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0004268-93.2020.8.27.2710

Procedimento Comum CívelPASEPContribuições SociaisContribuiçõesDIREITO TRIBUTÁRIO
TJTO1° GrauEm andamento
Data de Distribuicao
11/11/2024
Valor da Causa
R$ 76.891,24
Orgao julgador
Juízo do 3° Núcleo de Justiça 4.0, Apoio Cível
Partes do Processo
Nenhuma parte cadastrada
Advogados / Representantes
Nenhum advogado cadastrado
Movimentacoes

Publicacao/Comunicacao Intimação - DECISÃO DECISÃO /DESPACHO - <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section><b>Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel N&ordm; 0004268-93.2020.8.27.2710/TO</b></section> <section><b><table><tr><td>APELANTE</td><td>: MARIA ELIZIETE ALVES GOMES DA SILVA (AUTOR)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: NATANAEL GALVAO LUZ (OAB TO005384)</td></tr><tr><td>APELADO</td><td>: BANCO DO BRASIL SA (R&Eacute;U)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: MARCIA ELIZABETH SILVEIRA NASCIMENTO BARRA (OAB BA015551)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: PAULO ROCHA BARRA (OAB BA009048)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">DECIS&Atilde;O</p> </section> <section> <p> </p> <p>Trata-se de APELA&Ccedil;&Atilde;O C&Iacute;VEL interposta por <span>MARIA ELIZIETE ALVES GOMES DA SILVA</span> contra senten&ccedil;a proferida pelo ju&iacute;zo do 3&ordm; N&uacute;cleo de Justi&ccedil;a 4.0-Apoio C&iacute;vel nos autos da A&Ccedil;&Atilde;O DE INDENIZA&Ccedil;&Atilde;O POR DANOS MATERIAIS E MORAIS n&ordm; 0039700-19.2020.8.27.2729, em que litiga contra o BANCO DO BRASIL S/A.</p> <p>Na senten&ccedil;a recorrida (evento 76-autos origin&aacute;rios), o ju&iacute;zo de primeiro grau julgou improcedentes os pedidos da autora e a condenou ao pagamento das custas processuais e honor&aacute;rios advocat&iacute;cios fixados em 10% (dez por cento) sobre o valor atualizado da causa, suspensa a exigibilidade por ser a parte benefici&aacute;ria da justi&ccedil;a gratuita.</p> <p>Em suas raz&otilde;es recursais (evento 82-autos origin&aacute;rios), a recorrente alega que a senten&ccedil;a deve ser reformada, pois (i) &eacute; nula por v&iacute;cio de fundamenta&ccedil;&atilde;o, tendo em vista que n&atilde;o apreciou o pedido de invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova; (ii) aplicou incorretamente as teses fixadas no IRDR e no tema n&ordm; 1.300/STJ; (iii) est&atilde;o configurados descontos indevidos na conta PASEP da autora. Requer o provimento do recurso para anular a senten&ccedil;a por v&iacute;cio de fundamenta&ccedil;&atilde;o.</p> <p>O apelado apresentou contrarraz&otilde;es (evento 89 dos autos origin&aacute;rios), nas quais alega ofensa ao princ&iacute;pio da dialeticidade recursal e, no m&eacute;rito, que a senten&ccedil;a &eacute; fundamentada e a autora n&atilde;o comprova minimamente os fatos alegados, &ocirc;nus que lhe incumbia. Requer a manuten&ccedil;&atilde;o da senten&ccedil;a.</p> <p>O recurso veio a este gabinete por sorteio eletr&ocirc;nico (evento 1).</p> <p>&Eacute; o relat&oacute;rio. Decido.</p> <p>Afasto a preliminar sustentada pelo apelado, tendo em vista que a apela&ccedil;&atilde;o satisfaz ao requisito da impugna&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica dos fundamentos da senten&ccedil;a, pois sustenta a recorrente v&iacute;cio de fundamenta&ccedil;&atilde;o e nulidade em raz&atilde;o da n&atilde;o aplica&ccedil;&atilde;o correta do tema n&ordm; 1300/STJ. Assim, presentes os demais requisitos de admissibilidade, conhe&ccedil;o do recurso.</p> <p>Disp&otilde;e o art. 932, IV, b e c, do CPC que incumbe ao relator negar provimento a recurso quando a decis&atilde;o recorrida contrariar ac&oacute;rd&atilde;o proferido pelo STJ em recursos repetitivos e entendimento firmado em IRDR ou IAC. &Eacute; justamente o caso dos autos, como se passa a analisar.</p> <p> </p> <p><strong>1. Das teses fixadas no Tema 1.150 pelo STJ.</strong></p> <p> </p> <p>O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, ao julgar os REsp&rsquo;s 1.895.936/TO, 1.895.941/TO e 1.951.931/DF, afetos &agrave; sistem&aacute;tica dos repetitivos (Tema 1.150) fixou as seguintes teses:</p> <p> </p> <p><em>(i) o Banco do Brasil possui legitimidade passiva nas causas em que se discute falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o oriundas da conta Pasep, seja por desfalques ou aus&ecirc;ncia de aplica&ccedil;&atilde;o dos rendimentos;</em></p> <p><em>(ii) a pretens&atilde;o de ressarcimento por danos em raz&atilde;o de desfalques em conta individual vinculadas ao PASEP &eacute; decenal; e</em></p> <p><em>(iii) o termo inicial ocorre no dia em que o titular toma ci&ecirc;ncia dos desfalques, comprovadamente.</em></p> <p> </p> <p>Assim, eventuais discuss&otilde;es sobre legitimidade do Banco do Brasil, prescri&ccedil;&atilde;o e seu termo inicial devem observar, estritamente, as teses vinculativas estabelecidas no Tema 1.150.</p> <p> </p> <p><strong>2. Das teses fixadas no IRDR n&ordm; 0010218-16.2020.827.2700 pelo Tribunal de Justi&ccedil;a do Tocantins</strong></p> <p> </p> <p>Esta Corte de Justi&ccedil;a, ao julgar o IRDR n&ordm; 0010218-16.2020.827.2700 (IRDR 3) fixou as seguintes teses:</p> <p> </p> <p><em>(i) o Banco do Brasil possui legitimidade passiva nas causas em que se discute falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o oriundas da conta Pasep, seja por desfalques ou aus&ecirc;ncia de aplica&ccedil;&atilde;o dos rendimentos;</em></p> <p><em>(ii) o Banco do Brasil n&atilde;o possui legitimidade passiva nas causas em que se discute a legalidade ou inconstitucionalidade na aplica&ccedil;&atilde;o ou na elabora&ccedil;&atilde;o pelo Conselho Gestor dos &iacute;ndices de remunera&ccedil;&atilde;o da conta Pasep;</em></p> <p><em>(iii) o prazo prescricional da pretens&atilde;o em decorr&ecirc;ncia de falha na administra&ccedil;&atilde;o da conta Pasep &eacute; de dez anos, iniciando com a ci&ecirc;ncia do titular quanto ao alegado ato il&iacute;cito;</em></p> <p><em>(iv) inexiste rela&ccedil;&atilde;o de consumo, sendo inaplic&aacute;vel as diretrizes do CDC, cuja regra probat&oacute;ria deve observar a legisla&ccedil;&atilde;o processual civil, ou seja, o art. 373 do CPC;</em></p> <p><em>(v) a remunera&ccedil;&atilde;o dos saldos da conta Pasep deve observar os percentuais legais e os &iacute;ndices do Tesouro Nacional, sendo &ocirc;nus da parte comprovar a indevida aplica&ccedil;&atilde;o pelo Banco do Brasil; e</em></p> <p><em>(vi) &eacute; legal a incid&ecirc;ncia de desconto sob a rubrica PGTO RENDIMENTO FOPAG, o qual remunera o empregador do titular da conta Pasep pelo cr&eacute;dito em folha de pagamento.</em></p> <p> </p> <p><strong>3. Das teses firmadas no tema repetitivo n&ordm; 1.300/STJ</strong></p> <p> </p> <p>A respeito da mat&eacute;ria ora em debate, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a firmou as seguintes teses, no julgamento do tema repetitivo n&ordm; 1.300:</p> <p> </p> <p><em>Nas a&ccedil;&otilde;es em que o participante contesta saques em sua conta individualizada do PASEP, o &ocirc;nus de provar cabe:</em></p> <p><em>a) ao participante, quanto aos saques sob as formas de cr&eacute;dito em conta e de pagamento por Folha de Pagamento (PASEP-FOPAG), por ser fato constitutivo de seu direito, na forma do art. 373, I, do CPC, sendo incab&iacute;vel a invers&atilde;o (art. 6&ordm;, VIII do CDC) ou a redistribui&ccedil;&atilde;o (art. 373, &sect;1&ordm;, do CPC) do &ocirc;nus da prova;</em></p> <p><em>b) ao r&eacute;u, quanto aos saques sob a forma de saque em caixa das ag&ecirc;ncias do BB, por ser fato extintivo do direito do autor, na forma do art. 373, II, do CPC. </em></p> <p> </p> <p> </p> <p><strong>4. Das teses firmadas no tema repetitivo n&ordm; 1.387/STJ</strong></p> <p> </p> <p>Posteriormente, sobreveio o julgamento do tema n&ordm; 1.387/STJ, que buscou &ldquo;definir se o saque integral d&aacute; in&iacute;cio ao prazo prescricional da pretens&atilde;o de repara&ccedil;&atilde;o por falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, por saques indevidos, por desfalques, ou por aus&ecirc;ncia de aplica&ccedil;&atilde;o dos rendimentos estabelecidos em conta individualizada do PASEP. O STJ decidiu, alterando seu entendimento anterior sobre a prescri&ccedil;&atilde;o, o seguinte:</p> <p> </p> <p>&ldquo;O saque integral do principal d&aacute; in&iacute;cio ao prazo prescricional da pretens&atilde;o de repara&ccedil;&atilde;o por falha na presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o, por saques indevidos, por desfalques, ou por aus&ecirc;ncia de aplica&ccedil;&atilde;o dos rendimentos estabelecidos em conta individualizada do PASEP&rdquo;.</p> <p> </p> <p>Com esteio nessas orienta&ccedil;&otilde;es vinculantes, portanto, passa-se a analisar o caso concreto.</p> <p> </p> <p><strong>5. Do caso concreto: fundamenta&ccedil;&atilde;o com base nas teses vinculativas declinadas acima</strong></p> <p> </p> <p>A parte autora sustenta, em seu recurso de apela&ccedil;&atilde;o, duas teses: a primeira, de que o ju&iacute;zo de primeiro grau n&atilde;o apreciou o pedido de invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova e n&atilde;o aplicou corretamente as teses firmadas no tema n&ordm; 1.300/STJ; a segunda, que o saldo contido na sua conta PASEP &eacute; irris&oacute;rio e houve subtra&ccedil;&otilde;es indevidas em sua conta PASEP.</p> <p>No tocante ao primeiro ponto, o recurso n&atilde;o prospera, pois o TJTO afastou, no IRDR n&ordm; 3, a incid&ecirc;ncia do C&oacute;digo de Defesa do Consumidor. Por sua vez, o STJ, na an&aacute;lise do tema n&ordm; 1.300, firmou o entendimento de que cabe <strong>ao participante</strong> comprovar que os saques realizados sob a forma de cr&eacute;dito em conta de banc&aacute;ria e em folha de pagamento n&atilde;o ocorreram; por sua vez, cabe <strong>&agrave; institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria</strong> o &ocirc;nus de comprovar que os saques efetuados diretamente no caixa das ag&ecirc;ncias banc&aacute;rias foi efetivamente realizado pelo participante do PASEP. Essas teses foram observadas pelo ju&iacute;zo de primeiro grau <em>ipsis litteris</em>, n&atilde;o havendo que se falar em nulidade por aus&ecirc;ncia de fundamenta&ccedil;&atilde;o.</p> <p>Noutro giro, a inicial e a contesta&ccedil;&atilde;o foram instru&iacute;das com as microfilmagens e extrato da conta PASEP da autora (evento 1-EXTR5 e EXTR6 e evento 58-ANEXOS2 a 4-autos origin&aacute;rios). <strong>A prova documental &eacute; suficiente</strong> para a decis&atilde;o do m&eacute;rito da lide, de forma que a prova pericial &eacute; dispens&aacute;vel no caso em exame, pois os documentos permitem a an&aacute;lise do direito, n&atilde;o havendo necessidade de per&iacute;cia (art. 355, I, do CPC). Nesse sentido:</p> <p> </p> <p>&ldquo;O indeferimento da prova pericial n&atilde;o configura cerceamento de defesa quando o magistrado, como destinat&aacute;rio da prova, entende suficiente o acervo documental para o julgamento da causa, inexistindo demonstra&ccedil;&atilde;o de preju&iacute;zo concreto.&rdquo;<strong> </strong>(TJTO, Apela&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel, 0002637-39.2024.8.27.2722, Rel. ANGELA ISSA HAONAT, julgado em 18/03/2026, juntado aos autos em 25/03/2026 20:59:44)</p> <p> </p> <p>Passando &agrave; an&aacute;lise do segundo ponto de inconformismo, enquanto o recorrente sustenta a ocorr&ecirc;ncia de saques indevidos em sua conta PASEP, o Banco do Brasil S/A, no presente recurso, sustenta que n&atilde;o houve comprova&ccedil;&atilde;o de qualquer subtra&ccedil;&atilde;o indevida de numer&aacute;rio, al&eacute;m disso, o autor n&atilde;o aplicou os &iacute;ndices legais incidentes sobre os dep&oacute;sitos do PASEP.</p> <p>No m&eacute;rito, a par dessas coloca&ccedil;&otilde;es e das teses vinculantes especificadas em linhas pret&eacute;ritas, e analisando atentamente os autos do processo e todos os elementos de prova colacionados, verifico que n&atilde;o ocorreram saques indevidos na conta banc&aacute;ria da recorrente.</p> <p>Destarte, o art. 6&ordm;, VI, do CDC, &eacute; inaplic&aacute;vel ao caso em an&aacute;lise. Como decidiu o STJ, na an&aacute;lise do tema repetitivo n&ordm; 1.300, <strong>cabe ao autor comprovar a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o dos cr&eacute;ditos em conta corrente ou em folha de pagamento</strong>; por outro lado, <strong>cabe ao r&eacute;u/Banco do Brasil S/A comprovar que os saques realizados sob a forma de saques nas ag&ecirc;ncias banc&aacute;rias realmente foram realizados pelo autor</strong>. &Agrave; luz das regras de distribui&ccedil;&atilde;o do &ocirc;nus da prova, passo a analisar a documenta&ccedil;&atilde;o contida nos autos de origem, comparando os d&eacute;bitos constatados nas microfilmagens e extrato (evento 1-EXTR5 e EXTR6 e evento 58-ANEXOS2 a 4-autos origin&aacute;rios) com as movimenta&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias da conta PASEP descritas na Cartilha para leitura de microfichas, documento oficial do Banco do Brasil dispon&iacute;vel <em>on line</em> (chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.bb.com.br/docs/portal/pub/Cartilha-Leitura-de-Microficha-2020.pdf).</p> <p>No caso em exame, as microfichas da autora somente revelam a ocorr&ecirc;ncia das seguintes movimenta&ccedil;&otilde;es negativas:</p> <p> </p> <p>25/07/85 &ndash; retirada do valor de Cr$426.456 sob a rubrica 4035</p> <p>01/07/94- retirada do valor de CR$631.419,05 sob a rubrica 1016</p> <p>07/11/97- retirada do valor de R$26,42 sob a rubrica 4003</p> <p>14/10/96- retirada do valor de R$29,74 sob a rubrica 4503</p> <p>14/8/99- retirada do valor de R$32,48 sob a rubrica 1009</p> <p>24/8/2000- retirada do valor de R$35,22 sob a rubrica 1009</p> <p> </p> <p>Conforme demonstrou o Banco do Brasil S/A (evento 58-ANEXO4), tais descontos ocorreram em raz&atilde;o e convers&atilde;o de moeda, e pagamento de rendimentos. <strong>N&atilde;o houve, portanto, qualquer desconto indevido</strong>, tendo a institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria se desincumbido de seu &ocirc;nus atribu&iacute;do pelo tema repetitivo n&ordm; 1.300/STJ.</p> <p>Assim, n&atilde;o h&aacute; que se falar em condena&ccedil;&atilde;o ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos materiais e morais, pois n&atilde;o demonstrada a ocorr&ecirc;ncia de ato il&iacute;cito.</p> <p><strong>4. Da conclus&atilde;o</strong></p> <p>Por todo o exposto, nos termos do art. 932, IV, b e c, do CPC, <strong>NEGO PROVIMENTO</strong> ao presente recurso, mantendo a senten&ccedil;a por seus pr&oacute;prios fundamentos. Majoro os honor&aacute;rios de sucumb&ecirc;ncia para o importe de 15% (quinze por cento) sobre o valor da causa, ficando a exigibilidade suspensa por ser a recorrente benefici&aacute;ria da justi&ccedil;a gratuita (art. 98, &sect;3&ordm;, do CPC).</p> <p>Intimem-se as partes da presente decis&atilde;o.</p> <p>Nada mais havendo, certifique-se o tr&acirc;nsito em julgado e arquivem-se.</p> <p> </p> <p>Data certificada no sistema E-proc.</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html>

05/05/2026, 00:00

Remessa Externa - em grau de recurso - TJTO - TO4.03NCI -> TJTO

27/04/2026, 15:44

Lavrada Certidão

27/04/2026, 15:43

Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 83

22/04/2026, 14:37

Juntada de certidão - cancelamento da suspensão de prazo - Motivo: FERIADO ESTADUAL em 21/04/2026

06/04/2026, 19:39

Juntada de certidão - suspensão do prazo - Motivo: FERIADO JUSTIÇA ESTADUAL em 01/04/2026

30/03/2026, 20:43

Publicado no DJEN - no dia 26/03/2026 - Refer. ao Evento: 83

26/03/2026, 02:40

Disponibilizado no DJEN - no dia 25/03/2026 - Refer. ao Evento: 83

25/03/2026, 02:08

Publicacao/Comunicacao Intimação - Ato ordinatório ATO ORDINATÓRIO <!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"><html lang="pt-br"><head><meta http-equiv="Pragma" content="no-cache" /><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1"/></head><style>body{ padding: 10px; font-family: Times New Roman; font-size:13pt }; #divHeader{ line-height:25px; margin-bottom:30px }; #divBody{ max-width:90%; text-align:justify }</style><body><div id="divHeader"><b>PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0004268-93.2020.8.27

25/03/2026, 00:00

Ato ordinatório praticado Documento encaminhado à disponibilização no Diário Eletrônico - no dia 25/03/2026 - Refer. ao Evento: 83

24/03/2026, 13:42

Expedida/certificada a intimação eletrônica

24/03/2026, 13:18

Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 78

24/03/2026, 11:05

Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 77

09/03/2026, 09:37

Publicado no DJEN - no dia 03/03/2026 - Refer. aos Eventos: 77, 78

03/03/2026, 02:51

Disponibilizado no DJEN - no dia 02/03/2026 - Refer. aos Eventos: 77, 78

02/03/2026, 02:18
Documentos
ATO ORDINATÓRIO
24/03/2026, 13:42
SENTENÇA
27/02/2026, 15:19
OUTROS
13/10/2025, 14:16
OUTROS
13/10/2025, 14:16
OUTROS
13/10/2025, 14:16
OUTROS
13/10/2025, 14:16
DECISÃO/DESPACHO
19/12/2024, 15:52
DECISÃO/DESPACHO
12/11/2024, 15:20
OUTROS
28/10/2024, 16:26
OUTROS
28/10/2024, 16:26
OUTROS
28/10/2024, 16:26
OUTROS
28/10/2024, 16:26
OUTROS
28/10/2024, 16:26
DECISÃO/DESPACHO
21/03/2024, 08:54
DECISÃO/DESPACHO
05/08/2022, 09:46