AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA QUINTA TURMA
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (AGRAVADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO (AGRAVADO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (IMPETRADO), 1. MARCELO LUCENA DA SILVA (AGRAVANTE)
Advogados
GABRIEL DE ALMEIDA DOMINGUES (OAB 171358/RJ), MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (OAB 37268/PE), AURÉLIO REZENDE SILVEIRA (OAB 42293/DF), GIOVANE SAMPAIO ROCHA (OAB 65290/PE)
AgRg no HC 1057086/PE (2025/0475145-0)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOAGRAVANTE:MARCELO LUCENA DA SILVAADVOGADOS:AURÉLIO REZENDE SILVEIRA - DF042293MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO - PE037268GABRIEL DE ALMEIDA DOMINGUES - RJ171358GIOVANE SAMPAIO ROCHA - PE065290AGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCOIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
ACÓRDÃO
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUINTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 27/08/2026 a 02/09/2026, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Maria Marluce Caldas, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca.
Agosto 20261 evento
Intimação
D
Órgão
AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA QUINTA TURMA
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (AGRAVADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO (AGRAVADO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (IMPETRADO), 1. MARCELO LUCENA DA SILVA (AGRAVANTE)
Advogados
GABRIEL DE ALMEIDA DOMINGUES (OAB 171358/RJ), MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (OAB 37268/PE), AURÉLIO REZENDE SILVEIRA (OAB 42293/DF), GIOVANE SAMPAIO ROCHA (OAB 65290/PE)
AgRg no HC 1057086/PE (2025/0475145-0)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOAGRAVANTE:MARCELO LUCENA DA SILVAADVOGADOS:AURÉLIO REZENDE SILVEIRA - DF042293MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO - PE037268GABRIEL DE ALMEIDA DOMINGUES - RJ171358GIOVANE SAMPAIO ROCHA - PE065290AGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCOIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCOProcesso incluído na Pauta de Julgamentos da QUINTA TURMA, Sessão Virtual do dia 27/08/2026 00:00:00, com encerramento no dia 02/09/2026 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
Junho 20261 evento
Intimação
D
Órgão
SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (IMPETRADO), 1. MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (IMPETRANTE)
Advogados
GABRIEL DE ALMEIDA DOMINGUES (OAB 171358/RJ), MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (OAB 37268/PE), AURÉLIO REZENDE SILVEIRA (OAB 42293/DF), GIOVANE SAMPAIO ROCHA (OAB 65290/PE)
HC 1057086/PE (2025/0475145-0)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:MADSON RODRIGO DE AQUINO MELOADVOGADOS:AURÉLIO REZENDE SILVEIRA - DF042293GABRIEL DE ALMEIDA DOMINGUES - RJ171358GIOVANE SAMPAIO ROCHA - PE065290IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCOPACIENTE:MARCELO LUCENA DA SILVAADVOGADOS:AURÉLIO REZENDE SILVEIRA - DF042293MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO - PE037268INTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em favor de MARCELO LUCENA DA SILVA contra ato proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO.
Consta nos autos que o paciente encontra-se preso preventivamente desde 20/10/2025, pela suposta prática do delito previsto no artigo 217-A do Código Penal, imputado como ocorrido em desfavor de seu filho menor, após prisão em flagrante em 05/10/2025 e concessão de liberdade provisória com medidas cautelares em 06/10/2025.
Irresignada, a defesa impetrou habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de origem, que denegou a ordem em acórdão às fls. 18-27.
Neste writ, o impetrante sustenta, em suma, a ausência de fundamentação concreta e idônea da decisão que decretou a prisão preventiva em desfavor do paciente ponderando suas condições pessoais favoráveis.
Afirma insuficiência probatória das supostas ameaças à genitora da vítima, consignando que há apenas relato em depoimento policial, sem elementos de corroboração, sem inquérito específico, sem testemunhas e sem registros adicionais, o que não justificaria a medida extrema sob o fundamento de risco à instrução.
Sustenta que não houve fato novo entre a liberdade provisória concedida em 06/10/2025 e a decretação da preventiva em 20/10/2025, e que qualquer suposta ameaça seria anterior e já deveria ter sido considerada na audiência de custódia.
Defende a desproporcionalidade da prisão e a possibilidade de substituição por medidas cautelares alternativas, nos termos do do Código de Processo Penal.
2025
2 eventos
Dezembro 20252 eventos
Intimação
D
Órgão
SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (IMPETRADO), 1. MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (IMPETRANTE)
Advogados
MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (OAB 37268/PE), GIOVANE SAMPAIO ROCHA (OAB 65290/PE)
HC 1057086/PE (2025/0475145-0)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:MADSON RODRIGO DE AQUINO MELOADVOGADOS:MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO - PE037268GIOVANE SAMPAIO ROCHA - PE065290IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCOPACIENTE:MARCELO LUCENA DA SILVAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em favor de MARCELO LUCENA DA SILVA contra ato proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO.
Consta nos autos que o paciente encontra-se preso preventivamente desde 20/10/2025, pela suposta prática do delito previsto no artigo 217-A do Código Penal, imputado como ocorrido em desfavor de seu filho menor, após prisão em flagrante em 05/10/2025 e concessão de liberdade provisória com medidas cautelares em 06/10/2025.
Irresignada, a defesa impetrou habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de origem, que denegou a ordem em acórdão às fls. 18-27.
Neste writ, o impetrante sustenta, em suma, a ausência de fundamentação concreta e idônea da decisão que decretou a prisão preventiva em desfavor do paciente ponderando suas condições pessoais favoráveis.
Afirma insuficiência probatória das supostas ameaças à genitora da vítima, consignando que há apenas relato em depoimento policial, sem elementos de corroboração, sem inquérito específico, sem testemunhas e sem registros adicionais, o que não justificaria a medida extrema sob o fundamento de risco à instrução.
. Sustenta que não houve fato novo entre a liberdade provisória concedida em 06/10/2025 e a decretação da preventiva em 20/10/2025, e que qualquer suposta ameaça seria anterior e já deveria ter sido considerada na audiência de custódia.
Defende a desproporcionalidade da prisão e a possibilidade de substituição por medidas cautelares alternativas, nos termos do artigo 319 do Código de Processo Penal.
Requer a revogação da prisão preventiva ou, subsidiariamente, sua substituição por medidas cautelares diversas.
Requer a revogação da prisão preventiva ou, subsidiariamente, sua substituição por medidas cautelares diversas.
Liminar indeferida às fls. 119-121.
Informações prestadas às fls. 137-194 e 478-764.
O Ministério Público Federal em parecer, às fls. 769-778, manifestou-se pela denegação da ordem.
É o relatório. DECIDO.
A análise da decisão que decretou a prisão preventiva, permite a conclusão de que a prisão cautelar imposta encontra-se devidamente fundamentada para a garantida da ordem pública, em razão da gravidade concreta da conduta atribuída, haja vista que, o paciente teria praticado o crime de estupro de vulnerável contra a vítima, seu próprio filhoque contava com apenas 5 anos de idade à época dos fatos. A genitora da vítima, ao tomar conhecimento de que o acusado, com quem o filho cumpria regime de visitação, encontrava-se em casa consumindo bebidas alcoólicas e drogas na presença da criança, dirigiu-se ao local para resgatá-la. Ao adentrar no quarto, flagrou o acusado deitado na cama com o filho, ambos cobertos por um edredom; ao levantar o lençol, constatou que o paciente mantinha a mão no órgão genital da criança, praticando ato libidinoso. Ato contínuo, a mãe retirou o menor do local e, no trajeto para a delegacia, este relatou: “Mamãe, o papai me acordou, mexeu na minha pitoca e eu não gostei, e ele também me beijou na boca muito forte” - fl. 21.
Insta consignar que a gravidade em concreto do crime e a periculosidade do agente, evidenciada pelo modus operandi, constituem fundamentação idônea para a decretação da custódia preventiva.
A propósito:
"O modus operandi utilizado pelo recorrente, que se aproveitava das relações próximas e estreitas com a vítima, sua enteada, para abusar sexualmente dela, são circunstâncias que justificam a manutenção da prisão preventiva" (RHC n. 217.403/PA, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 25/8/2025.)
"A prisão preventiva foi mantida com base em elementos concretos extraídos dos autos, como a gravidade da conduta. A narrativa da ofendida, menor de idade, indica conduta típica de estupro de vulnerável, praticada em contexto de autoridade e confiança familiar. Além da gravidade, o abalo psicológico da vítima e a necessidade de garantir sua integridade física e emocional, justificam a adoção da medida mais gravosa" (AgRg no RHC n. 215.841/MG, relator Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, DJEN de 17/6/2025.)
Nesse sentido: AgRg no RHC n. 191.872/MG, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe de 23/5/2024; AgRg no RHC n. 192.434/PA, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJe de 3/5/2024; AgRg nos EDcl no HC n. 821.980/SP, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJe de 18/4/2024 e AgRg no HC n. 870.815/SE, relator Ministro Jesuíno Rissato (Desembargador Convocado do TJDFT), Sexta Turma, DJe de 18/4/2024.
Destacou, ainda, a decisão que decretou a segregação cautelar que o acusado teria proferido ameaças contra a genitora da vítima - fl. 22.
Com efeito, a atuação do agente, ao intimidar ou ameaçar testemunha ou vítima, constitui motivo idôneo e suficiente para a decretação ou manutenção da prisão preventiva, seja para a conveniência da instrução criminal, seja para a garantia da ordem pública, diante da necessidade de impedir que tal conduta comprometa a veracidade dos fatos que se buscam apurar.
Sobre o tema:
"RECURSO EM HABEAS CORPUS. ESTUPRO TENTADO E AMEAÇA. PRISÃO PREVENTIVA. [...] GRAVIDADE CONCRETA DA CONDUTA. RESGUARDO DA ORDEM PÚBLICA. MODUS OPERANDI. CONVENIÊNCIA DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. AMEAÇA À VÍTIMA. MOTIVAÇÃO IDÔNEA" (RHC n. 224.709/BA, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 27/11/2025.)
"A notícia de perturbação causada pelo agente no curso da persecução penal tolhendo, de qualquer forma, a atuação da testemunha em sua ampla liberdade de prestar declarações acerca dos fatos em apuração, é motivo sobejo para a decretação da prisão preventiva para conveniência da instrução criminal" (AgRg no HC n. 872.139/SP, relator Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, DJe de 10/9/2024.)
Quanto à afirmada inidoneidade da fundamentação atinente aos indícios de autoria e materialidade criminosas, destacou o acórdão recorrido que "versando a hipótese em exame sobre crimes contra a dignidade sexual, a palavra da vítima obtém especial relevo, para provar os indícios suficientes da autoria e materialidade desses delitos. E neste toar, em vista das declarações da vítima e testemunhas, colhidas em sede inquisitorial, restam bem delineados a materialidade e os indícios de autoria" - fl. 22.
Cumpre registrar que a propositura da ação penal exige tão somente a presença de indícios mínimos de autoria, não sendo exigida a certeza, que a toda evidência somente será comprovada ou afastada após a instrução probatória, prevalecendo, na fase de oferecimento da denúncia, o princípio da busca da verdade real.
De mais a mais, a sentença condenatória, ainda não foi prolatada pela instância de origem, oportunidade em que o juízo singular, após a devida instrução criminal, poderá analisar com maior profundidade a dinâmica fático-probatória dos autos. Por essa razão, não é possível afastar as premissas fáticas estabelecidas no acórdão recorrido, uma vez que tal providência demandaria incursão aprofundada no conjunto probatório, o que se revela incompatível com os estreitos limites do habeas corpus.
Sobre o tema:
A análise de suposta fragilidade da materialidade e dos indícios de autoria demanda reexame aprofundado do conjunto probatório, providência incompatível com a via estreita do habeas corpus" (HC n. 1.027.835/PR, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, DJEN de 27/4/2026.)
Por fim, ressalta-se que a presença de circunstâncias pessoais favoráveis, tais como primariedade, ocupação lícita e residência fixa, não tem o condão de garantir a revogação da prisão se há nos autos elementos hábeis a justificar a imposição da segregação cautelar, como na hipótese. Pela mesma razão, não há que se falar em possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.
Ante o exposto, denego a ordem.
Publique-se. Intimem-se.
Relator
MESSOD AZULAY NETO
É o relatório. DECIDO.
Embora não haja previsão legal, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem admitido a concessão excepcional de medida liminar em habeas corpus para cessar de imediato eventual coação, se verificadas a verossimilhança da ilegalidade do ato impugnado e o perigo decorrente da demora na prestação jurisdicional. Nesse sentido:
“ [...] A concessão de liminar em habeas corpus constitui medida excepcional, uma vez que somente pode ser deferida quando demonstrado, de modo claro e indiscutível, ilegalidade no ato judicial impugnado.” (AgRg no HC n. 625.326/SP, Quinta Turma, Rel. Min. Ribeiro Dantas, DJe de 18/03/2022)
“[...] Por se tratar de medida que não encontra previsão legal, o pleito de liminar, em habeas corpus, deve ser deferido apenas em hipóteses excepcionalíssimas, de flagrante violação ou ameaça ao direito de locomoção do indivíduo, mediante demonstração da plausibilidade jurídica do direito tido como violado (fumus boni juris) e do perigo da demora na prestação jurisdicional invocada (periculum in mora), requisitos que não foram identificados na espécie.” (AgRg no HC n. 718.541/SP, Sexta Turma, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz, DJe de 21/02/2022)
Na espécie, sem adiantar juízo de mérito, não é possível identificar, em análise de cognição sumária, o constrangimento ilegal nem a presença do fumus boni iuris e do periculum in mora, requisitos exigidos para a concessão da tutela de urgência.
Assim, não obstante as razões apresentadas, é imprescindível a aferição dos elementos de convicção constantes dos autos para verificar a existência das ilegalidades sustentadas.
Por tais razões, indefiro o pedido liminar.
Solicitem-se, com urgência, informações atualizadas e pormenorizadas ao Juízo de primeiro grau bem como ao tribunal de origem, a serem prestadas, preferencialmente, pela Central de Processo Eletrônico - CPE do STJ.
Após, encaminhem-se os autos ao Ministério Público Federal para Parecer.
Publique-se. Intimem-se.
Relator
MESSOD AZULAY NETO
Intimação
D
Órgão
SECRETARIA JUDICIÁRIA
Classe
HABEAS CORPUS
Destinatários
2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO (IMPETRADO), 1. MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (IMPETRANTE)
Advogados
MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO (OAB 37268/PE), GIOVANE SAMPAIO ROCHA (OAB 65290/PE)
HC 1057086/PE (2025/0475145-0)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:MADSON RODRIGO DE AQUINO MELOADVOGADOS:MADSON RODRIGO DE AQUINO MELO - PE037268GIOVANE SAMPAIO ROCHA - PE065290IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCOPACIENTE:MARCELO LUCENA DA SILVAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCOProcesso distribuído pelo sistema automático em 02/12/2025.