Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Ricardo Procópio na Câmara Criminal
- Classe
- AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, FRANCISCO DANIEL MARCELINO DE SOUZA
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMARA CRIMINAL Processo: AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL - 0800998-63.2024.8.20.0000 Polo ativo MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Advogado(s): Polo passivo Francisco Daniel Marcelino de Souza Advogado(s): Agravo em Execução Penal n. 0800998-63.2024.8.20.0000. Origem: 3ª Vara Regional de Execução Penal. Agravante: Ministério Público.
Agravado: Francisco Daniel Marcelino de Souza. Def. Pública: Dra. Leylane de Deus Torquato Alencar de Andrade. Relator: DR. ROBERTO GUEDES (JUIZ CONVOCADO).
EMENTA: PENAL E PROCESSUAL PENAL. AGRAVO EM EXECUÇÃO CRIMINAL. RECURSO INTERPOSTO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO. PLEITO DE REFORMA DA
DECISÃO
QUE APLICOU ADVERTÊNCIA. PEDIDO DE RECONHECIMENTO DE FALTA GRAVE E CONSEQUENTE REGRESSÃO DE REGIME. NÃO ACOLHIMENTO. ADVERTÊNCIA COMPATÍVEL AO CASO CONCRETO. REGISTRO DE VIOLAÇÃO. JUSTIFICATIVA APRESENTADA. FACULDADE DO JUÍZO. ART. 146-C, PARÁGRAFO ÚNICO, VII, DA LEP. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO DO RECURSO.
ACÓRDÃO
A Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, à UNANIMIDADE de votos, em dissonância com o parecer da 5ª Procuradoria de Justiça, conheceu e negou provimento ao presente agravo em execução, mantendo inalterada a decisão recorrida, nos termos do voto do relator, DR. ROBERTO GUEDES (Juiz Convocado, sendo acompanhado pelos Desembargadores SARAIVA SOBRINHO e GLAUBER RÊGO.
RELATÓRIO
Agravo em Execução Penal interposto pelo Ministério Público contra a decisão proferida pela Juíza da 3ª Vara Regional de Execução Penal que, no Processo nº 0000244-83.2008.8.20.0108, manteve o agravado no regime semiaberto, sem aplicar a regressão de regime (ID 23145233). Em suas razões, o agravante alegou que a conduta do agravado foi inadequada por falta de zelo nos cuidados com o carregador e a consequente quebra das regras do monitoramento eletrônico.
