Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (EMBARGADO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (IMPETRADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (EMBARGADO), 1. CARLOS EDUARDO DE AMORIM AJALA (EMBARGANTE)
- Advogado
- DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (OAB 0000000/DF)
EDcl nos HC 977375/MS (2025/0023873-8)RELATOR:MINISTRO OTÁVIO DE ALMEIDA TOLEDO (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJSP)EMBARGANTE:CARLOS EDUARDO DE AMORIM AJALAADVOGADO:DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SULEMBARGADO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALEMBARGADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SULIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
DECISÃO
Trata-se de embargos de declaração opostos por CARLOS EDUARDO DE AMORIM AJALA, recebidos como pedido de reconsideração, à decisão (fls. 134-135) que não conheceu da impetração por deficiência de instrução.
Nestes embargos, a Defesa esclarece que a cópia do acórdão impugnado na origem já havia sido juntada aos presentes autos às fls. 38-43, mas, por erro de sua iniciativa, promoveu a categorização incorreta da peça como Acórdão da Apelação e, também por equívoco, foi anexada peça diversa no arquivo “Ato Coator” (Anexar o arquivo PDF da decisão contra a qual é impetrado o habeas corpus), por erro material da defesa na categorização dos arquivos (fl. 144).
Pugna para que se reconsidere a decisão ora impugnada e que se promova o desentranhamento da peça erroneamente categorizada como Ato Coator, pois referente a ação penal diversa.
Com base nisso e por prestígio à economia processual, reconsidero a decisão de fls. 134-135 e determino o desentranhamento do documento de fls. 17-32.
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em favor de CARLOS EDUARDO DE AMORIM AJALA contra o acórdão do Habeas Corpus n. 1421467-06.2024.8.12.0000 do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL.
Consta que o paciente está preso preventivamente desde 21/12/2024 (fls. 38-43), pela suposta prática do delito previsto no art. 157, § 2º, II, do Código Penal e art. 244-B da Lei n. 8.069/1990, pelos quais foi denunciado (fls. 33-36).
A impetrante alega constrangimento ilegal, tendo em vista que os fundamentos apresentados não são idôneos a justificar a medida extrema, sendo plenamente possível a fixação de medidas cautelares, nos termos do c/c , ambos do Código de Processo Penal (fl. 09).
