AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA SEXTA TURMA
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (AGRAVADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO (AGRAVADO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO (IMPETRADO), 1. CRISTIANO NUNES SILVA (AGRAVANTE)
Advogados
ADILSON TEODORO DE JESUS (OAB 004464/MA), DIONE MAGNA SILVA (OAB 038192/DF), ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (OAB 012733/MA)
AgRg no HC 974511/MA (2025/0008104-0)RELATOR:MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZAGRAVANTE:CRISTIANO NUNES SILVAADVOGADOS:ADILSON TEODORO DE JESUS - MA004464DIONE MAGNA SILVA - DF038192ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS - MA012733AAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃOIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO
ACÓRDÃO
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da SEXTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 29/05/2025 a 04/06/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Og Fernandes, Sebastião Reis Júnior, Antonio Saldanha Palheiro e Otávio de Almeida Toledo (Desembargador Convocado do TJSP) votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Sebastião Reis Júnior.
Maio 20251 evento
Intimação
D
Órgão
AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA SEXTA TURMA
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HABEAS CORPUS
Destinatários
2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (AGRAVADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO (AGRAVADO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO (IMPETRADO), 1. CRISTIANO NUNES SILVA (AGRAVANTE)
Advogados
ADILSON TEODORO DE JESUS (OAB 004464/MA), DIONE MAGNA SILVA (OAB 038192/DF), ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (OAB 012733/MA)
AgRg no HC 974511/MA (2025/0008104-0)RELATOR:MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZAGRAVANTE:CRISTIANO NUNES SILVAADVOGADOS:ADILSON TEODORO DE JESUS - MA004464DIONE MAGNA SILVA - DF038192ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS - MA012733AAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃOIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃOProcesso incluído na Pauta de Julgamentos da SEXTA TURMA, Sessão Virtual do dia 29/05/2025 00:00:00, com encerramento no dia 04/06/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
Março 20251 evento
Intimação
D
Órgão
SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO (IMPETRADO), 1. ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (IMPETRANTE)
Advogados
ADRIANA FABÍOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (OAB 037517/DF), ADILSON TEODORO DE JESUS (OAB 004464/MA), DIONE MAGNA SILVA (OAB 038192/DF)
HC 974511/MA (2025/0008104-0)RELATOR:MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZIMPETRANTE:ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUSADVOGADOS:ADILSON TEODORO DE JESUS - MA004464ADRIANA FABÍOLA MARTINS SOUSA DE JESUS - DF037517DIONE MAGNA SILVA - DF038192IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃOPACIENTE:CRISTIANO NUNES SILVAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO
DECISÃO
CRISTIANO NUNES SILVA aponta constrangimento ilegal decorrente de acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão no HC n. 0826739-21.2023.8.10.000.
A defesa requer a revogação da custódia provisória, decretada devido à suposta prática de homicídio qualificado.
Afirma que o decreto prisional de primeira instância não fundamentou adequadamente a prisão do paciente, o que configura constrangimento ilegal a ser sanado.
Na visão da defesa, embora exista prova da existência do delito – crime de homicídio qualificado – e indício suficiente de autoria, o equívoco da decisão contestada reside na ausência de indicação do perigo representado pelo estado de liberdade do paciente, bem como na falta de demonstração do periculum libertatis nos autos, que consiste no efetivo risco à ordem pública, fundamentado em elementos objetivos constantes do processo.
O Ministério Público Federal opinou pelo não conhecimento do habeas corpus (fls. 358-362).
Decido.
O Juízo de primeiro grau decretou a prisão preventiva do paciente, na audiência de custódia, sob os seguintes fundamentos (fls. 212-213, grifei):
[...]
Passo agora, conforme preleciona o artigo 310 do CPP, à análise da viabilidade ou não de manutenção da custódia do conduzido.
Para tal, é preciso verificar, no caso concreto, a presença dos requisitos para decretação da prisão preventiva, insculpidos no PP, concernentes ao fumus comissi delicti e ao periculum libertatis.
Janeiro 20252 eventos
Intimação
D
Órgão
SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO (IMPETRADO), ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (IMPETRANTE)
Advogados
ADRIANA FABÍOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (OAB 037517/DF), ADILSON TEODORO DE JESUS (OAB 004464/MA), DIONE MAGNA SILVA (OAB 038192/DF)
HC 974511/MA (2025/0008104-0)RELATOR:MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZIMPETRANTE:ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUSADVOGADOS:ADILSON TEODORO DE JESUS - MA004464ADRIANA FABÍOLA MARTINS SOUSA DE JESUS - DF037517DIONE MAGNA SILVA - DF038192IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃOPACIENTE:CRISTIANO NUNES SILVAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO
DECISÃO
Trata-se de Habeas Corpus com pedido de liminar impetrado em favor de CRISTIANO NUNES SILVA, no qual se aponta como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO.
Segundo consta dos autos, o paciente foi preso em flagrante delito, no dia 19 de novembro de 2023, pela suposta prática do crime previsto no art. 121, § 2º, I, IV, do CP. A prisão em flagrante posteriormente foi convertida em preventiva pelo Juiz titular da 2ª Vara da Comarca de Barreirinhas.
A defesa alega que a decisão que decretou a custódia cautelar contém fundamentação inidônea, baseada unicamente na gravidade abstrata do delito e em depoimentos de testemunhas que realizaram reconhecimento fotográfico, sem observância ao previsto no art. 226 do CPP. Afirma que não estão presentes os requisitos da prisão preventiva. Assevera que o paciente é primário, possui ocupação lícita e residência fixa, inexistindo investigações policiais prévias ou sinais de que ele se dedicava ao crime. Pleiteia a concessão de liminar para que seja "relaxada a prisão" ou, subsidiariamente, para que seja revogada a prisão preventiva, aplicando-se as cautelares diversas.
É o relatório.
Decido.
Nos estreitos limites do plantão judiciário, verifica-se que a situação dos autos não justifica a pronta e urgente intervenção desta Presidência.
Fica, pois, reservado ao momento do julgamento definitivo o exame mais aprofundado da pretensão.
Compulsando o presente auto de prisão em flagrante, verifica-se que o caso em tela se amolda ao disposto no art. 312 c/c art. 313, inc. I, ambos do Código de Processo Penal, posto que trata-se de crime com pena máxima superior a 4 (quatro) anos, sendo, neste caso, admitida a prisão preventiva.
Analisando precipuamente os depoimentos do condutor e das testemunhas, restou comprovada a materialidade e constatada a existência de relevantes indícios de autoria delitiva do investigado em relação ao crime de homicídio qualificado. Verificado, pois, o fumus comissi delicti.
Ressalte-se que a prisão cautelar, entretanto, é a medida extrema da última “ratio”, ou seja, a prisão é uma contingência excepcional, necessária em certas situações, desde que devidamente regrada e substancialmente motivada. A segregação cautelar só é possível se presentes elementos que denotem a periculosidade dos investigados e consequentemente o risco concreto à ordem público. Nesse sentido:
[...]
Nesse passo, restou apresentada a alta periculosidade na conduta do investigado demonstrada no elevado risco social, notadamente no modus operandi (reunião de pessoas armadas contratadas para um confronto contra invasores de terra, ocasião em que a vítima foi alvejada por um tiro), sendo possível dessumir que a sua liberdade importará no prosseguimento da atividade criminosa, exsurgindo, assim, a necessidade de garantir a ordem pública.
Isto posto, CONVERTO O ERGÁSTULO FLAGRANCIAL DE CRISTIANO NUNES SILVA EM PRISÃO PREVENTIVA, sob fundamento no artigo 311 e 312 do Código de Processo Penal.
A prisão preventiva é compatível com a presunção de não culpabilidade do acusado desde que não assuma natureza de antecipação da pena e não decorra, automaticamente, do caráter abstrato do crime ou do ato processual praticado (art. 313, § 2º, CPP).
Além disso, a decisão judicial deve apoiar-se em motivos e fundamentos concretos, relativos a fatos novos ou contemporâneos, dos quais se possa extrair o perigo que a liberdade plena do investigado ou réu representa para os meios ou os fins do processo penal (arts. 312 e 315 do CPP).
Com base nessa premissa, verifico que se mostram suficientes as razões invocadas nas instâncias ordinárias para justificar a ordem de prisão do paciente, porquanto contextualizaram, em dados dos autos, a necessidade cautelar de segregação do agente.
Na hipótese, o decreto prisional é expresso ao indicar a gravidade em concreto do delito como motivação para a segregação. O Magistrado indica o modus operandi do crime e destaca circunstâncias fáticas concretas que elevam a periculosidade do agente e a gravidade de sua conduta: crime praticado "com reunião de pessoas armadas contratadas para um confronto contra invasores de terra".
Aplica-se ao caso a compreensão de que "a gravidade concreta dos crimes, evidenciada pelo seu modus operandi, é reveladora do risco de reiteração delitiva, ante a periculosidade do suspeito" (AgRg no RHC n. 161.529/MG, Rel. Ministro Rogerio Schietti, Sexta Turma, DJe de 19/5/2022).
Os elementos descritos são suficientes, nos termos da jurisprudência desta Corte Superior, para lastrear a imposição da cautela extrema. A propósito:
AGRAVO REGIMENTAL EM HABEAS CORPUS. HOMICÍDIO QUALIFICADO. PRISÃO PREVENTIVA. FUNDAMENTOS CONCRETOS. MODUS OPERANDI. MEDIDAS CAUTELARES ALTERNATIVAS À PRISÃO. NÃO CABIMENTO. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO EVIDENCIADO. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO.
1. A parte que se considerar agravada por decisão de relator, à exceção do indeferimento de liminar em procedimento de habeas corpus e recurso ordinário em habeas corpus, poderá requerer, dentro de 5 dias, a apresentação do feito em mesa relativo à matéria penal em geral, para que a Corte Especial, a Seção ou a Turma sobre ela se pronuncie, confirmando-a ou reformando-a.
2. No caso, o juízo bem fundamentou a decretação da prisão preventiva, lastreando-se na garantia da ordem pública, em razão da gravidade concreta do crime executado, evidenciada pelo modus operandi empregado no delito, vale dizer, homicídio qualificado prat icado com excessiva violência, com emprego de arma branca, em razão de um suposto furto de quantia em dinheiro.
3. A custódia cautelar impõe-se pela gravidade concreta da prática criminosa, causadora de grande intranquilidade social, revelada no modus operandi do delito, e diante da acentuada periculosidade do acusado, evidenciada na conduta violenta. Confiram-se: HC n. 299762/PR - 6ª T. - unânime - rel. Min. Rogério Schietti Cruz - DJe 2/10/2014; HC n. 169996/PE - 6ª T. - unânime - rel. Min. Sebastião Reis Júnior - DJe 1º/7/2014; RHC n. 46707/PE - 6ª T. - unânime - rel. Min. Maria Thereza de Assis Moura - DJe 18/6/2014.
4. Com efeito, "[d]emonstrada pelas instâncias ordinárias, com expressa menção à situação concreta, a presença dos pressupostos da prisão preventiva, não se mostra suficiente a aplicação de quaisquer das medidas cautelares alternativas à prisão, elencadas no art. 319 do Código de Processo Penal" (AgRg no HC n. 685.539/PE, relatora Ministra Laurita Vaz, Sexta Turma, julgado em 25/10/2022, DJe de 3/11/2022.) 5. Agravo regimental desprovido.
(AgRg no HC n. 837.426/BA, Rel. Ministro Jesuíno Rissato (Desembargador Convocado do TJDFT), 6ª T., DJe de 15/12/2023)
PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. HOMICÍDIOS QUALIFICADOS CONSUMADO E TENTADOS. FURTO. PRISÃO PREVENTIVA. NEGATIVA DE AUTORIA. INADMISSIBILIDADE. REVOLVIMENTO FÁTICO-PROBATÓRIO. SEGREGAÇÃO CAUTELAR DEVIDAMENTE FUNDAMENTADA NA GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. MODUS OPERANDI. REITERAÇÃO DELITIVA. AGRAVO DESPROVIDO.
I - A parte que se considerar agravada por decisão de relator, à exceção do indeferimento de liminar em procedimento de habeas corpus e recurso ordinário em habeas corpus, poderá requerer, dentro de cinco dias, a apresentação do feito em mesa relativo à matéria penal em geral, para que a Corte Especial, a Seção ou a Turma sobre ela se pronuncie, confirmando-a ou reformando-a.
II - A segregação cautelar do agravante está devidamente fundamentada em dados concretos extraídos dos autos, que evidenciam de maneira inconteste a necessidade da prisão para garantia da ordem pública, seja pela forma na qual o delito foi em tese praticado, consistente em homicídio qualificado, com emprego de recurso que impediu a defesa da vítima, no qual o recorrente a executou com diversos disparos de arma de fogo, inclusive depois de a vítima estar caída, em razão de uma discussão acerca do derramamento de bebidas em uma lanchonete; seja em razão de o recorrente ostentar diversos registros por delitos semelhantes, circunstâncias que revelam a periculosidade concreta do agente e a probabilidade de repetição de condutas tidas por delituosas, tudo a demonstrar a indispensabilidade da imposição da segregação cautelar. em virtude do fundado receio de reiteração delitiva. Precedentes.
III - A prisão preventiva se justifica em razão da gravidade concreta da conduta supostamente perpetrada evidenciada pelo modus operandi empregado na conduta, conforme o decreto prisional primevo, cujos fundamentos permanecem válidos. Esses fatos são suficientes para justificar a medida, e o acréscimo de informação pela Corte estadual, no sentido de que o recorrente ostenta outros registros criminais, em nada enfraquece ou afasta a necessidade da prisão, tampouco tem o condão de tornar nulo o julgado.
IV - A presença de circunstâncias pessoais favoráveis, tais como primariedade, ocupação lícita e residência fixa, não tem o condão de garantir a revogação da prisão se há nos autos elementos hábeis a justificar a imposição da segregação cautelar, como na hipótese.
Pela mesma razão, não há que se falar em possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.
Agravo regimental desprovido.
(AgRg no RHC n. 183.589/MG, Rel. Ministro Messod Azulay Neto, 5ª T., DJe 1º/12/2023)
Concluo, então, haver sido demonstrada a exigência cautelar justificadora da manutenção da prisão preventiva do paciente, a despeito de sua primariedade e dos demais predicativos pessoais favoráveis.
Por idênticos fundamentos, (art. 282, I, do Código de Processo Penal), a adoção de medidas cautelares diversas não se prestaria a evitar o cometimento de novas infrações penais (HC n. 542.455/SP, Rel. Ministra Laurita Vaz, 6ª T., DJe 27/2/2020).
À vista do exposto, denego a ordem.
Publique-se e intimem-se.
Relator
ROGERIO SCHIETTI CRUZ
Solicitem-se informações ao Tribunal de origem e ao Juízo de primeiro grau, as quais deverão ser prestadas, preferencialmente, por malote digital e com senha de acesso para consulta aos autos.
Remeta-se o processo ao Ministério Público Federal para parecer.
Publique-se.
Intimem-se.
Presidente
HERMAN BENJAMIN
Intimação
D
Órgão
SECRETARIA JUDICIÁRIA
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HABEAS CORPUS
Destinatários
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO (IMPETRADO), ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (IMPETRANTE)
Advogados
ADRIANA FABÍOLA MARTINS SOUSA DE JESUS (OAB 037517/DF), ADILSON TEODORO DE JESUS (OAB 004464/MA), DIONE MAGNA SILVA (OAB 038192/DF)
HC 974511/MA (2025/0008104-0)RELATOR:MINISTRO ROGERIO SCHIETTI CRUZIMPETRANTE:ADRIANA FABIOLA MARTINS SOUSA DE JESUSADVOGADOS:ADILSON TEODORO DE JESUS - MA004464ADRIANA FABÍOLA MARTINS SOUSA DE JESUS - DF037517DIONE MAGNA SILVA - DF038192IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃOPACIENTE:CRISTIANO NUNES SILVAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃOProcesso distribuído pelo sistema automático em 14/01/2025.