Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (IMPETRADO), ROBERTO MAGALHAES DA SILVA JUNIOR (IMPETRANTE)
- Advogados
- ROBERTO MAGALHAES DA SILVA JUNIOR (OAB 202864/MG), MARCELINO ACIPRESTE (OAB 115255/MG)
HC 966411/MG (2024/0464250-2)RELATOR:MINISTRO OTÁVIO DE ALMEIDA TOLEDO (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJSP)IMPETRANTE:ROBERTO MAGALHAES DA SILVA JUNIORADVOGADOS:MARCELINO ACIPRESTE - MG115255ROBERTO MAGALHAES DA SILVA JUNIOR - MG202864IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAISPACIENTE:PEDRO HENRIQUE VILACA DE OLIVEIRAPACIENTE:NADSON NATAN BATISTA OSCARPACIENTE:WELLINGTON BATISTA DOS SANTOSINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em favor de PEDRO HENRIQUE VILACA DE OLIVEIRA, NADSON NATAN BATISTA e WELLINGTON BATISTA DOS SANTOS, alegando constrangimento ilegal por parte do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS no HC n. 1.0000.24.469608-4/000.
Consta dos autos que os pacientes estão presos preventivamente pela suposta prática do delito capitulado no art. 1º, I, a c/c parágrafo 3º da Lei n. 9455/97. Neste writ, a Defesa alega ausência de fundamentação idônea da decisão que decretou a prisão dos pacientes, salientando que as provas são baseadas exclusivamente nos relatos da vítima.
Sustenta que não se pode aferir o grau das supostas lesões corporais, haja vista a ausência de exame de corpo de delito. Ressalta as condições favoráveis dos paciente, como primariedade, ocupação lícita e endereço fixo. Aduz ser cabível a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, previstas no art.319 do CPP.
Requer, liminarmente e no mérito, a concessão da ordem para revogar a prisão dos pacientes, expedindo-se os respectivos alvarás de soltura. Subsidiariamente, requer a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.
O pedido liminar foi indeferido às fls. 108-110.
Informações prestadas às fls. 113-128.
O Ministério Público Federal manifestou-se, às fls. 132-141, opinando pela denegação da ordem.
É o relatório.
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