Publicacao/Comunicacao
Intimação - DECISÃO
DECISÃO
AGRAVANTE: Banco Bradesco S.A. ADVOGADO: Dr. José Almir da R. Mendes Júnior (OAB/MA 19.411-A)
AGRAVADO: Bernardo de Sousa Lima ADVOGADOS: Dr. Gercilio Ferreira Macedo (OAB/PI 8218) e Outro RELATOR: Desembargador RICARDO DUAILIBE ACÓRDÃO Nº ___________ EMENTA AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO CÍVEL. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE CONHECEU E DEU PROVIMENTO AO APELO DO AGRAVADO PARA FIXAR INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS EM R$ 10.000,00. COBRANÇA INDEVIDA EM CONTA BANCÁRIA. RUBRICA “BRADESCO VIDA E PREVIDÊNCIA”. ALEGAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE ILÍCITO E DE DANO MORAL INDENIZÁVEL. PEDIDO SUBSIDIÁRIO DE REDUÇÃO DO QUANTUM. AUSÊNCIA DE ARGUMENTOS NOVOS. MERA REITERAÇÃO DE TESES JÁ APRECIADAS. MANUTENÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA POR SEUS PRÓPRIOS FUNDAMENTOS. ART. 1.021, §3º, DO CPC. INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 02 DA 5ª CÂMARA CÍVEL DO TJMA. PRECEDENTES DO STJ. AGRAVO INTERNO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1. Agravo Interno interposto contra decisão monocrática que conheceu e deu provimento ao apelo do Agravado, fixando em R$ 10.000,00 (dez mil reais) a indenização a título de danos morais. 2. A controvérsia cinge-se à alegada falha na prestação do serviço, consubstanciada na cobrança de valores referentes à rubrica “BRADESCO VIDA E PREVIDÊNCIA”. 3. Insurgência do Agravante fundada na inexistência de ato ilícito e de dano moral indenizável, com pedido subsidiário de redução do quantum indenizatório, por suposta desproporcionalidade em relação ao alegado prejuízo material. 4. Mantém-se a decisão agravada quando o Agravante apenas reproduz fundamentos já apreciados, sem apresentar fato novo ou argumento jurídico capaz de infirmar os fundamentos do decisum, nos termos do art. 1.021, §3º, do CPC. 5. Aplicação da Súmula nº 02 da 5ª Câmara Cível do TJMA e precedentes do Superior Tribunal de Justiça. 6. Agravo Interno conhecido e desprovido. ACÓRDÃO
Acórdão (expediente) - TERCEIRA CÂMARA DE DIREITO PRIVADO AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 0801261-82.2022.8.10.0117 - SANTA QUITÉRIA/MA Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Senhores Desembargadores da Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, unanimemente em conhecer e negar provimento ao presente Agravo Interno, nos termos do voto do Desembargador Relator. Participaram do julgamento os Senhores Desembargadores: Ricardo Tadeu Bugarin Duailibe (Presidente e Relator), Raimundo José Barros de Sousa e Luiz de França Belchior Silva. Funcionou pela Procuradoria-Geral de Justiça a Dra. Marilea Campos dos Santos Costa. São Luís (MA), data do sistema. Desembargador RICARDO DUAILIBE Relator