Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (REQUERIDO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO (REQUERIDO), 1. A H DA S (REQUERENTE)
- Advogados
- ITAMAR CRIVELARI MUNIZ (OAB 354563/SP), OTAVIO ALVES MUNIZ (OAB 485249/SP)
RCD no HC 986239/SP (2025/0072801-2)RELATOR:MINISTRO SEBASTIÃO REIS JÚNIORREQUERENTE:A H DA SADVOGADOS:ITAMAR CRIVELARI MUNIZ - SP354563OTAVIO ALVES MUNIZ - SP485249REQUERIDO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALREQUERIDO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULOIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Trata-se de pedido de reconsideração apresentado pelo impetrante em favor de A H DA S da decisão de minha relatoria, na qual indeferi liminarmente a inicial, à vista dos fundamentos sintetizados na seguinte ementa (fl. 65):
HABEAS CORPUS. ESTUPRO DE VULNERÁVEL. PRISÃO PREVENTIVA. NEGATIVA DE AUTORIA. REEXAME DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. FUNDAMENTAÇÃO DA PRISÃO. INSTRUÇÃO DEFICIENTE NO PONTO. AUSÊNCIA DE DOCUMENTOS ESSENCIAIS À ANÁLISE DAS ALEGAÇÕES. EXIGÊNCIA DE PROVA PRÉ-CONSTITUÍDA. ÔNUS DO IMPETRANTE.
Inicial indeferida liminarmente.
Requer a defesa, em síntese, a reconsideração da decisão agravada, ao tempo em que colaciona a cópia dos documentos que não constavam dos autos.
É o relatório.
Devidamente instruído o feito, passo à análise da insurgência apresentada.
O presente writ, com pedido de liminar, impetrado em benefício de A H DA S – preso preventivamente como incurso no art. 217-A, caput, do Código Penal (Processo n. 1500485-85.2024.8.26.0550) –, em que se aponta como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO, que denegou a ordem no HC n. 2000094-40.2025.8.26.0000, não comporta processamento.
Com efeito, busca a impetração a revogação da prisão cautelar imposta pelo Juízo da Vara do Plantão de Rio Claro/SP, ao argumento de constrangimento ilegal em razão da ausência de fundamentação idônea e de não existirem provas concretas acerca da autoria do paciente no crime.
Os autos vieram a mim conclusos por prevenção do HC n. 976.208/SP.
Ocorre que inexiste o alegado constrangimento.
