Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (IMPETRADO), 1. AZENATE EVA OLIVEIRA PINHEIRO (IMPETRANTE)
- Advogado
- AZENATE EVA OLIVEIRA PINHEIRO (OAB 50458/PE)
HC 1079559/PE (2026/0087383-9)RELATOR:MINISTRO PRESIDENTE DO STJIMPETRANTE:AZENATE EVA OLIVEIRA PINHEIROADVOGADO:AZENATE EVA OLIVEIRA PINHEIRO - PE050458IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCOPACIENTE:ANTONIO MANOEL DE ALCANTARAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DECISÃO
Cuida-se de Habeas Corpus impetrado em favor de ANTONIO MANOEL DE ALCANTARA em que se aponta como ato coator o acórdão proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO no julgamento da Apelação Criminal n. 0002062-97.2013.8.17.0910.
Consta dos autos que o paciente foi condenado à pena de 16 (dezesseis) anos e 8 (oito) meses de reclusão, em regime inicial fechado, pela prática do delito previsto no art. 217-A do Código Penal, em continuidade delitiva reconhecida nos termos do art. 71 do Código Penal.
Em suas razões, sustenta a impetrante a ocorrência de constrangimento ilegal, porquanto a pena-base foi fixada acima do mínimo legal sem fundamentação idônea, mediante valoração negativa genérica da culpabilidade com elementos inerentes ao tipo penal, violando o livre convencimento fundamentado e impondo nulidade na primeira fase da dosimetria.
Alega que o erro na fixação da pena-base contaminou o cálculo da pena definitiva, pois o aumento pela continuidade delitiva em 2/3 foi aplicado sobre base indevidamente majorada, requerendo o redimensionamento para o patamar mínimo e a readequação da fração de continuidade conforme os parâmetros legais e jurisprudenciais indicados na própria inicial.
Requer, em suma, o redimensionamento da pena, com fixação da pena-base no mínimo legal e readequação da continuidade delitiva, para redução da pena definitiva do paciente.
É o relatório.
Decido.
O writ não merece prosperar.
A matéria aqui suscitada é também objeto do HC n. Nº 934.289/PE.
Constata-se, assim, a inadmissível reiteração, consoante o entendimento do Superior Tribunal de Justiça. Vejam-se os seguintes precedentes:
