Intimação
D- Órgão
- 7ª Vara de Família da Capital
- Classe
- PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
- Destinatário
- EDNA ALTINA GOMES
- Advogado
- EDNA ALTINA GOMES (OAB 17469/PI)
Poder Judiciário -Tribunal de Justiça Estado da Paraíba - Comarca da Capital 2º Vara Regional de Família de Mangabeira Av. Hilton Souto Maior, s/n - Mangabeira, João Pessoa/PB - CEP:58.013-520 - Tel.:(83):3238-6333 Nº DO PROCESSO: 0807548-83.2025.8.15.2003 AÇÃO: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7) AUTOR: N. E. G. D. S. Endereço: R JOSÉ ESTEVÃO DA SILVA, 6147, AP 302, JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA, JOÃO PESSOA - PB - CEP: 58074-074 REU: J.
T. D. F. B. Endereço: AV CELSO LISBOA, 18020, CENTRO, PASSA E FICA - RN - CEP: 59218-000 Decisão
Vistos os autos. Trata-se de Ação de Guarda Unilateral, Regulamentação de Convivência e Revisional de Alimentos, por meio da qual N. E. G. D. S., qualificada nos autos, pleiteia, a título de tutela de urgência, a guarda unilateral provisória do filho menor, THÉO GOMES DE FARIAS, bem como a fixação de um regime de convivência paterna na modalidade supervisionada ou intermediada, em local neutro e com acompanhamento, em face de J.
T. D. F. B., também qualificado. Relata a autora, em síntese, que a relação com o genitor foi marcada por maus-tratos e negligência, culminando na separação e em um cenário de violência doméstica e familiar, atestado pela concessão de Medidas Protetivas de Urgência (ID: 127726026) em seu favor contra o requerido, conforme detalhadamente descrito na peça inicial. Alega que o genitor manifesta desequilíbrio emocional e obsessão, utilizando-se de chantagens, humilhações e ameaças veladas, além de atrasar reiteradamente o pagamento da pensão alimentícia, o que compromete o desenvolvimento sadio e a estabilidade emocional do menor THÉO GOMES DE FARIAS, que desde a separação reside com a genitora, que se dedica integralmente aos seus cuidados.
Relatados,
DECIDO. DEFIRO a gratuidade de justiça, tendo em vista que a parte autora colacionou aos autos a Carteira de Trabalho Digital (ID: 128458076), que atesta a inexistência de vínculo empregatício ativo, corroborando a alegação de que se encontra desempregada e não possui recursos suficientes para arcar com as custas e despesas processuais sem prejuízo do sustento próprio e de sua família. No tocante ao pedido de tutela provisória, é entendimento reiterado deste juízo que a regulamentação de visitas deve atender, primordialmente, ao melhor interesse da criança, observando-se sua segurança física e emocional, bem como sua rotina e necessidades específicas, sem deixar de assegurar a convivência familiar com ambos os genitores, como direito do próprio infante.
