Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 1. ANA CLAUDIA RODRIGUES (IMPETRANTE)
- Advogados
- ANA CLAUDIA RODRIGUES DA SILVA (OAB 409626/SP), FÁBIO ABDO PERONI (OAB 219334/SP)
HC 1121801/SP (2026/0342931-4)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:ANA CLAUDIA RODRIGUESADVOGADOS:FÁBIO ABDO PERONI - SP219334ANA CLAUDIA RODRIGUES DA SILVA - SP409626IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULOPACIENTE:JONAS SILVINO PEREIRAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em favor de JONAS SILVINO PEREIRA, apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, em decorrência do julgamento do agravo interno criminal n. 2161790-85.2025.8.26.0000/50000.
Consta dos autos que, na ação penal n. 0067299-14.2018.8.26.0050, o paciente foi absolvido, pelo Juízo da 15ª Vara Criminal da Comarca da Capital, do crime previsto no artigo 158, § 3º, do Código Penal, tendo sido condenado pela prática da infração prevista no artigo 157, § 2º-A, inciso I, do Código Penal, à pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de 18 dias-multa (fls. 22-41).
Ambas as partes interpuseram apelação criminal ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que negou provimento aos recursos (fls. 42-54).
Após o trânsito em julgado, foi proposta revisão criminal n. 2161790-85.2025.8.26.0000 perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, a qual foi indeferida liminarmente por decisão de seu relator (fls. 67-75). Interposto agravo interno criminal, foi-lhe negado provimento pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (fls. 56-66), sendo esse o título judicial objeto da presente impugnação.
Na impetração, busca-se a concessão da ordem para: (i) afastar a causa de aumento relativa ao emprego de arma de fogo prevista no artigo 157, § 2º-A, inciso I, do Código Penal; e (ii) fixar o regime inicial semiaberto para cumprimento da pena (fls. 6-12 e 13-14).
É o relatório. DECIDO.
A controvérsia consiste na ocorrência de possível constrangimento ilegal em razão do julgamento do agravo interno criminal n. 2161790-85.2025.8.26.0000/50000, pelo qual foi mantida a decisão que indeferiu liminarmente a revisão criminal.
