Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 1. GILSON DOS SANTOS (IMPETRANTE)
- Advogado
- GILSON DOS SANTOS (OAB 77994/SP)
HC 1032068/SP (2025/0333409-2)RELATOR:MINISTRO JOEL ILAN PACIORNIKIMPETRANTE:GILSON DOS SANTOSADVOGADO:GILSON DOS SANTOS - SP077994IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULOPACIENTE:ALEX SANDRO SANTOS ANSELMOINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em benefício de ALEX SANDRO SANTOS ANSELMO contra acórdão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO que negou provimento ao Agravo Interno Criminal n. 2169009-52.2025.8.26.0000.
Extrai-se dos autos que o paciente foi preso em razão do cumprimento de mandado de prisão n. 6001446-54.2022.8.12.0001, expedido pelo juízo da 1ª Vara de Execução Penal do Interior do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul.
Irresignada, a defesa impetrou habeas corpus perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o qual, por decisão singular do Desembargador relator, não conheceu da impetração, em razão da supressão de instância (fls. 51/55).
Impetrado novo habeas corpus, igualmente por decisão singular, o TJ/SP destacou que o pedido do impetrante já fora analisado no julgamento do "Habeas Corpus nº 2103680- 93.2025.8.26.0000, que, por decisão monocrática de fls. 30/34 daqueles autos, não conheceu da impetração por se tratar de matéria que não foi objeto de apreciação pelo juízo de origem, evitando-se supressão de instância e violação ao princípio constitucional do juiz natural" (fl. 88).
Diante disso, a defesa interpôs Agravo Interno, que foi desprovido pelo órgão colegiado do TJ/SP, nos termos da ementa a seguir:
"AGRAVO INTERNO CRIMINAL EM HABEAS CORPUS - NÃO DEMONSTRADA RAZÃO OU FATO NOVO CAPAZ DE REVERTER A R. DECISÃO MONOCRÁTICA, QUE APRECIOU REGULARMENTE A QUESTÃO, NÃO CONHECENDO DO WRIT POR CONFIGURAR REITERAÇÃO DE PEDIDO - PRECEDENTES - AGRAVO NÃO PROVIDO." (fl. 131)
No presente writ, o impetrante sustenta a ilegalidade da decisão proferida pelo juízo plantonista, que presidiu a audiência de custódia.
Assere que a execução do mandado de prisão teria sido promovida por Guardas Municipais, que não possuiriam competência constitucional para a prática de tal ato.
