Intimação
D- Órgão
- ALAGOINHAS > 2ª VARA DOS FEITOS DE RELAÇÕES DE CONSUMO, CÍVEIS E COMERCIAIS
- Classe
- PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
- Destinatários
- BANCO BMG S/A, IDARIO JOSE DO CARMO REIS
- Advogados
- JOAO FRANCISCO ALVES ROSA (OAB 17023/BA), MARCOS LOURENCO DE ANDRADE SANTOS (OAB 36308/BA), DAVI PINHEIRO DE MORAIS (OAB 66799/BA)
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 2ª V DOS FEITOS DE REL. DE CONS. CIVEIS E COMERCIAIS DE ALAGOINHAS
DECISÃO 8009841-50.2023.8.05.0004 Procedimento Comum Cível Jurisdição: Alagoinhas Autor: Idario Jose Do Carmo Reis Advogado: Davi Pinheiro De Morais (OAB:BA66799) Advogado: Marcos Lourenco De Andrade Santos (OAB:BA36308) Reu: Banco Bmg Sa Advogado: Joao Francisco Alves Rosa (OAB:BA17023) Decisão: PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 2ª V DOS FEITOS DE REL. DE CONS. CIVEIS E COMERCIAIS DE ALAGOINHAS Processo: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL n. 8009841-50.2023.8.05.0004 Órgão Julgador: 2ª V DOS FEITOS DE REL.
DE CONS. CIVEIS E COMERCIAIS DE ALAGOINHAS AUTOR: IDARIO JOSE DO CARMO REIS Advogado(s): DAVI PINHEIRO DE MORAIS (OAB:BA66799), MARCOS LOURENCO DE ANDRADE SANTOS (OAB:BA36308) REU: BANCO BMG SA Advogado(s): JOAO FRANCISCO ALVES ROSA (OAB:BA17023)
DECISÃO
Vistos, etc. Trata-se de ação indenizatória proposta por IDARIO JOSÉ DO CARMO REIS em face de BANCO BMG S.A., em que o autor pleiteia a restituição de valores descontados de seu benefício previdenciário, os quais alega serem indevidos, bem como a condenação do réu ao pagamento de indenização por danos morais, em razão da suposta contratação não reconhecida de cartão de crédito consignado e da aplicação da "Reserva de Margem Consignada" (RMC) sem sua anuência.
A controvérsia presente nos autos, relativa à legalidade da contratação de cartão de crédito consignado vinculado à RMC, está diretamente relacionada ao tema discutido no Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) n.º 8054499-74.2023.8.05.0000, já admitido por esta Corte de Justiça, o qual versa sobre a validade dessas contratações e a observância dos deveres de transparência e informação por parte das instituições financeiras, bem como sobre as consequências jurídicas da eventual configuração de erro substancial na contratação, à luz da boa-fé objetiva.
