Publicacao/Comunicacao
Intimação - DECISÃO
DECISÃO
AGRAVANTE: PEDRO DE JESUS CARVALHO NASCIMENTO Advogados: Dr. Henry Wall Gomes Freitas (OAB/PI 4344) e outros
AGRAVADO: BANCO ITAÚ BMG CONSIGNADO S/A. Advogado: Dr. José Almir Da Rocha Mendes Júnior (OAB/PI 2338) Relator: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF ACÓRDÃO Nº ___________________________ E M E N T A AGRAVO INTERNO EM APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DA DÍVIDA. EMPRÉSTIMO BANCÁRIO CANCELADO PELO BANCO. AUSÊNCIA DE DANOS. DECISÃO MANTIDA. I - No caso em apreço, restou comprovado que o contrato de empréstimo foi cancelado pela instituição financeira e que esta restituiu as duas únicas parcelas que haviam sido descontadas dos proventos do autor, não há que se falar em danos. II - A irresignação não merece acolhimento, tendo em vista que a parte agravante não logrou desenvolver argumentação apta a desconstituir os fundamentos adotados pela decisão recorrida, que ora submeto ao Colegiado para serem confirmados. A C Ó R D Ã O
Acórdão (expediente) - PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 a 16 de março de 2023. AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 0848894-25.2017.8.10.0001 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo Interno nº 0848894-25.2017.8.10.0001, em que figuram como partes os acima enunciados, ACORDAM os Desembargadores da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade, em NEGAR PROVIMENTO ao recurso, nos termos do voto do Relator. Participaram do julgamento os Senhores Desembargadores Jorge Rachid Mubárack Maluf - Relator, Kleber Costa Carvalho e Angela Maria Moraes Salazar. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Terezinha de Jesus Guerreiro. São Luís, 09 a 16 de março de 2023. Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Presidente e Relator
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DECISÃO
DECISÃO
AGRAVANTE: PEDRO DE JESUS CARVALHO NASCIMENTO Advogados: Dr. Henry Wall Gomes Freitas (OAB/PI 4344) e outros
AGRAVADO: BANCO ITAÚ BMG CONSIGNADO S/A. Advogado: Dr. José Almir Da Rocha Mendes Júnior (OAB/PI 2338) Relator: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF ACÓRDÃO Nº ___________________________ E M E N T A AGRAVO INTERNO EM APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DA DÍVIDA. EMPRÉSTIMO BANCÁRIO CANCELADO PELO BANCO. AUSÊNCIA DE DANOS. DECISÃO MANTIDA. I - No caso em apreço, restou comprovado que o contrato de empréstimo foi cancelado pela instituição financeira e que esta restituiu as duas únicas parcelas que haviam sido descontadas dos proventos do autor, não há que se falar em danos. II - A irresignação não merece acolhimento, tendo em vista que a parte agravante não logrou desenvolver argumentação apta a desconstituir os fundamentos adotados pela decisão recorrida, que ora submeto ao Colegiado para serem confirmados. A C Ó R D Ã O
Acórdão (expediente) - PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 09 a 16 de março de 2023. AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 0848894-25.2017.8.10.0001 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo Interno nº 0848894-25.2017.8.10.0001, em que figuram como partes os acima enunciados, ACORDAM os Desembargadores da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade, em NEGAR PROVIMENTO ao recurso, nos termos do voto do Relator. Participaram do julgamento os Senhores Desembargadores Jorge Rachid Mubárack Maluf - Relator, Kleber Costa Carvalho e Angela Maria Moraes Salazar. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Terezinha de Jesus Guerreiro. São Luís, 09 a 16 de março de 2023. Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Presidente e Relator
24/03/2023, 00:00
Não-Provimento
23/03/2023, 11:03
Petição (Petição (outras))
16/03/2023, 20:14
Mérito
16/03/2023, 20:06
Decurso de Prazo
14/03/2023, 04:33
Decurso de Prazo
07/03/2023, 09:44
Para julgamento de mérito
28/02/2023, 14:42
Conclusão (para julgamento)
24/02/2023, 15:36
Expedição de documento (Outros documentos)
24/02/2023, 15:36
Recebimento (competência exclusiva)
17/02/2023, 14:38
Remessa (outros motivos)
17/02/2023, 14:38
Pedido de inclusão em pauta virtual
17/02/2023, 14:38
Conclusão (para despacho)
08/11/2022, 11:14
Decurso de Prazo
08/11/2022, 04:38
Publicação
13/10/2022, 01:32
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
12/10/2022, 00:51
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Despacho
DESPACHO
AGRAVANTE: PEDRO DE JESUS CARVALHO NASCIMENTO Advogados: Dr. HENRY WALL GOMES FREITAS - OAB PI 4344 E OUTROS
AGRAVADO: BANCO ITAU BMG CONSIGNADOS S.A. Advogado: Dr. JOSÉ ALMIR DA ROCHA MENDES JUNIOR - OAB PI 2338 RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF DESPACHO Em homenagem ao princípio do contraditório, determino, com base no art. 1.021, §2º do CPC1, que seja intimado o agravado, para, no prazo de 15 (quinze) dias, se manifestar acerca do presente recurso. Publique-se e cumpra-se. São Luís, data do sistema. Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Relator 1Art. 1.021. Contra decisão proferida pelo relator caberá agravo interno para o respectivo órgão colegiado, observadas, quanto ao processamento, as regras do regimento interno do tribunal. § 1o Na petição de agravo interno, o recorrente impugnará especificadamente os fundamentos da decisão agravada. § 2o O agravo será dirigido ao relator, que intimará o agravado para manifestar-se sobre o recurso no prazo de 15 (quinze) dias, ao final do qual, não havendo retratação, o relator levá-lo-á a julgamento pelo órgão colegiado, com inclusão em pauta. § 3o É vedado ao relator limitar-se à reprodução dos fundamentos da decisão agravada para julgar improcedente o agravo interno. § 4o Quando o agravo interno for declarado manifestamente inadmissível ou improcedente em votação unânime, o órgão colegiado, em decisão fundamentada, condenará o agravante a pagar ao agravado multa fixada entre um e cinco por cento do valor atualizado da causa. § 5o A interposição de qualquer outro recurso está condicionada ao depósito prévio do valor da multa prevista no § 4o, à exceção da Fazenda Pública e do beneficiário de gratuidade da justiça, que farão o pagamento ao final.
Despacho (expediente) - PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL AGRAVO INTERNO NA Nº 0848894-25.2017.8.10.0001
11/10/2022, 00:00
Mero expediente
08/10/2022, 09:34
Conclusão (para despacho)
22/07/2022, 12:39
Decurso de Prazo
22/07/2022, 04:22
Petição (Petição (outras))
21/07/2022, 15:26
Publicação
30/06/2022, 00:37
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
29/06/2022, 00:28
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Decisão
DECISÃO
APELANTE: PEDRO DE JESUS CARVALHO NASCIMENTO Advogados: Dr. HENRY WALL GOMES FREITAS - OAB PI 4344 E OUTROS
APELADO: BANCO ITAU BMG CONSIGNADOS S.A. Advogado: Dr. JOSÉ ALMIR DA ROCHA MENDES JUNIOR - OAB PI 2338 Relator: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF APELAÇÃO CÍVEL. AçãO DECLARATÓRIA DE NULIDADE CONTRATUAL C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E INDENIZAÇÃO POR Danos Morais. EMPRÉSTIMO BANCÁRIO CANCELADO PELO BANCO. AUSÊNCIA DE DANOS. I - Uma vez comprovado que o empréstimo foi cancelado pela instituição financeira e que esta restituiu as duas únicas parcelas que haviam sido descontadas dos proventos do autor, não há que se falar em danos. II- Apelo desprovido. DECISÃO
Decisão (expediente) - PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL Nº 0848894-25.2017.8.10.0001
Trata-se de apelação cível interposta por Pedro de Jesus Carvalho Nascimento contra a sentença proferida pelo MM. Juiz de Direito da 12ª Vara Cível da Capital, à época o Dr. Sebastião Joaquim Lima Bonfim, que nos autos da ação anulatória ajuizada contra o banco ora apelado jugou improcedentes os pedidos da inicial. A parte autora ajuizou a referida ação requerendo a declaração de inexistência de contrato nº558169807, que aduz não ter sido por ela contratado, pugnando pela rescisão do contrato fraudulento, a devolução dos valores descontados indevidamente de seus proventos e uma indenização pelos danos morais. Em sua contestação, o Banco sustentou que o contrato em questão foi cancelado pelo próprio banco, e devolveu os valores descontados tendo em vista que o autor não foi receber a ordem de pagamento, bem como que a apenas duas parcelas foram descontadas, o que não configura danos morais. A sentença julgou improcedentes os pedidos. A parte autora interpôs o presente recurso requerendo a reforma da sentença, pois entende que o contrato seria fraudulento e que houve o desconto de parcelas, o que, a seu ver, enseja a reparação dos danos. Nas contrarrazões, o banco requereu a manutenção do julgado, reiterando os argumentos da contestação. Era o que cabia relatar. Passo a efetuar o julgamento de forma monocrática, amparado pelo artigo 932, IV, do NCPC1, que objetiva a celeridade da prestação jurisdicional e, ainda, desobstruir a pauta dos Tribunais, permitindo ao relator monocraticamente negar provimento aos recursos interpostos contra decisões que estejam em conformidade com acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos. Tal regramento se aplica ao caso sub judice. No mérito, deve ser aplicado o entendimento firmado no julgamento do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR) nº 53983/2016, no qual ficaram fixadas as teses sobre as consignações: 1ª TESE "Independentemente da inversão do ônus da prova,- que deve ser decretada apenas nas hipóteses autorizadas pelo art. 6º, VIII do CDC, segundo avaliação do magistrado no caso concreto-, cabe à instituição financeira/ré, enquanto fato impeditivo e modificativo do direito do consumidor/autor (CPC, art. 373, II), o ônus de provar que houve a contratação do empréstimo consignado, mediante a juntada do contrato ou de outro documento capaz de revelar a manifestação de vontade do consumidor no sentido de firmar o negócio jurídico, permanecendo com o consumidor/autor, quando alegar que não recebeu o valor do empréstimo, o dever de colaborar com a Justiça (CPC, art. 6º) e fazer a juntada do seu extrato bancário, embora este não deva ser considerado, pelo juiz, como documento essencial para a propositura da ação. Nas hipóteses em que o consumidor/autor impugnar a autenticidade da assinatura constante do contrato juntado ao processo, cabe à instituição financeira/ré o ônus de provar essa autenticidade (CPC, art. 429, II), por meio de perícia grafotécnica ou mediante os meios de prova legais ou moralmente legítimos(CPC, art. 369)". 2ª TESE: "A pessoa analfabeta é plenamente capaz para os atos da vida civil (CC, art. 2º) e pode exarar sua manifestação de vontade por quaisquer meios admitidos em direito, não sendo necessária a utilização de procuração pública ou escritura pública para contratação de empréstimo consignado, de sorte que eventual vício existente na contratação do empréstimo deve ser discutido á luz das hipóteses legais que autorizam a anulação por defeito do negócio jurídico (CC, arts. 138, 145, 151, 156, 157 e 158)". 3ª TESE: "Nos casos de empréstimos consignados, quando restar configurada a inexistência ou a invalidade do contrato celebrado entre a instituição financeira e a parte autora, bem como demonstrada a má-fé da instituição bancária, será cabível a repetição de indébito em dobro, resguardadas as hipóteses de engano justificáveis"; 4ª TESE: "Não estando vedado pelo ordenamento jurídico, é lícito a contratação de quaisquer modalidades de mútuo financeiro, de modo que, havendo vício na contratação, sua anulação deve ser discutida à luz das hipóteses legais que versam sobre os defeitos do negócio jurídico (CC, arts. 138, 145, 151, 156, 157 e 158) e dos deveres legais de probidade, boa-fé (CC, art. 422) e de informação adequada e clara sobre os diferentes produtos, especificando corretamente as características do contrato (art. 4º, IV e art. 6º, III do CDC), observando-se, todavia, a possibilidade de convalidação do negócio anulável, segundo o princípio da conservação dos negócios jurídicos (CC, art. 170)". Assim, consoante o art. 985, inciso I do Código de Processo Civil, após o julgamento do IRDR, a tese jurídica será aplicada a todos os processos individuais ou coletivos que versem sobre idêntica questão de direito e que tramitem na área de jurisdição do respectivo tribunal, inclusive àqueles que tramitem nos juizados especiais do respectivo Estado ou região. Isso significa que o IRDR veicula um precedente obrigatório e não meramente persuasivo, o que se amolda ao art. 926 do CPC, segundo o qual os juízes e tribunais devem velar pela estabilidade da jurisprudência, mantendo-a íntegra, estável e coerente. No presente caso, a pretensão autoral não merece prosperar. Alega a parte demandante, em síntese, que é aposentado junto ao INSS. Entretanto, alegou que vem sendo descontado do seu benefício valor referente a empréstimo gerenciado pelo réu, sem a autorização do requerente. Em sua contestação, o requerido, ora apelado, refutou as alegações do reclamante, afirmando que o contrato restou cancelado pelo banco e que o valor das duas únicas parcelas descontadas de R$ 135,71 e 135,98 foram reembolsados ao autor conforme comprovantes de ted anexados. Destaco que é aplicável ao caso o Código de Defesa do Consumidor, eis que, como prestadores de serviços especialmente contemplados no artigo 3º, §2º2, estão os bancos submetidos às suas disposições. A responsabilidade objetiva pelo serviço prestado pelos bancos se insere no artigo 14 do CDC3, ensejando à instituição financeira o dever de reparação dos danos causados aos consumidores, decorrentes de defeitos relativos à prestação do serviço. Pelos elementos dos autos é possível se aferir que mesmo que a contratação tenha sido fraudulenta, como afirma o autor, esta não ensejou prejuízo algum, sendo que, ao que consta dos autos o contrato foi cancelado. Ademais, para que se configure o ilícito civil, gerador do dever de indenizar, é imperativa a presença de conduta lesiva, nexo causal e dano. Não tendo sido trazida qualquer prova do abalo moral aduzido na inicial, conclui-se que o fato sob análise não ultrapassa os limites do mero aborrecimento, não havendo nenhum dever de indenizar decorrente do mesmo.
Ante o exposto, nego provimento ao apelo. Publique-se e cumpra-se. São Luís, data do sistema. Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Relator 1 ?Art. 932. Incumbe ao relator: I - dirigir e ordenar o processo no tribunal, inclusive em relação à produção de prova, bem como, quando for o caso, homologar autocomposição das partes; II - apreciar o pedido de tutela provisória nos recursos e nos processos de competência originária do tribunal; III - não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida; IV - negar provimento a recurso que for contrário a: a) súmula do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do próprio tribunal; b) acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos; c) entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência; 2Art. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. § 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. 3Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.
28/06/2022, 00:00
Não-Provimento
24/06/2022, 22:08
Conclusão (para despacho)
30/03/2022, 12:29
Cumprimento de Levantamento da Suspensão
30/03/2022, 12:28
Publicação
21/10/2019, 00:36
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
19/10/2019, 00:00
Cumprimento de Suspensão ou Sobrestamento
17/10/2019, 12:30
Documento (Certidão)
17/10/2019, 12:30
Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (para despacho)