Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITORIOS (IMPETRADO), 1. BRUNO MACHADO KOS (IMPETRANTE)
- Advogado
- BRUNO MACHADO KOS (OAB 26485/DF)
HC 1121027/DF (2026/0338079-6)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:BRUNO MACHADO KOSADVOGADO:BRUNO MACHADO KOS - DF026485IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITORIOSPACIENTE:JESSICA SALVINA DA COSTACORRÉU:CARLOS IZAÍAS SOUSA DE SOUSACORRÉU:CESAR BICOR DA COSTACORRÉU:CLÉBER DE ANDRADE PINHEIROCORRÉU:CRISLANE TEIXEIRA DA SILVACORRÉU:DANIEL SILVA DO NASCIMENTOCORRÉU:ELISETE SILVIA DE SOUSACORRÉU:EMANUEL PATRICK DA SILVACORRÉU:FAIANE KARLA MITRE GOMESCORRÉU:GIUVANE FERREIRA DE ARAÚJOCORRÉU:GUILHERME DA SILVA DUQUECORRÉU:JONATAN DE SOUSA MARQUESCORRÉU:RAPHAEL DA SILVA MITRECORRÉU:RONALDO ANTONIO DE OLIVEIRA PEREIRACORRÉU:THIAGO SANTOS DE ARAUJOCORRÉU:WASHINGTON LUIS BITENCOURT DE SOUSACORRÉU:WENDSON ARAÚJO BARBOSAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em favor de JÉSSICA SALVINA DA COSTA, apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS.
Consta dos autos que a paciente encontra-se presa preventivamente pela suposta prática dos crimes de associação para o tráfico (§ art. 35 c/c art. 40, V, da Lei 11.343/2006) e lavagem de dinheiro (art. 1º, caput, da Lei 9.613/1998) (fls. 286-288). A prisão preventiva foi decretada em 10/3/2026 e mantida em 28/3/2026.
A defesa impetrou habeas corpus ao Tribunal de origem, que denegou a ordem em acórdão de fls. 11-32.
No presente writ, a defesa sustenta a ausência de fundamentação concreta da decisão que decretou a segregação cautelar, afirmando caráter genérico e desproporção dos fundamentos, frente aos arts. 312 e 313 do Código de Processo Penal.
Afirma a não imputação do crime de tráfico de drogas à paciente, aduzindo que a capitulação por associação e lavagem não justificaria, por si, a custódia.
Pondera que a paciente possui condições pessoais favoráveis (primariedade, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita), circunstâncias suficientes para afastar a necessidade da prisão preventiva.
