Publicacao/Comunicacao
Intimação - SENTENÇA
SENTENÇA
APELANTE: Maria Luísa Alves Honaiser Barros ADVOGADOS: Alexsander Miranda Farias (OAB/MA nº 16362-A) e outros
APELADO: Estado do Maranhão PROCURADOR: Osmar Cavalcante Oliveira COMARCA: São Luís/MA VARA: 1ª da Fazenda Pública JUIZ: Marco Aurélio Barreto Marques RELATORA: Desembargadora Angela Maria Moraes Salazar ACÓRDÃO Nº _________/2021 EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. CUMPRIMENTO INDIVIDUAL DE SENTENÇA COLETIVA DECORRENTE DA AÇÃO DE COBRANÇA N° 14.440/2000. DIFERENÇAS REMUNERATÓRIAS. TERMO INICIAL. DATA DE INÍCIO DOS EFEITOS FINANCEIROS DA LEI Nº. 7.072/98. MARCO FINAL. EDIÇÃO DA LEI Nº. 8.186/2004. APLICAÇÃO DA TESE FIXADA NO IAC Nº. 18.193/2018. ADMISSÃO DA APELANTE NO CARGO DE PROFESSOR NO ANO DE 2012. PEDIDO IMPROCEDENTE. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. 1) Segundo entendimento firmado pelo TJMA nos autos do Incidente de Assunção de Competência n° 18.193/2018, relativo ao cumprimento individual da sentença oriunda da Ação Coletiva nº. 14.440/2000, "a data de início dos efeitos financeiros da Lei Estadual n° 7.072/98 é o marco inicial para a cobrança de diferenças remuneratórias devidas aos servidores públicos do Grupo Operacional Magistério de 1° e 2° graus em razão da Ação Coletiva n° 14.440/2000. Já o termo final dessas diferenças remuneratórias coincide com a edição da Lei 8.186/2004, que veio dar cumprimento efetivo à Lei 7.885/2003, pois, em se tratando de relação jurídica de trato continuado, a sentença produz coisa julgada rebus sic stantibus, preservando os seus efeitos enquanto não houver modificação dos pressupostos fáticos e jurídicos que deram suporte à decisão judicial transitada em julgado". (TJMA; Tribunal Pleno; IAC nº. 18.193/2018; Relator: Des. Paulo Sérgio Velten Pereira; julgado em 08/05/2019) 2) No caso, verifico que a apelante foi admitida no cargo de professor da rede pública estadual somente no ano 2012, ou seja, em data posterior à que seria possível alcançar o efeito pretendido na ação de conhecimento, tendo em vista a eficácia temporal da Lei nº 7.702/98. Logo, a apelante não faz jus aos valores executados. 3) Apelo desprovido. ACÓRDÃO
Acórdão (expediente) - PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 24 DE JUNHO A 01 DE JULHO DE 2021 APELAÇÃO CÍVEL Nº. 0847811-08.2016.8.10.0001 Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, em que figuram como partes as retronominadas, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, à unanimidade, EM NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO, nos termos do voto proferido pela Relatora. Participaram do julgamento os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF (Presidente), ANGELA MARIA MORAES SALAZAR (Relatora) e KLEBER COSTA CARVALHO (Membro). Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça o Dr. JOSÉ ANTONIO OLIVEIRA BENTS. Sessão Virtual da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão no período compreendido entre os dias 24 de junho a 01 de julho de 2021. Desembargadora ANGELA MARIA MORAES SALAZAR Relatora