2. SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES (AGRAVANTE)
Autor
3. RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA (AGRAVADO)
Reu
4. JULIO TAKAO KUNIEDA (AGRAVADO)
Reu
5. LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA (AGRAVADO)
Reu
Advogados / Representantes
ANDRE MIELKE FORATO
OAB/SP 338359·CPF·Representa: Autor
MANUEL GONÇALVES PACHECO
OAB/SP 22358·CPF·Representa: Autor
MANUEL GONÇALVES PACHECO
OAB/SP 022358·CPF·Representa: Autor
ANDRE MIELKE FORATO
OAB/SP 338359·CPF·Representa: Réu
MANUEL GONÇALVES PACHECO
OAB/SP 22358·CPF·Representa: Réu
Movimentações
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
Processo distribuído pelo sistema automático em 26/11/2024.
19/09/2025, 00:00
Baixa Definitiva
30/05/2025, 15:03
Trânsito em julgado
30/05/2025, 15:03
Publicação
08/05/2025, 00:34
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
07/05/2025, 02:12
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
07/05/2025, 02:01
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 29/04/2025 a 05/05/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
07/05/2025, 00:00
Ato ordinatório
06/05/2025, 18:50
Não-Provimento
05/05/2025, 23:59
Mandado (entregue ao destinatário)
25/04/2025, 10:58
Publicação
15/04/2025, 01:00
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
14/04/2025, 01:11
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da QUARTA TURMA, Sessão Virtual do dia 29/04/2025 00:00:00, com encerramento no dia 05/05/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 29/04/2025 a 05/05/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
07/05/2025, 00:00
Ato ordinatório
06/05/2025, 18:50
Não-Provimento
05/05/2025, 23:59
Mandado (entregue ao destinatário)
25/04/2025, 10:58
Publicação
15/04/2025, 01:00
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
14/04/2025, 01:11
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da QUARTA TURMA, Sessão Virtual do dia 29/04/2025 00:00:00, com encerramento no dia 05/05/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
14/04/2025, 00:00
Inclusão em pauta
11/04/2025, 14:23
Conclusão (para decisão)
24/02/2025, 17:31
Documento (Certidão)
24/02/2025, 17:00
Documento (Certidão)
24/02/2025, 17:00
Documento (Certidão)
24/02/2025, 17:00
Publicação
30/01/2025, 11:28
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
29/01/2025, 01:07
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
Vista à(s) parte(s) agravada(s) para impugnação do Agravo Interno (AgInt).
29/01/2025, 00:00
Ato ordinatório
28/01/2025, 17:30
Petição (Agravo (inominado/ legal))
28/01/2025, 17:01
Protocolo de Petição
28/01/2025, 16:44
Publicação
17/12/2024, 00:44
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
16/12/2024, 02:12
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2784911/SP (2024/0412557-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES
AGRAVANTE: SANCIA DA NATIVIDADE PIRES RODRIGUES
ADVOGADO: MANUEL GONÇALVES PACHECO - SP022358
AGRAVADO: RIFLEX SERVICO DE APOIO ADMINISTRATIVOS LTDA
AGRAVADO: JULIO TAKAO KUNIEDA
AGRAVADO: LUCIA APARECIDA BEZERRA KUNIEDA
ADVOGADO: ANDRE MIELKE FORATO - SP338359
DECISÃO Trata-se de agravo (art. 1.042 do NCPC), interposto por ANTONIO JOAQUIM RODRIGUES e OUTRA, contra decisão que não admitiu recurso especial, ante a aplicação da Súmula 07 do STJ. Nas razões de agravo, a parte insurgente busca o destrancamento do reclamo. Contraminuta apresentada às fls. 439/440 (e-STJ). É o relatório. Decido. O recurso não é admissível, por violação ao princípio da dialeticidade. 1. Observa-se das razões do agravo, que a parte recorrente não refutou analiticamente como lhe deveria o fundamento de inadmissão da decisão agravada. 1.1. A decisão de inadmissibilidade na origem pontuou expressamente que: Além disso, ao decidir da forma impugnada, a D. Turma Julgadora o fez diante das provas e das circunstâncias fáticas próprias do processo sub judice, certo que as razões do recurso ativeram-se a uma perspectiva de reexame desses elementos. Mas isso é vedado pelo enunciado na Súmula 7 do E. Superior Tribunal de Justiça. Sua fundamentação se deu pela leitura das razões de decidir do acórdão ora recorrido: Cuida-se de ação de reparação de danos materiais e lucros cessantes, decorrente de locação de imóveis, julgada parcialmente procedente. Infere-se dos elementos dos autos que as partes celebraram contrato de locação comercial em 29 de dezembro de 2003, perdurando a avença por mais de 20 anos, com aditamentos e renovações sucessivas, tendo a locatária desocupado o local em março/2022. Não foi produzido laudo de vistoria de saída, tendo a inicial relacionado os reparos necessários no imóvel, porém com base apenas em orçamentos e comprovantes de gastos (recibos e notas fiscais). E nos demais documentos juntados, sequer há algum que possibilite admitir a alegação de concordância ou ciência com os termos dos orçamentos por parte da locatária e fiadores. As provas dos autos são, pois, indiscutivelmente unilaterais e não se prestam a demonstrar os fatos constitutivos do direito pleiteado na inicial. Da simples leituras dos autos, observa-se que a convicção decisória foi firmada exclusivamente a partir das provas realizadas na instrução probatória da demanda. Logo, a aplicação da Súmula 07 do STJ foi correta e devidamente motivada. O recurso almeja apenas o reexame de todo o caderno probatório da demanda, restando, portanto, dissociado da função uniformizadora do recurso especial, a atrair o teor da Súmula 7/STJ. Ressalte-se, ademais, que o recurso especial tem sido reiteradamente desrespeitado quanto à sua função uniformizadora, sendo utilizado como se fosse uma segunda apelação para viabilizar uma terceira revisão do caso individual, como aqui se tem. 1.2. Como já foi dito, o Tribunal de origem, em juízo de inadmissibilidade, pontuou expressamente que o recurso almeja apenas o reexame de todo o caderno probatório da demanda, restando, portanto, dissociado da função uniformizadora do recurso especial, a atrair o teor da Súmula 7/STJ. Todavia, nas razões do agravo, a parte insurgente repisou os argumentos do apelo extremo e sustentou - apenas com o argumento retórico da revaloração das provas - a inaplicabilidade da Súmula 7/STJ, deixando de atender a dialeticidade recursal. Massivamente o Superior Tribunal de Justiça tem sido abarrotado de demandas que distorcem a finalidade do recurso especial, em que a revisão casuística de fatos são ventilados com a roupagem de revaloração jurídica para viabilizar um nova reapreciação da lide individual. Não é possível dar guarida a essas pretensões. A propósito, com relação à Súmula 7/STJ, esta eg. Quarta Turma, nos autos do AGInt no ARESp n. 1.490.629/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, DJe 25/08/2021, firmou o entendimento de que "a alegação genérica de que o tema discutido no recurso especial representa matéria de direito (incluídas aí as hipóteses de qualificação jurídica dos fatos e valoração jurídica das provas), e não fático-probatória, não é apta a impugnar, de modo específico, o fundamento da decisão atacada. Ao revés, deve a parte agravante refutar o citado óbice mediante a exposição da tese jurídica desenvolvida no recurso especial e a demonstração da adoção dos fatos tais quais postos nas instâncias ordinárias.". Eis a ementa do referido julgado: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA AOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO PROFERIDA PELO TRIBUNAL DE ORIGEM. PRINCIPIO DA DIALETICIDADE. ART. 932, III, DO CPC DE 2.015. INSUFICIÊNCIA DE ALEGAÇÃO GENÉRICA. 1. À luz do princípio da dialeticidade, que norteia os recursos, compete à parte agravante, sob pena de não conhecimento do agravo em recurso especial, infirmar especificamente os fundamentos adotados pelo Tribunal de origem para negar seguimento ao reclamo. 2. O agravo que objetiva conferir trânsito ao recurso especial obstado na origem reclama, como requisito objetivo de admissibilidade, a impugnação específica aos fundamentos utilizados para a negativa de seguimento do apelo extremo, consoante expressa previsão contida no art. 932, III, do CPC de 2.015 e art. 253, I, do RISTJ, ônus da qual não se desincumbiu a parte insurgente, sendo insuficiente alegações genéricas de não aplicabilidade do óbice invocado. 3. Esta Corte, ao interpretar o previsto no art. 932, parágrafo único, do CPC/2015 (o qual traz disposição similar ao § 3º do art. 1.029 do do mesmo Código de Ritos), firmou o entendimento de que este dispositivo só se aplica para os casos de regularização de vício estritamente formal, não se prestando para complementar a fundamentação de recurso já interposto. 4. Agravo interno não provido. (AgInt no AREsp 1490629/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 05/08/2021, DJe 25/08/2021) [grifou-se] 1.3. Ora, como restou asseverado, por esta relatoria, no julgamento do AgInt no AREsp n.º 1.519.438/SP, quanto à técnica de conhecimento recursal da decisão de inadmissão do apelo nobre pela instância a quo, que a Corte Especial do STJ fixou orientação de que a decisão de inadmissão do recurso especial é incindível em capítulos autônomos, tornando imprescindível a impugnação específica de todos os seus fundamentos. Precedentes: EAREsp 746.775/PR, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, Rel. p/ Acórdão Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, CORTE ESPECIAL, julgado em 19/09/2018, DJe 30/11/2018; EAREsp 831.326/SP, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, Rel. p/ Acórdão Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, CORTE ESPECIAL, julgado em 19/09/2018, DJe 30/11/2018; EAREsp 701.404/SC, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, Rel. p/ Acórdão Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, CORTE ESPECIAL, julgado em 19/09/2018, DJe 30/11/2018. Transcreve-se, para melhor compreensão, o seguinte trecho registrado na ementa de todos os julgados acima citados: A decisão que não admite o recurso especial tem como escopo exclusivo a apreciação dos pressupostos de admissibilidade recursal. Seu dispositivo é único, ainda quando a fundamentação permita concluir pela presença de uma ou de várias causas impeditivas do julgamento do mérito recursal, uma vez que registra, de forma unívoca, apenas a inadmissão do recurso. Não há, pois, capítulos autônomos nesta decisão. Tem-se, assim, que a recente jurisprudência desta Corte, à luz do princípio da dialeticidade, que norteia os recursos, é no sentido de que deve a parte recorrente impugnar especificamente o fundamento suficiente para manter o decisum recorrido, de maneira a demonstrar que o juízo de admissibilidade do Tribunal de origem merece ser modificado, ante a sua impropriedade, o que não se vislumbra no recurso em questão. Desta forma, irrefutável a incidência da Súmula 182 do STJ, porquanto inexistiu ataque específico a todos os fundamentos da decisão que obstou a ascensão do recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça. 2. Ante o exposto, não conheço do reclamo. Publique-se. Intimem-se.
16/12/2024, 00:00
Ato ordinatório
13/12/2024, 18:00
Não Conhecimento de recurso (Agravo em recurso especial)