEVEDO GEVIGIER EMMERICH (OAB TO05143B)</td></tr></table></b></div><div id="divBody"><center><p>ATO ORDINATÓRIO</p></center> <p>Intimação realizada no sistema eproc.</p><p>O ato refere-se aos seguintes eventos:</p><p>Evento 132 - 04/04/2026 - Decurso de Prazo </p><p>Evento 126 - 10/03/2026 - Decurso de Prazo </p><p>Evento 121 - 10/02/2026 - Expedido Mandado intimação</p><p>Evento 120 - 10/02/2026 - Decisão Nomeação Perito</p></div></body></html>

07/04/2026, 00:00

Publicacao/Comunicacao Intimação - DECISÃO DECISÃO AGRAVANTE: ESTADO DO TOCANTINS</p> <p>AGRAVADO: ELIECI PEREIRA DA SILVA</p> <p>ADVOGADO: RICARDO PEREIRA SOARES GLORIA (OAB TO009166)</p> <p>AGRAVADO: BANCO CETELEN S.A</p> <p>ADVOGADO: DENNER DE BARROS E MASCARENHAS BARBOSA (OAB MS006835)</p> <p> </p> <p>DECIS&Atilde;O</p> <p> </p> <p>Trata-se de Agravo de Instrumento com pedido de atribui&ccedil;&atilde;o de efeito suspensivo interposto pelo <strong>Estado do Tocantins</strong>, em face da decis&atilde;o que lhe atribuiu o &ocirc;nus de custear per&iacute;cia grafot&eacute;cnica a ser realizada junto &agrave; demanda origin&aacute;ria, considerando que a parte autora &eacute; benefici&aacute;ria da gratuidade de justi&ccedil;a. </p> <p>Em suas raz&otilde;es diz que "Na origem, a a&ccedil;&atilde;o versa sobre inexist&ecirc;ncia de d&eacute;bito c/c com pedido indenizat&oacute;rio realizado pela parte autora em face de institui&ccedil;&atilde;o financeira. A rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica entre as partes det&eacute;m, portanto, t&iacute;pica natureza de consumo (S&uacute;mula 297 do STJ). Em se tratando de rela&ccedil;&atilde;o de consumo, o &ocirc;nus da prova, em tais casos, &eacute; da institui&ccedil;&atilde;o financeira, seja em raz&atilde;o da alegada falha na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o (art. 14 do CDC), seja por for&ccedil;a da hipossufici&ecirc;ncia t&eacute;cnica da parte autora (art. 6&ordm;, VIII, do CDC); por essa raz&atilde;o, o Ju&iacute;zo a quo deveria ter invertido o &ocirc;nus da prova, determinando ao r&eacute;u (institui&ccedil;&atilde;o financeira) a prova da celebra&ccedil;&atilde;o do contrato pela parte demandante".</p> <p>Afirma que "A institui&ccedil;&atilde;o financeira r&eacute; det&eacute;m o &ocirc;nus processual de comprovar a efetiva celebra&ccedil;&atilde;o do contrato, por certo &eacute; tamb&eacute;m dela o &ocirc;nus do pagamento dos honor&aacute;rios do perito nomeado em Ju&iacute;zo, cujo mister consiste, exatamente, na aferi&ccedil;&atilde;o da conformidade da assinatura do autor presente no contrato; em outras palavras, a prova pericial destina-se a comprovar a pr&oacute;pria celebra&ccedil;&atilde;o do contrato &ndash; &ocirc;nus pertencente &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira r&eacute; da demanda (arts. 14 e 6&ordm;, VIII, do CDC). O entendimento ora trazido a lume conforma-se com a recente conclus&atilde;o do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a".</p> <p>Requer a concess&atilde;o de liminar recursal para suspender os efeitos da decis&atilde;o recorrida at&eacute; julgamento final do presente agravo de instrumento.</p> <p>&Eacute; o relat&oacute;rio. Decido.</p> <p>Atendidos os pressupostos recursais objetivos e subjetivos, conhe&ccedil;o do presente recurso e admito a sua interposi&ccedil;&atilde;o no regime instrumental.</p> <p>Disp&otilde;e o artigo 1.019, I do C&oacute;digo de Processo Civil, que pode o Relator conferir efeito suspensivo ao agravo de instrumento ou deferir a antecipa&ccedil;&atilde;o da tutela, total ou parcialmente, conforme a pretens&atilde;o recursal, desde que o agravante apresente de forma cristalina os pressupostos autorizadores, ou seja, o <em>fumus boni iuris</em>, consistente na plausibilidade do direito alegado e o <em>periculum in mora</em>, que se traduz na urg&ecirc;ncia da presta&ccedil;&atilde;o jurisdicional em sede de liminar.</p> <p>Assim, parte autora Elieci Pereira da Silva ingressou com A&ccedil;&atilde;o Declarat&oacute;ria em desfavor do Banco Cetelen, alegando n&atilde;o ter contratado cart&atilde;o de cr&eacute;dito consignado. Diante disto, o ju&iacute;zo a quo determinou a realiza&ccedil;&atilde;o de per&iacute;cia grafot&eacute;cnica no contrato, cujo custeio dos honor&aacute;rios do experto restaria a cargo do Estado do Tocantins diante do deferimento da gratuidade de justi&ccedil;a &agrave; parte autora. </p> <p>Portanto, a controv&eacute;rsia centra-se em definir se o &ocirc;nus do pagamento dos honor&aacute;rios do perito que realizar&aacute; o laudo t&eacute;cnico ser&aacute; por conta do Estado do Tocantins, ora agravante, em raz&atilde;o da gratuidade judici&aacute;ria deferida &agrave; parte autora, bem como da invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova em seu favor.</p> <p>Em que pese a previs&atilde;o estabelecida no artigo 95, &sect;3&ordm;, I, do C&oacute;digo de Processo Civil, no sentido de que sendo o pagamento da per&iacute;cia a cargo do benefici&aacute;rio da justi&ccedil;a gratuita esta &ldquo;poder&aacute; ser custeada com recursos alocados no or&ccedil;amento do ente p&uacute;blico&rdquo;, o caso em esp&eacute;cie possui n&iacute;tido car&aacute;ter consumerista e, neste sentido, deve ser analisado tamb&eacute;m sob a &oacute;tica do disposto no artigo 6&ordm;, VII, do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, vejamos:</p> <p><em>"Art. 6&ordm; S&atilde;o direitos b&aacute;sicos do consumidor: VIII - <strong>a facilita&ccedil;&atilde;o da defesa de seus direitos</strong>, inclusive com a invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a crit&eacute;rio do juiz, for veross&iacute;mil a alega&ccedil;&atilde;o ou <strong>quando for ele hipossuficiente</strong>, segundo as regras ordin&aacute;rias de experi&ecirc;ncias;" (<strong>g.n.</strong>).</em></p> <p>Em refor&ccedil;o, &eacute; cedi&ccedil;o que a mat&eacute;ria objeto dos autos de origem est&aacute; adstrita ao Tema 1.061 do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, em sede de recurso repetitivo, que possui julgamento recente (Informativo 720) no sentido de que, <em>in verbis:</em></p> <p><em>&ldquo;Segundo a doutrina, "o &ocirc;nus da prova da falsidade documental compete &agrave; parte que a arguiu (art. 429, I, CPC), mas <strong>se a falsidade apontada disser respeito &agrave; assinatura lan&ccedil;ada no documento, o &ocirc;nus da prova caber&aacute; a quem o produziu</strong> (art. 429, II, CPC)"<strong>(g.n.)</strong>.</em></p> <p><em>Assim, a parte que produz o documento &eacute; aquela por conta de quem se elaborou, porquanto respons&aacute;vel pela forma&ccedil;&atilde;o do contrato, sendo quem possui a capacidade de justificar ou comprovar a presen&ccedil;a da pessoa que o assinou.</em></p> <p><em>Dessa maneira, v&ecirc;-se que a pr&oacute;pria lei criou uma exce&ccedil;&atilde;o &agrave; regra geral de distribui&ccedil;&atilde;o do &ocirc;nus probat&oacute;rio, disposta no artigo 373 do C&oacute;digo de Processo Civil, imputando o &ocirc;nus a quem produziu o documento se houver impugna&ccedil;&atilde;o de sua autenticidade.</em></p> <p><em>Assim, aqui n&atilde;o se cuida de invers&atilde;o do &ocirc;nus probat&oacute;rio com a imposi&ccedil;&atilde;o de a casa banc&aacute;ria arcar com os custos da per&iacute;cia, <strong>mas sim quanto &agrave; imposi&ccedil;&atilde;o legal de a parte que produziu o documento suportar o &ocirc;nus de demonstrar a veracidade da assinatura constante no contrato e oportunamente impugnada pelo mutu&aacute;rio, o que abrange a produ&ccedil;&atilde;o da per&iacute;cia grafot&eacute;cnica</strong>.</em></p> <p><em>Oportuno ressaltar, ainda, que n&atilde;o se est&aacute; a afirmar que o fornecedor, nas rela&ccedil;&otilde;es consumeristas, dever&aacute; arcar com a produ&ccedil;&atilde;o da prova pericial em toda e qualquer hip&oacute;tese, mas apenas que ser&aacute; &ocirc;nus seu, em regra, demonstrar a veracidade da assinatura aposta no contrato.</em></p> <p><em>(...)</em></p> <p><em>Ademais, o Poder Judici&aacute;rio n&atilde;o pode fechar os olhos para as circunst&acirc;ncias f&aacute;ticas que gravitam ao redor da quest&atilde;o jur&iacute;dica, porquanto <strong>tais demandas envolvem, via de regra, pessoas hipervulner&aacute;veis, que n&atilde;o possuem condi&ccedil;&otilde;es de arcar com os custos de uma prova pericial complexa, devendo ser imputado tal &ocirc;nus &agrave;quela parte da rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica que det&eacute;m maiores condi&ccedil;&otilde;es para sua produ&ccedil;&atilde;o</strong>.</em></p> <p><em>Por fim, n&atilde;o se olvide que o art. 6&ordm; do CPC/2015 prev&ecirc; expressamente o dever de coopera&ccedil;&atilde;o entre os sujeitos do processo para que se obtenha uma solu&ccedil;&atilde;o com efetividade, devendo as partes trazer aos autos as alega&ccedil;&otilde;es e provas capazes de auxiliar, de forma efetiva, na forma&ccedil;&atilde;o do convencimento do Magistrado para o deferimento da produ&ccedil;&atilde;o das provas necess&aacute;rias.</em></p> <p><em>Logo, <strong>havendo impugna&ccedil;&atilde;o da autenticidade da assinatura constante de contrato banc&aacute;rio por parte do consumidor, caber&aacute; &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira o &ocirc;nus de provar sua autenticidade, mediante per&iacute;cia grafot&eacute;cnica ou outro meio de prova</strong>.&rdquo; (<strong>g.n.</strong>)</em></p> <p>Assim, infere-se da an&aacute;lise dos autos que o &ocirc;nus de comprovar a autenticidade de assinatura, bem como o seu custeio, cabe &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira.</p> <p>Em conson&acirc;ncia ao entendimento esposado, esta Corte de Justi&ccedil;a tamb&eacute;m j&aacute; possui precedente no mesmo sentido:</p> <p><em>PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. A&Ccedil;&Atilde;O INDENIZAT&Oacute;RIA. DECIS&Atilde;O DE PRIMEIRO GRAU QUE DETERMINOU O PAGAMENTO DOS HONOR&Aacute;RIOS DO PERITO POR CONTA DO ESTADO DO TOCANTINS ORA AGRAVANTE. INVIABILIDADE. INVERS&Atilde;O DO &Ocirc;NUS PROBAT&Oacute;RIO. PARTE AUTORA DA A&Ccedil;&Atilde;O COMPROVADAMENTE HIPOSSUFICIENTE. PRESEN&Ccedil;A DE DESIGUALDADE PROCESSUAL. INVERS&Atilde;O COMO MEDIDA DE FACILITA&Ccedil;&Atilde;O DE DEFESA E SALVAGUARDA DA AMPLA DEFESA. PRESEN&Ccedil;A DOS REQUISITOS AUTORIZADORES AO PROVIMENTO DO AGRAVO. EXIST&Ecirc;NCIA DE PLAUSIBILIDADE DO DIREITO VINDICADO PELO RECORRENTE. CONFIGURA&Ccedil;&Atilde;O. CONFIRMADO O DEFERIMENTO DA LIMINAR. DECIS&Atilde;O DE PRIMEIRO GRAU REFORMADA. RECURSO PROVIDO. 1. Em sede de agravo de instrumento n&atilde;o &eacute; cab&iacute;vel a an&aacute;lise do m&eacute;rito da quest&atilde;o propriamente dita, mas, apenas, da necessidade e da pertin&ecirc;ncia da medida deferida em primeira inst&acirc;ncia, em respeito ao princ&iacute;pio do duplo grau de jurisdi&ccedil;&atilde;o. <strong>2. In casu, deve ser determinado que o pagamento dos honor&aacute;rios do perito que realizar&aacute; o laudo t&eacute;cnico seja por conta do banco requerido ora agravado, em raz&atilde;o da gratuidade judici&aacute;ria deferida &agrave; parte autora da a&ccedil;&atilde;o origin&aacute;ria, bem como da invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova em seu favor. </strong>3. A reconhecida hipossufici&ecirc;ncia da parte autora, de fato, causa incontroversa desigualdade processual, justificando a invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova, para que o custeio da produ&ccedil;&atilde;o da per&iacute;cia seja suportado pelo banco r&eacute;u/agravado, revelando-se, portanto, aludida invers&atilde;o como medida de facilita&ccedil;&atilde;o da defesa dos direitos da parte autora e salvaguarda do princ&iacute;pio da ampla defes<strong>a. 4. Impende registrar que o custeio da prova pericial &eacute; &ocirc;nus processual, e, portanto, n&atilde;o obriga a parte r&eacute; ao pagamento das despesas do perito, mas imp&otilde;e-lhe as consequ&ecirc;ncias de sua eventual n&atilde;o produ&ccedil;&atilde;o.</strong> 5. Recurso conhecido e provido para, confirmando a decis&atilde;o liminar proferida no evento 2, reformar em definitivo a decis&atilde;o de primeiro grau, DETERMINANDO que o pagamento dos honor&aacute;rios do perito que realizar&aacute; o laudo t&eacute;cnico seja por conta do Banco Bradesco Financiamentos S/A, ora agravado. 6. Sem honor&aacute;rios advocat&iacute;cios recursais, porquanto inexiste condena&ccedil;&atilde;o em honor&aacute;rios anteriormente fixada em primeira inst&acirc;ncia, por tratar-se de decis&atilde;o interlocut&oacute;ria. (Agravo de Instrumento 0010722-85.2021.8.27.2700, Rel. ADOLFO AMARO MENDES, GAB. DO DES. ADOLFO AMARO MENDES, julgado em 10/11/2021, DJe 23/11/2021 11:25:01)</em></p> <p>Sob este contexto, &eacute; importante destacar que se trata de &ocirc;nus processual o custeio da prova pericial, o que n&atilde;o obriga a parte r&eacute; ao pagamento das despesas do perito, mas imp&otilde;e-lhe as consequ&ecirc;ncias de sua eventual n&atilde;o produ&ccedil;&atilde;o.</p> <p>Frente a fundamenta&ccedil;&atilde;o acima apresentada, evidente se mostra que o &ocirc;nus do custeio da prova n&atilde;o pode ser atribu&iacute;do ao Estado do Tocantins, considerando se tratar de rela&ccedil;&atilde;o de consumo, caracterizando, assim, a probabilidade do seu direito.</p> <p>Ante o exposto, <strong>DEFIRO </strong>o pedido de atribui&ccedil;&atilde;o de efeito suspensivo ao recurso e sobresto a decis&atilde;o na parte em que atribuiu o &ocirc;nus do custeio da prova pericial ao Estado do Tocantins.</p> <p>Comunique-se o ju&iacute;zo de primeira inst&acirc;ncia do teor desta decis&atilde;o.</p> <p>Intime-se a parte agravada para, querendo, apresentar contrarraz&otilde;es no prazo legal.</p> <p>Documento eletr&ocirc;nico assinado por <strong>MAYSA VENDRAMINI ROSAL, Relatora</strong>, na forma do artigo 1&ordm;, inciso III, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Instru&ccedil;&atilde;o Normativa n&ordm; 5, de 24 de outubro de 2011. A confer&ecirc;ncia da <strong>autenticidade do documento</strong> est&aacute; dispon&iacute;vel no endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico http://www.tjto.jus.br, mediante o preenchimento do c&oacute;digo verificador <strong>576174v2</strong> e do c&oacute;digo CRC <strong>2180171d</strong>. Informa&ccedil;&otilde;es adicionais da assinatura: Signat&aacute;rio (a): MAYSA VENDRAMINI ROSAL Data e Hora: 12/7/2022, &agrave;s 17:5:34"</p> <p> </p> <p>O Laudo Pericial dever&aacute; ser apresentado no prazo de at&eacute; 20 (vinte) dias ap&oacute;s o in&iacute;cio dos trabalhos. Se necess&aacute;rio requisite-se.</p> <p>Apresentado o laudo, <strong>INTIMEM-SE</strong> as partes para manifesta&ccedil;&atilde;o no prazo comum de 15 (quinze) dias. Os assistentes t&eacute;cnicos, se indicados, poder&atilde;o oferecer seus pareceres no mesmo prazo.</p> <p>Ficam as partes, desde logo, advertidas quanto &agrave;s provid&ecirc;ncias do &sect; 3&ordm; do art. 477, do CPC.</p> <p>Ao concluir, certifique-se o integral cumprimento das determina&ccedil;&otilde;es supra ou a impossibilidade de faz&ecirc;-lo, indicando os respectivos eventos.</p> <p>Intimem-se. Expe&ccedil;a-se o necess&aacute;rio. Cumpra-se.</p> <p>Itacaj&aacute;/TO, data certificada pelo sistema.</p> <p><strong>LUCIANA COSTA AGLANTZAKIS</strong></p> <p><strong><em>Ju&iacute;za de Direito em substitui&ccedil;&atilde;o.</em></strong></p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html> /DESPACHO - <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section><b>Procedimento Comum C&iacute;vel N&ordm; 0001032-65.2018.8.27.2723/TO</b></section> <section><b><table><tr><td>AUTOR</td><td>: RAIMUNDO MOREIRA LIMA</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: MAURICIO MONTEIRO SOARES (OAB TO010529)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: JOSIAS BANDEIRA MOTA (OAB TO006328)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">DESPACHO/DECIS&Atilde;O</p> </section> <section> <p><strong>DEFIRO</strong> o pedido da parte autora para que seja realizada per&iacute;cia grafot&eacute;cnica, <u>cujos custos ser&atilde;o suportados pelo demandado, a quem compete comprovar a autenticidade da assinatura aposta nos documentos que produziu</u> (CPC, art. 429, II)</p> <p><strong>INTIME-SE</strong> o requerido para, no prazo de at&eacute; 15 dias, <u>apresentar a via original do contrato</u> supostamente celebrado pela parte autora, na 1&ordf; Escrivania C&iacute;vel desta Comarca, <u>sob pena de preclus&atilde;o da prova que lhe compete</u>.</p> <p>Apresentado o contrato, <strong>NOMEIO </strong>a perita <strong><u>GISELE KENYA LENZ</u></strong>, a qual j&aacute; se encontra cadastrada no sistema e-proc, para aferir a autenticidade da assinatura da parte autora no contrato de seguro de acidentes pessoais.</p> <p><strong>INTIMEM-SE</strong> as partes para conhecimento desta decis&atilde;o, bem como para <strong>no prazo de 15 (quinze) dias</strong>, observarem o que disp&otilde;em os incisos do &sect;1&ordm; do art. 465 do CPC:</p> <p>&sect; 1&ordm; <u>Incumbe &agrave;s partes</u>, dentro de 15 (quinze) dias <strong>contados da intima&ccedil;&atilde;o do despacho de nomea&ccedil;&atilde;o do perito:</strong></p> <p><strong>I - arguir o impedimento ou a suspei&ccedil;&atilde;o do perito, se for o caso;</strong></p> <p><strong>II - indicar assistente t&eacute;cnico;</strong></p> <p><strong>III - apresentar quesitos.</strong></p> <p><u>Transcorrido o prazo supra</u>, <strong>INTIME-SE a Sra. Perita</strong> para, no <strong>prazo de 05 (cinco) dias</strong>, manifestar interesse nos trabalhos e, em caso positivo, <u>apresentar proposta de honor&aacute;rios periciais</u>.</p> <p>Apresentada proposta de honor&aacute;rios, <strong>INTIME-SE</strong> o requerido para efetuar o dep&oacute;sito judicial de 50% dos honor&aacute;rios da per&iacute;cia, no prazo de 05 (cinco) dias, sendo este respons&aacute;vel, conforme decis&atilde;o do TJTO, verbis:</p> <p> </p> <p>"AGRAVO DE INSTRUMENTO N&ordm; 0008659-53.2022.8.27.2700/TO</p> <p>PROCESSO ORIGIN&Aacute;RIO: N&ordm; 0003041-29.2020.8.27.2723/TO</p> <p>

07/04/2026, 00:00

Publicacao/Comunicacao Intimação - Ato ordinatório ATO ORDINATÓRIO <!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"><html lang="pt-br"><head><meta http-equiv="Pragma" content="no-cache" /><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"/></head><style>body{ padding: 10px; font-family: Times New Roman; font-size:13pt }; #divHeader{ line-height:25px; margin-bottom:30px }; #divBody{ max-width:90%; text-align:justify }</style><body><div id="divHeader"><b>PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0001032-65.2018.8.27

11/03/2026, 00:00

Publicacao/Comunicacao Intimação - Ato ordinatório ATO ORDINATÓRIO <!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"><html lang="pt-br"><head><meta http-equiv="Pragma" content="no-cache" /><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"/></head><style>body{ padding: 10px; font-family: Times New Roman; font-size:13pt }; #divHeader{ line-height:25px; margin-bottom:30px }; #divBody{ max-width:90%; text-align:justify }</style><body><div id="divHeader"><b>PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0001032-65.2018.8.27

11/02/2026, 00:00

Publicado no DJEN - no dia 11/12/2025 - Refer. aos Eventos: 113, 114

11/12/2025, 02:34

Disponibilizado no DJEN - no dia 10/12/2025 - Refer. aos Eventos: 113, 114

10/12/2025, 02:03

Intimação Eletrônica - Expedida/Certificada - Despacho/Decisão

09/12/2025, 12:01

Intimação Eletrônica - Expedida/Certificada - Despacho/Decisão

09/12/2025, 12:01

Despacho - Mero expediente

05/12/2025, 23:10

Conclusão para despacho

11/11/2025, 13:00

Decurso de Prazo - Refer. ao Evento: 102

11/11/2025, 00:04

Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 101

10/11/2025, 15:15

Protocolizada Petição

10/11/2025, 14:31

Protocolizada Petição

10/11/2025, 13:15
Documentos
DECISÃO/DESPACHO
05/12/2025, 23:10
DECISÃO/DESPACHO
13/10/2025, 17:38
DECISÃO/DESPACHO
09/10/2025, 14:21
DECISÃO/DESPACHO
19/09/2025, 09:43
ACÓRDÃO
06/08/2025, 16:57
DECISÃO/DESPACHO
11/12/2023, 20:38
DECISÃO/DESPACHO
10/07/2023, 17:57
SENTENÇA
05/06/2020, 18:07
DECISÃO
29/05/2020, 10:26
CERTIDÃO
05/12/2019, 13:30
DECISÃO
25/10/2019, 11:40
ACÓRDÃO
08/03/2019, 08:38
DESPACHO
12/12/2018, 08:50
ATA DE AUDIÊNCIA
26/09/2018, 16:40
DECISÃO
28/05/2018, 16:48