Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO AFRÂNIO VILELA
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da SEGUNDA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 26/02/2026 a 04/03/2026, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Francisco Falcão, Maria Thereza de Assis Moura, Marco Aurélio Bellizze e Teodoro Silva Santos votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Teodoro Silva Santos.
06/03/2026, 00:00
Ato ordinatório
05/03/2026, 19:10
Não-Provimento
04/03/2026, 23:59
Publicação
06/02/2026, 00:57
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
05/02/2026, 02:31
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
05/02/2026, 02:04
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO AFRÂNIO VILELA
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da SEGUNDA TURMA, Sessão Virtual do dia 26/02/2026 00:00:00, com encerramento no dia 04/03/2026 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO AFRÂNIO VILELA
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da SEGUNDA TURMA, Sessão Virtual do dia 26/02/2026 00:00:00, com encerramento no dia 04/03/2026 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
05/02/2026, 00:00
Inclusão em pauta
04/02/2026, 17:04
Conclusão (para decisão)
17/11/2025, 15:32
Petição (Impugnação)
17/11/2025, 11:01
Protocolo de Petição
17/11/2025, 10:42
Publicação
05/11/2025, 00:43
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
04/11/2025, 01:23
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO AFRÂNIO VILELA
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
Vista à(s) parte(s) agravada(s) para impugnação do Agravo Interno (AgInt).
04/11/2025, 00:00
Ato ordinatório
31/10/2025, 08:00
Petição (Agravo (inominado/ legal))
30/10/2025, 20:01
Protocolo de Petição
30/10/2025, 19:46
Publicação
09/10/2025, 00:33
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
08/10/2025, 01:44
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO AFRÂNIO VILELA
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
DECISÃO Em análise, agravo interposto por CONSÓRCIO CBM-FIDENS-HAP-CONVAP E OUTRO contra decisão que inadmitiu o recurso especial em face de acórdão assim ementado: DIREITO TRIBUTÁRIO E ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. SENTENÇA CONCESSIVA EM PARTE. APELAÇÃO CÍVEL. PEDIDO DE CONCESSÃO INTEGRAL DA SEGURANÇA PARA DECLARAR ILEGAL ALÉM DO ATO DE INABILITAÇÃO DA INSCRIÇÃO DO APELANTE NA CACEAL, O ATO DE NEGATIVA DA AUTORIDADE FISCAL À EMISSÃO DE NOTA FISCAL DE SIMPLES REMESSA. NÃO CONHECIDO. A NEGATIVA DECORREU DA INATIVAÇÃO DO CADASTRO. A CONCESSÃO DA SEGURANÇA PARA REATIVAR O CADASTRO NA CACEAL OCASIONARÁ NA EMISSÃO DO DOCUMENTO, POIS FOI SUA CAUSA. PEDIDO PARA OBSTAR A EXIGÊNCIA DE DAC PELA AUTORIDADE POR SER "NÃO CONTRIBUINTE". AUSÊNCIA DE PROVA PRÉ-CONSTITUÍDA. RECURSO, CONHECIDO, EM PARTE, E NA PARTE CONHECIDA NÃO PROVIDO (fl. 375). Em seu recurso especial, a parte alega que esta Corte Superior afasta, "de forma nítida e contundente, a pretensão de exigência de ICMS das pessoas jurídicas prestadoras de serviço de engenharia " (fl. 395). Afirma que "Mesmo não sendo contribuinte de ICMS, por força de exigência legal contida no Regulamento de ICMS, do Estado de Alagoas (Decreto nº 35.245/91), o Recorrente efetivou inscrição no Cadastro de Contribuintes – CACEAL, sob o nº 24235605-2" (fl. 396), "não decorrendo a inscrição do Apelante da prática de fato gerador de ICMS, mas sim de cumprimento de obrigação legal" (fl. 397). Assevera que houve violação às "disposições contidas no art. 113, § 3º, do CTN quanto à natureza das obrigações acessórias, além de impor exigência tributária a quem não dá azo às operações de circulação de mercadorias para os fins da cobrança do ICMS, restando também violado o art. 97, I, do CTN" (fl. 400). Acrescenta que, ao decidir sobre a falta de interesse recursal, a Corte de origem violou o "art. 3º, arts. 17 e 19 do NCPC/2015 e as normas contidas no arts. 1º e 6º, da Lei nº 12.016/09, que tratam conjuntamente da garantia de jurisdição, do efetivo interesse de agir quanto à demonstração da ilegalidade (violação do art. 97, I, do CTN)" (fl. 401), além do art. 113, § 3º, do CTN. Contrarrazões apresentadas. Não conhecido o recurso em virtude da intempestividade (fls. 636/637), sobreveio decisão de reconsideração com base na QO no AREsp n. 2.638.376/MG (2024/0174279-0), da relatoria do Ministro Antônio Carlos Ferreira, DJEN/CNJ de 27.3.2025 (fl. 750). É o relatório. Decido. Atendidos os pressupostos de admissibilidade do agravo, o recurso especial não merece ser conhecido. O acórdão recorrido restou assim fundamentado: [...] 5. Considero presente os requisitos extrínsecos de admissibilidade recursal, tais quais, tempestividade, preparo, fls. 302/304. 6. Ainda em análise preliminar sobre o conhecimento do recurso, teço as seguintes considerações. Como demonstrado nos autos, a empresa impetrante foi impedida de extrair documento fiscal de mercadorias para "Simples Remessa", a qual exige o regulamento da CACEAL às empresas ali cadastradas que não estejam praticado o fato gerador do ICMS. Tal negativa, deu-se por motivo de seu cadastro ter sido inativado por comando das autoridades do Estado de Alagoas. 7. Ao questionar o motivo de tal cancelamento cadastral, a impetrante teve como reposta das autoridades fiscalizadoras do Estado o simples fato de ela ter sido omissa na apresentação do DAC (A Declaração de Atividades do Contribuinte é um documento informatizado destinado a coletar dados periódicos sobre as operações com mercadorias e prestações de serviços de transporte e comunicação, realizadas por contribuintes do ICMS, além de outros dados de interesse do fisco estadual). 8. A concessão da segurança em primeiro grau determinando a reativação de seu cadastro na CACEAL é capaz de solucionar a legitimação da empresa na emissão da Nota Fiscal de "Simples Remessa". Atendendo, por si, o efeito pretendido pela impetrante de assegurar o regular transporte das mercadorias às quais não incide o ICMS por serem implicadas na prestação do serviço de construção civil. 9. Contudo, não satisfeita com o pedido "c", a impetrante pretende atingir os fatos administrativos que antecederam a sua inatividade cadastral, qual seja, a exigência de DAC pelo Estado de Alagoas. 10. Pois bem. Quanto ao pedido "b" compreendo que não há interesse recursal da parte apelante, visto que atendido pela sentença que concedeu a segurança reativando o cadastro, o qual foi a causa da sua inativação. Desta maneira, não conheço neste ponto o recurso. 11. Lado outro, quanto ao pedido "c", considero-o independente da concessão já obtida fazendo possível o seu conhecimento já que, além do interesse, faz-se presente os demais pressupostos recursais. 12. Ainda em matéria preliminar, a extinção do processo sem julgamento do mérito por não concordância entre a fundamentação e o pedido na inicial foi trazida pelo Estado de Alagoas, em suas contrarrazões. Por motivo de prejudicialidade ao conhecimento do recurso, trago-a neste momento. 13. Em análise dos autos, vê-se que a fundamentação é suficientemente clara para que seja possível ser concedida a segurança perquerida. Assim como na sentença, considero preenchidos os requisitos do art. 319 do CPC, alinhado aos demais da Lei Específica 12.016/2009, e, por sua vez, rejeito a preliminar e conheço, em parte, do recurso. 14. Sabe-se que o mandado de segurança é uma ação constitucional que tem previsão legal no art. 5º, LXIX, da CF/88, e visa preservar direito líquido e certo ameaçado ou lesado por ato de autoridade, administrativa ou judicial. Encontra-se regulamentado na Lei n. 12.016/2009. 15. Vê-se que para a concessão da segurança é preciso que o autor demonstre em prova pré-constituída o direito objeto de violação. 16. O mandado de segurança figura como garantia fundamental do cidadão e da coletividade, conforme previsão expressa no art. 5º, LXIX, da CF, tratando-se de um remédio constitucional: [...] 17. Em Mandado de Segurança Individual e Coletivo, Aylton Bonomo júnior e Herme Zaneti Júnior trazem a seguinte premissa na análise do conceito de direito líquido e certo. [...] 18. Considerando o pedido "c", o qual foi dado conhecimento, a sentença de piso não concedeu a segurança por considerar que as obrigações acessórias não são atingidas pela condição de não contribuinte do imposto. 19. Tal fundamento foi contraditado em sede de apelação. Momento em que a recorrente alega que a inscrição no CACEAL não se confunde com "ser contribuinte" do imposto e que as obrigações acessórias, emissão de DAC, que caberiam ao "contribuinte" não a alcançariam. 20. Assim, traz a juízo o pedido de reforma da sentença com fito de que o Ente Público seja impedido de exigir a apresentação do DAC do inscrito como "não contribuinte". 21. Bem verdade que a condição de contribuinte do imposto está atrelada a prática (ato ou fato) do sujeito passivo do fato gerador tributário. A constituição da obrigação tributária depende da sujeição passiva e do fato gerador. 22. A exclusão da empresa de construção civil como não contribuinte do ICMS no transporte de mercadorias consumidas pelo processo de realização do serviço de construção é motivada pelo não preenchimento do suporte fático daquela operação em si, por lei. Pois, ainda que cadastrada como potencial contribuinte do ICMS, aquela operação específica sujeita a Nota Fiscal de "Simples Remessa" não faz parte da causa material de incidência do ICMS. 23. Assim, não há de ser confundida como causa a condição de contribuinte com eventual obrigação acessória imposta pela autoridade Fiscal decorrente da sua fiscalização. 24. Colhe-se o dispositivo do DECRETO Nº 998 DE 25 DE NOVEMBRO DE 2002: [...] 25. Apreende-se que só está excluída do dever as empresas substitutas. Não é o caso da impetrante. 26. Acreditando que a empresa impetrante é potencial contribuinte do ICMS a ela caberia demonstrar a não incidência do fato gerador, não pelo cadastro ou sua falta, e sim pela operação em si. 27. Contudo, fato é que tal análise demandaria uma instrução probatória mais complexa, pois não se tem informações por qual motivo a autoridade compreendeu por descumprida a obrigação acessória. O que não cabe em via de mandado de segurança. 28. Às contrarrazões, o Estado de Alagoas, entende que não há prova pré-constituída ao pedido concessivo para a reforma da sentença. Entende que o impetrante deveria ter juntado à petição inicial documentação comprobatória para demonstrar a regularização da declaração anual do contribuinte (DAC) e os arquivos do Sintegra. 29. Tal alegação corrobora ao meu entendimento de que a instrução probatória necessária à análise do pedido "c" não cabe pelas vias mandamentais. 30. Assim, mantenho a sentença de primeiro grau. DISPOSITIVO 31. Por todo o exposto, CONHEÇO, em parte, do presente Recurso para, no mérito, na parte conhecida, NEGAR-LHE PROVIMENTO. 32. É como voto (fls. 377-381, grifo nosso). Da análise dos autos é possível verificar que a pretensão da parte recorrente encontra óbice na Súmula 7/STJ. Isso porque, para alterar as conclusões do órgão julgador – quanto à necessidade de instrução probatória – seria imprescindível o reexame do acervo fático-probatório dos autos, providência vedada em sede de recurso especial, nos termos da Súmula 7/STJ. Nesse sentido: PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. MANDADO DE SEGURANÇA. ENERGIA ELETRICA. BEM ESSENCIAL. ICMS. ALÍQUOTA MAJORADA. TESE DEFINIDA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. MODULAÇÃO DOS EFEITOS. FUNDO DE COMBATE À POBREZA. ADICIONAL DE ATÉ DOIS PONTOS PERCENTUAIS À ALÍQUOTA DO IMPOSTO. VIOLAÇÃO DOS ARTS. 489 E 1.022 DO CPC/2015. NÃO OCORRÊNCIA. AFERIÇÃO DE PROVA-PRÉCONSTITUÍDA. EXAME DE PROVA. ARTIGOS DE LEI TIDOS POR VIOLADOS. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. INADMISSIBILIDADE. 1. Tendo o recurso sido interposto contra decisão publicada na vigência do Código de Processo Civil de 2015 - CPC/2015, devem ser exigidos os requisitos de admissibilidade na forma nele previsto, conforme Enunciado Administrativo n. 3/2016/STJ. 2. Não há violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 quando o órgão julgador, de forma clara e coerente, externa fundamentação adequada e suficiente à conclusão do acórdão embargado. 3. No caso dos autos, o órgão julgador a quo, ao julgar os embargos de declaração e atento à modulação dos seus efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal, no RE 714.139/SC (tema 745), para que a tese definida produza efeitos a partir de janeiro de 2024, com exceção as ações ajuizadas até 5 de fevereiro de 2021, anotou que o mandado de segurança foi impetrado em 27 de setembro de 2021 e, por isso, a pretensão mandamental não poderia ser acolhida. 4. No contexto, não se verifica violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, pois o mandado de segurança foi impetrado fora do período estabelecido na modulação, situação essa que autoriza a conclusão pela denegação do mandado de segurança inclusive com relação ao pedido relacionado ao Fundo de Combate à Pobreza, notadamente, em atenção à tese definida pelo Supremo Tribunal Federal, no RE 592.152/SE, segundo a qual, após a Emenda Constitucional n. 42/2003, são válidos os adicionais da alíquota de ICMS instituídos pelos Estados e pelo Distrito Federal para financiar os Fundos de Combate à Pobreza (tema 1305). 5. De outro lado, as Súmulas 7 do STJ e 282 do STF são empecilhos ao conhecimento do recurso especial, pois, sem reexame do acervo probatório, não há como se revisar a premissa de que não há prova pré-constituída do direito líquido e certo, ao tempo em que não foram prequestionados os artigos de leis federais invocados pela parte recorrente, uma vez que o órgão julgador a quo se limitou pela inadequação da via mandamental. 6. Agravo interno não provido. (STJ. AgInt no AREsp n. 2.537.779/SE, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, julgado em 10/2/2025, DJEN de 21/2/2025, grifo nosso). Isso posto, conheço do agravo, para não conhecer do recurso especial. Sem condenação em honorários advocatícios, nos termos do art. 25 da Lei 12.016/2009 e do enunciado da Súmula 105/STJ. Intimem-se. Relator
AFRÂNIO VILELA
08/10/2025, 00:00
Conhecimento para não conhecer do Recurso Especial
06/10/2025, 23:10
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO AFRÂNIO VILELA
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
Processo distribuído pelo sistema automático em 04/08/2025.
05/08/2025, 00:00
Conclusão (para decisão)
04/08/2025, 14:15
Redistribuição (sorteio)
04/08/2025, 14:00
Recebimento
04/08/2025, 13:15
Remessa (outros motivos)
04/08/2025, 13:06
Publicação
06/05/2025, 00:42
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
05/05/2025, 02:45
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
05/05/2025, 02:09
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
EDcl nos AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
EMBARGANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
EMBARGANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
EMBARGADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
DECISÃO Cuida-se de Agravo Interno interposto por CONSORCIO CBM-FIDENS, CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA contra a decisão de fls. 636/637, que não conheceu do recurso. Sustenta a parte agravante que, considerando a comprovação da suspensão dos prazos, o recurso é tempestivo. A parte agravada foi devidamente intimada para apresentar impugnação. É o relatório. Decido. Tendo em vista a previsão do art. 927, inciso V, do CPC, o julgado da Corte Especial na QO no AREsp n. 2.638.376/MG (2024/0174279-0), da relatoria do Ministro Antonio Carlos Ferreira, DJEN/CNJ de 27.3.2025, bem como a devida comprovação, por documento idôneo, de suspensão do prazo processual, o recurso é tempestivo. Assim, com fundamento no art. 1.021, § 2º, c/c art. 927, inciso V, ambos do CPC, reconsidero a decisão agravada e determino a distribuição dos autos. Publique-se. Intimem-se. Presidente
HERMAN BENJAMIN
05/05/2025, 00:00
Decisão anterior
29/04/2025, 22:10
Conclusão (para decisão)
14/03/2025, 15:45
Petição (Impugnação)
14/03/2025, 11:51
Protocolo de Petição
14/03/2025, 11:38
Publicação
26/02/2025, 00:52
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
25/02/2025, 01:27
Publicacao/Comunicacao
Intimação
EDcl nos AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
EMBARGANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
EMBARGANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
EMBARGADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
Vista à(s) parte(s) embargada(s) para impugnação dos Embargos de Declaração (EDcl).
25/02/2025, 00:00
Ato ordinatório
24/02/2025, 17:15
Petição (Embargos de declaração)
24/02/2025, 16:36
Protocolo de Petição
24/02/2025, 16:15
Publicação
17/02/2025, 00:49
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
14/02/2025, 02:01
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
14/02/2025, 02:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
DECISÃO Cuida-se de Agravo interposto por CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA e OUTRO, à decisão que inadmitiu Recurso Especial com fundamento no art. 105, III, da Constituição Federal. É o relatório. Decido. Por meio da análise do recurso de CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA e OUTRO, verifica-se que a parte recorrente foi intimada do acórdão recorrido em 30.03.2023, sendo o Recurso Especial interposto somente em 26.04.2023. O recurso é, pois, manifestamente intempestivo, porquanto interposto fora do prazo de 15 (quinze) dias úteis, nos termos do art. 994, VI, c/c os arts. 1.003, § 5º, 1.029, e 219, caput, todos do Código de Processo Civil. Caso exista nos autos prévia fixação de honorários advocatícios pelas instâncias de origem, determino sua majoração em desfavor da parte recorrente, no importe de 15% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão da gratuidade da justiça. Ante o exposto, com base no art. 21-E, V, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, não conheço do recurso. Publique-se. Intimem-se. Presidente
HERMAN BENJAMIN
14/02/2025, 00:00
Ato ordinatório
13/02/2025, 21:40
Não Conhecimento de recurso (Agravo em recurso especial)
13/02/2025, 21:40
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2841633/AL (2025/0013186-0)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
AGRAVANTE: CONSORCIO CBM-FIDENS
AGRAVANTE: CONSTRUTORA BARBOSA MELLO SA
ADVOGADOS: VINICIUS DE MATTOS FELICIO - MG074441
TIAGO ABREU GONTIJO - MG096242
DAVID MARTINS DE SOUZA - MG110500
MARCELA MARTINS DA COSTA LOPES - MG121615
CLARISSA DE ARAUJO ALVARENGA - MG112312
KAREN PRESOTI MONTEIRO DE CASTRO - MG192373
LUCAS EMANUEL FERREIRA PEREIRA - MG228805
GUILHERME VINICIUS MAGALHAES - MG143323
AGRAVADO: ESTADO DE ALAGOAS
ADVOGADOS: MAURÍCIO DE CARVALHO RÊGO - AL006486B
GUILHERME FALCÃO LOPES - PE027321
Processo distribuído pelo sistema automático em 04/02/2025.