Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
ADVOGADOS: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
AILTON JUNIOR DE OLIVEIRA SILVA - DF033810
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 11/11/2025 a 17/11/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
19/11/2025, 00:00
Ato ordinatório
18/11/2025, 13:50
Não-Provimento
17/11/2025, 23:59
Publicação
24/10/2025, 00:35
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
23/10/2025, 02:38
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
23/10/2025, 02:06
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
ADVOGADOS: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
AILTON JUNIOR DE OLIVEIRA SILVA - DF033810
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da QUARTA TURMA, Sessão Virtual do dia 11/11/2025 00:00:00, com encerramento no dia 17/11/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
ADVOGADOS: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
AILTON JUNIOR DE OLIVEIRA SILVA - DF033810
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 11/11/2025 a 17/11/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
19/11/2025, 00:00
Ato ordinatório
18/11/2025, 13:50
Não-Provimento
17/11/2025, 23:59
Publicação
24/10/2025, 00:35
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
23/10/2025, 02:38
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
23/10/2025, 02:06
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
ADVOGADOS: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
AILTON JUNIOR DE OLIVEIRA SILVA - DF033810
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da QUARTA TURMA, Sessão Virtual do dia 11/11/2025 00:00:00, com encerramento no dia 17/11/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
23/10/2025, 00:00
Inclusão em pauta
22/10/2025, 16:29
Conclusão (para decisão)
24/09/2025, 11:45
Petição (Impugnação)
23/09/2025, 16:56
Protocolo de Petição
23/09/2025, 16:44
Publicação
02/09/2025, 01:07
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
01/09/2025, 01:03
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
ADVOGADO: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
Vista à(s) parte(s) agravada(s) para impugnação do Agravo Interno (AgInt).
01/09/2025, 00:00
Ato ordinatório
29/08/2025, 19:00
Petição (Agravo (inominado/ legal))
29/08/2025, 18:36
Protocolo de Petição
29/08/2025, 18:10
Publicação
08/08/2025, 00:35
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
07/08/2025, 01:06
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
ADVOGADO: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
DECISÃO Cuida-se de agravo (art. 1.042 do CPC/15) interposto por SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA em face da decisão acostada às fls. 355-358 e-STJ que, em juízo prévio de admissibilidade, inadmitiu o recurso especial manejado pelo ora agravante. Essencialmente, a Corte de origem inadmitiu o apelo nobre sob os seguintes fundamentos: (i) óbice da Súmula 7/STJ; e, (ii) deficiência do cotejo analítico. Inconformado, interpôs o presente agravo em recurso especial (fls. 370-389 e-STJ), em síntese, aduzindo a inaplicabilidade do da Súmula 7/STJ e reiterando as teses de mérito do apelo nobre, Sem contraminuta. É o relatório. Decide-se. 1. O agravante, além de refutar genericamente o óbice da Súmula 7/STJ, não impugnou o fundamento relativo à deficiência do cotejo analítico. O agravo em recurso especial que deixa de afastar os fundamentos que levaram à inadmissão do recurso não deve ser conhecido, nos termos do artigo 932, inc. III, do CPC/15, que assim dispõe in verbis: Art. 932. Incumbe ao relator: [...] III - não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida; É dever da parte agravante (à luz do princípio da dialeticidade) demonstrar o desacerto do magistrado ao fundamentar a decisão impugnada, atacando especificamente o seu conteúdo, em sua totalidade, nos termos do art. 932, inc. III, do CPC/15, o que não ocorreu na espécie, uma vez que as razões apresentadas contra a decisão de inadmissibilidade do recurso especial não impugnam todos os fundamentos do decisum. A propósito, é o precedente da Corte Especial: PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA. IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DE TODOS OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO RECORRIDA. ART. 544, § 4º, I, DO CPC/1973. ENTENDIMENTO RENOVADO PELO NOVO CPC, ART. 932. 1. No tocante à admissibilidade recursal, é possível ao recorrente a eleição dos fundamentos objeto de sua insurgência, nos termos do art. 514, II, c/c o art. 505 do CPC/1973. Tal premissa, contudo, deve ser afastada quando houver expressa e específica disposição legal em sentido contrário, tal como ocorria quanto ao agravo contra decisão denegatória de admissibilidade do recurso especial, tendo em vista o mandamento insculpido no art. 544, § 4º, I, do CPC, no sentido de que pode o relator "não conhecer do agravo manifestamente inadmissível ou que não tenha atacado especificamente os fundamentos da decisão agravada" - o que foi reiterado pelo novel CPC, em seu art. 932. 2. A decisão que não admite o recurso especial tem como escopo exclusivo a apreciação dos pressupostos de admissibilidade recursal. Seu dispositivo é único, ainda quando a fundamentação permita concluir pela presença de uma ou de várias causas impeditivas do julgamento do mérito recursal, uma vez que registra, de forma unívoca, apenas a inadmissão do recurso. Não há, pois, capítulos autônomos nesta decisão. 3. A decomposição do provimento judicial em unidades autônomas tem como parâmetro inafastável a sua parte dispositiva, e não a fundamentação como um elemento autônomo em si mesmo, ressoando inequívoco, portanto, que a decisão agravada é incindível e, assim, deve ser impugnada em sua integralidade, nos exatos termos das disposições legais e regimentais. 4. Outrossim, conquanto não seja questão debatida nos autos, cumpre registrar que o posicionamento ora perfilhado encontra exceção na hipótese prevista no art. 1.042, caput, do CPC/2015, que veda o cabimento do agravo contra decisão do Tribunal a quo que inadmitir o recurso especial, com base na aplicação do entendimento consagrado no julgamento de recurso repetitivo, quando então será cabível apenas o agravo interno na Corte de origem, nos termos do art. 1.030, § 2º, do CPC. 5. Embargos de divergência não providos. (EAREsp 746.775/PR, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, Rel. p/ Acórdão Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, CORTE ESPECIAL, julgado em 19/09/2018, DJe 30/11/2018) [grifou-se] Ainda: AgInt no AREsp n. 2.224.460/DF, relator Ministro João Otávio de Noronha, Quarta Turma, julgado em 6/3/2023, DJe de 9/3/2023; e, AgInt no AREsp n. 2.200.031/PR, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 13/2/2023, DJe de 16/2/2023. Com efeito, para afastar a incidência da Súmula 7/STJ, deveria a parte demonstrar que o conhecimento da sua pretensão não demanda o reexame de fatos e provas, não bastando a mera afirmação de que busca o reconhecimento da contrariedade à lei federal e da divergência jurisprudencial, como foi o caso dos autos. Como bem esclarece a Ministra Nancy Andrighi, "na hipótese em que se pretende impugnar, no agravo em recurso especial, a incidência da Súmula 7 do STJ, deve a parte agravante não apenas mencionar que o referido enunciado deve ser afastado, mas também demonstrar que a solução da controvérsia independe do reexame dos elementos de convicção dos autos, avaliados pelas instâncias ordinárias, o que, neste processo, não foi feito" (AgInt no AREsp 1344236/SP, Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 18/02/2019, DJe 20/02/2019). A propósito, com relação à Súmula 7/STJ, esta eg. Quarta Turma, nos autos do AGInt no ARESp n. 1.490.629/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, DJe 25/08/2021, firmou o entendimento de que "a alegação genérica de que o tema discutido no recurso especial representa matéria de direito (incluídas aí as hipóteses de qualificação jurídica dos fatos e valoração jurídica das provas), e não fático-probatória, não é apta a impugnar, de modo específico, o fundamento da decisão atacada. Ao revés, deve a parte agravante refutar o citado óbice mediante a exposição da tese jurídica desenvolvida no recurso especial e a demonstração da adoção dos fatos tais quais postos nas instâncias ordinárias". Eis a ementa do referido julgado: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA AOS FUNDAMENTOS DA DECISÃO PROFERIDA PELO TRIBUNAL DE ORIGEM. PRINCIPIO DA DIALETICIDADE. ART. 932, III, DO CPC DE 2.015. INSUFICIÊNCIA DE ALEGAÇÃO GENÉRICA. 1. À luz do princípio da dialeticidade, que norteia os recursos, compete à parte agravante, sob pena de não conhecimento do agravo em recurso especial, infirmar especificamente os fundamentos adotados pelo Tribunal de origem para negar seguimento ao reclamo. 2. O agravo que objetiva conferir trânsito ao recurso especial obstado na origem reclama, como requisito objetivo de admissibilidade, a impugnação específica aos fundamentos utilizados para a negativa de seguimento do apelo extremo, consoante expressa previsão contida no art. 932, III, do CPC de 2.015 e art. 253, I, do RISTJ, ônus da qual não se desincumbiu a parte insurgente, sendo insuficiente alegações genéricas de não aplicabilidade do óbice invocado. 3. Esta Corte, ao interpretar o previsto no art. 932, parágrafo único, do CPC/2015 (o qual traz disposição similar ao § 3º do art. 1.029 do do mesmo Código de Ritos), firmou o entendimento de que este dispositivo só se aplica para os casos de regularização de vício estritamente formal, não se prestando para complementar a fundamentação de recurso já interposto. 4. Agravo interno não provido. (AgInt no AREsp 1490629/SP, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, QUARTA TURMA, julgado em 05/08/2021, DJe 25/08/2021) [grifou-se] Desta forma, cabia à parte insurgente apresentar fundamentos aptos a justificar, no caso, o porquê da aplicação do dispositivo não demandar - em contraste ao que concluiu a Corte local - a análise de fatos, obrigação processual da qual, a rigor, não se desincumbiu. Assim, deixou de infirmar, de forma específica, os fundamentos da decisão de inadmissibilidade do recurso especial. 2. Do exposto, com amparo no artigo 932, inc. III, do CPC/15, não se conhece do agravo em recurso especial e, com base no art. 85, § 11, do CPC/2015, majoram-se os honorários sucumbenciais em 10% (dez por cento), incidentes sobre o valor já arbitrado pela origem, em favor dos patronos da parte recorrida. Publique-se. Intimem-se. Relator
MARCO BUZZI
07/08/2025, 00:00
Ato ordinatório
05/08/2025, 20:00
Não Conhecimento de recurso (Agravo em recurso especial)
05/08/2025, 20:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADOS: RODRIGO DE OLIVEIRA MARINHO - AL008914
PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
LARISSA PEIXE DA SILVA - PE040216
ANA JÚLIA PEPEU GOMES - PE058668
ARTUR FERNANDES ROCHA BUONO CESAR - PE060430
AGRAVADO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
ADVOGADO: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669
Processo distribuído pelo sistema automático em 25/07/2025.
28/07/2025, 00:00
Conclusão (para decisão)
25/07/2025, 10:26
Redistribuição
25/07/2025, 10:15
Recebimento
24/07/2025, 18:35
Remessa (outros motivos)
24/07/2025, 18:31
Publicação
24/07/2025, 17:43
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
23/07/2025, 01:14
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADO: PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
AGRAVADO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
ADVOGADO: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669A
DECISÃO Distribua-se o feito, nos termos do art. 9º do RISTJ. Presidente
HERMAN BENJAMIN
23/07/2025, 00:00
Distribuição
21/07/2025, 23:10
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2904264/PE (2025/0123201-4)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
AGRAVANTE: SEVERINO RAFAEL DE ARRUDA
ADVOGADO: PEDRO HENRIQUE PEDROSA DE OLIVEIRA - PE030180
AGRAVADO: CAIXA ECONOMICA FEDERAL
ADVOGADO: ÂNGELA SAMPAIO CHICOLET MOREIRA KREPSKY - PR024669A
Processo distribuído pelo sistema automático em 23/04/2025.