Publicacao/Comunicacao
Intimação - DECISÃO
DECISÃO
APELANTES: CARLOS ALEXANDRE FERNANDES DE MOURA e OUTRO
APELADOS: ARQUIDIOCESE DE OLINDA E RECIFE e OUTRO RELATOR SUBSTITUTO: DES. JOÃO JOSÉ ROCHA TARGINO DECISÃO INTERLOCUTÓRIA No sistema jurídico nacional, prevalece a necessidade de pagamento das despesas processuais. Por isso, o deferimento do benefício da justiça gratuita se configura uma exceção. É certo que o art. 1º da lei 1060/50 c/c o art. 98 da lei 13.105/15 prevê a possibilidade de a parte requerer o benefício da gratuidade da justiça pela sua condição, com insuficiência de recursos para pagar às custas, independentemente da sua natureza jurídica. No caso em exame, com relação ao pagamento das custas recursais, penso que o Apelante, via recurso, por estar nas suas condições financeiras insuficientes se apresenta, de forma clara, para ter os benefícios da gratuidade da justiça, como se pode observar através dos documentos que se fizeram acompanhar com a peça recursal, visto que poderá projetar valores mais que suficientes para elevar ainda mais a sua insuficiência financeira para pagar os valores referentes às custas recursais. Pelas ponderações expostas, concedo a concessão do benefício da justiça gratuita. Publique-se. Data registrada pelo sistema. DES. JOÃO JOSÉ ROCHA TARGINO Relator
Intimação (Outros) - Tribunal de Justiça de Pernambuco Poder Judiciário Gabinete do Des. Agenor Ferreira de Lima Filho QUINTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL Nº 0057143-41.2022.8.17.2001 COMARCA: RECIFE/PE – 25ª VARA CÍVEL – SEÇÃO A