Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (IMPETRADO), 1. MARCELO RENE DE OLIVEIRA (IMPETRANTE)
- Advogado
- MARCELO RENE DE OLIVEIRA (OAB 25138/MS)
HC 1106909/MS (2026/0244780-0)RELATOR:MINISTRO JOEL ILAN PACIORNIKIMPETRANTE:MARCELO RENE DE OLIVEIRAADVOGADO:MARCELO RENE DE OLIVEIRA - MS025138IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SULPACIENTE:RAMAO CLEONES ROCHA DE SOUZAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em benefício de R C R DE S, contra acórdão proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL no julgamento da Cautelar Inominada Criminal n. 1406637-64.2026.8.12.0000.
Extrai-se dos autos que o paciente cumpre pena definitiva em regime fechado.
Em sede de habeas corpus, a defesa arguiu a nulidade da condenação em razão da incompetência absoluta da Vara Criminal Comum, em detrimento da Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O relator, na origem, não conheceu da impetração, nos termos da decisão de fls. 75/78.
A defesa, então, interpôs embargos de declaração no habeas corpus e ajuizou a cautelar inominada para conferir efeito suspensivo ao recurso.
O Tribunal de origem julgou improcedente a medida cautelar, nos termos do acórdão que restou assim ementado:
"DIREITO PROCESSUAL PENAL E EXECUÇÃO PENAL. CAUTELAR INOMINADA. ATRIBUIÇÃO DE EFEITO SUSPENSIVO ATIVO A EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM HABEAS CORPUS. PEDIDO DE PRISÃO DOMICILIAR. IDOSO E PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE EXTREMA DEBILIDADE OU INVIABILIDADE DE TRATAMENTO NO SISTEMA PRISIONAL. IMPROCEDÊNCIA.
I. CASO EM EXAME
1) Cautelar Inominada, com pedido liminar, ajuizada por R. C. R. de S., visando à atribuição de efeito suspensivo ativo a embargos de declaração opostos no Habeas Corpus n.º 1422457-60.2025.8.12.0000, com o objetivo de obter a conversão do regime prisional fechado em prisão domiciliar, sob o fundamento de que o requerente é idoso, enfermo e estaria submetido a risco concreto de agravamento de saúde enquanto aguarda o julgamento dos aclaratórios.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO
