Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 1. LEVI VENCESLAU JUNIOR (IMPETRANTE)
- Advogado
- LEVI VENCESLAU JUNIOR (OAB 212023/SP)
HC 1118825/SP (2026/0325152-1)RELATORA:MINISTRA MARIA MARLUCE CALDASIMPETRANTE:LEVI VENCESLAU JUNIORADVOGADO:LEVI VENCESLAU JUNIOR - SP212023IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULOPACIENTE:EVALDO MACEDOCORRÉU:ANDRE SANTOS DE SOUSACORRÉU:FABIANA BARBARA RODRIGUESCORRÉU:ERNANDES ROSA DOS SANTOSCORRÉU:ALAN BRUNO APARECIDO DO AMARALCORRÉU:FABIO ALVESCORRÉU:EVALDO MACEDOCORRÉU:ADRIANO OLIVEIRA DE MENEZESCORRÉU:RAYANNE MARIA DA SILVA PASSOSCORRÉU:AURICELIO DA SILVA CORDEIROCORRÉU:DOUGLAS PACHECO SANTOS DE OLIVEIRACORRÉU:HECTOR BRUNO GUSMAO MARQUESCORRÉU:GUILHERME FERNANDO LOPESCORRÉU:EVANDRO HENRIQUE CLEMENTINOINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em favor de EVALDO MACEDO, contra acórdão prolatado pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO na Apelação Criminal n. 0002967-44.2022.8.26.0229.
Consta dos autos que o paciente foi condenado pelos crimes de extorsão mediante sequestro (art. 159, § 1º, do Código Penal) e receptação (art. 180, caput, do Código Penal), em concurso material (art. 69 do Código Penal), à pena de 16 anos e 2 meses de reclusão, em regime inicial fechado, e 11 dias-multa, com correção aritmética no acórdão. Reconheceu-se litispendência quanto à associação criminosa em processo diverso.
O Tribunal local rejeitou preliminar defensiva sobre interceptações telefônicas, reputando-as prova emprestada lícita e não exclusiva da condenação, e manteve a condenação por compreensão de materialidade e autoria comprovadas, com detalhamento dos elementos probatórios e da dosimetria (fls. 49-61):
"APELAÇÃO CRIMINAL. EXTORSÄO MEDIANTE SEQUESTRO. RECEPTAÇÃO. RECURSO DEFENSIVO.
Preliminar. Inexistência de nulidade ou de ilegalidade das provas decorrentes de interceptações telefônicas precedidas de autorização judicial, em estrita legalidade e cumprimento ao disposto na Lei nº 9.296/96.
Materialidade e autoria delitivas suficientemente comprovadas em relação às duas figuras típicas.
