Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL (IMPETRADO), 1. MARLOS VICTOR ROSA PEREIRA (IMPETRANTE)
- Advogados
- YASMIN JAPIASSU DE SOUZA (OAB 059534/GO), GUILHERME JUNIOR PAULI (OAB 052721/GO), MARLOS VICTOR ROSA PEREIRA (OAB 052698/GO)
HC 997361/MS (2025/0138995-0)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOPACIENTE:M R DE FIMPETRANTE:MARLOS VICTOR ROSA PEREIRAADVOGADOS:MARLOS VICTOR ROSA PEREIRA - GO052698YASMIN JAPIASSU DE SOUZA - GO059534GUILHERME JUNIOR PAULI - GO052721INTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SULIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus com pedido de liminar impetrado em favor de M R DE F em que se aponta como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL.
Depreende-se dos autos que o o paciente encontra-se preso preventivamente desde 14/4/2025, por suposta prática do delito descrito no art. 24-A da Lei n. 11.340/2006.
Sustenta que “a prisão preventiva não analisa a gravidade do suposto crime praticado pelo agente, e sim a gravidade que a liberdade do acusado trará para a ordem pública, a ordem econômica, a instrução processual e a aplicação da Lei Penal” (fl. 6).
Afirma que “o Juiz a quo autor do decreto prisional não fundamentou sua decisão levando em consideração a real condição da necessidade de segregação do paciente” (fl. 7).
Alega que “o paciente possui condições pessoais favoráveis, é possuidor de endereço fixo em comarca distinta da suposta vítima das medidas protetivas, demonstrando de forma cristalina que a medida extrema não é adequada para o caso in tela” (fl. 5).
A Defesa destaca que “a prisão preventiva é de natureza subsidiária em relação às medidas cautelares diversas da prisão, regidas pelo art. 319 do Código de Processo Penal” (fl. 10).
Requer “a conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar em benefício do paciente MARCOS ROBERTO DE FREITAS, com fundamento nos artigos 1ª, inciso III, da Constituição Federal e 318, inciso II do Código de Processo Penal” (fl. 19).
É o relatório. .
