Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (IMPETRADO), 1. FERNANDO FRANCO DA CRUZ (IMPETRANTE)
- Advogado
- FERNANDO FRANCO DA CRUZ (OAB 103842/RS)
HC 1123391/RS (2026/0353441-8)RELATORA:MINISTRA NILSONI DE FREITAS (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJDFT)IMPETRANTE:FERNANDO FRANCO DA CRUZADVOGADO:FERNANDO FRANCO DA CRUZ - RS103842IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULPACIENTE:CLEITON BRUM DE SOUZACORRÉU:BRUNA GRAZIELE VIANACORRÉU:CLAUDEMIR JOSE COELHOCORRÉU:CLAUDIOMIRO OTÁVIOCORRÉU:EDMAR GILMAR GRAFF SPERBCORRÉU:EDUARDO SILVEIRA RAELCORRÉU:FERNANDO FERNANDES HAIGERTCORRÉU:JOAO DA SILVA LEMOSCORRÉU:JOAO HERMES DA SILVA VIANACORRÉU:JOAO PEDRO DEPORTE DA SILVACORRÉU:JOAO PEDRO LIMA DOS SANTOSCORRÉU:JOSE AUGUSTO SILVA DA SILVACORRÉU:JULIANO BIRON DA SILVACORRÉU:LEONARDO BARBOSA DA SILVACORRÉU:LUCAS CAMARGO LARRATEOCORRÉU:LUCAS LEWIS PEREIRACORRÉU:MARCO ANTONIO KLEINKAUF JUNIORCORRÉU:ROBISON UILHAM DO MATTO VIANACORRÉU:RODRIGO VIANA RIBEIROCORRÉU:TIAGO ZIMMERMANN DE LIMACORRÉU:VALTAIR ORESTES RODRIGUES JUNIORCORRÉU:YURI FLUGRATH DOS SANTOSINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus impetrado em benefício de CLEITON BRUM DE SOUZA apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, nos autos do HC n. 5278753-81.2026.8.21.7000.
Consta dos autos que a prisão preventiva do paciente foi decretada em 2/6/2026, em razão da suposta prática do delito de comércio ilegal de arma de fogo.
A defesa impetrou habeas corpus perante o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Em 11/8/2026, o Relator indeferiu o pedido liminar e determinou o regular processamento da impetração.
Nesta Corte Superior, o impetrante sustenta a ocorrência de constrangimento ilegal, ao argumento de que a decisão que decretou a prisão preventiva não individualizou a conduta atribuída ao paciente nem apresentou elementos concretos capazes de demonstrar o perigo decorrente de sua liberdade.
Alega que a manutenção da custódia cautelar é desproporcional e carece de fundamentação idônea, além de não ter sido examinada a possibilidade de aplicação das medidas cautelares previstas no art. 319 do Código de Processo Penal.
Defende, nesse contexto, a violação dos arts. 312, 315, § 2º, e 319 do Código de Processo Penal, bem como do princípio da presunção de inocência, consagrado no , da Constituição Federal.
