Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Saraiva Sobrinho na Câmara Criminal
- Classe
- AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL
- Destinatários
- MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, HELENILSON DONATO DA ROCHA
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CÂMARA CRIMINAL Processo: AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL - 0807185-87.2024.8.20.0000 Polo ativo HELENILSON DONATO DA ROCHA Advogado(s): Polo passivo 66ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE NATAL/RN e outros Advogado(s): Agravo em Execução Penal 0807185-87.2024.8.20.0000 Origem: 1ª Vara Regional de Execuções Penais Agravante: Helenilson Donato da Rocha Defensoria Pública: Ana Beatriz Gomes Fernandes Dias Agravado: Ministério Público Relator: Desembargador Saraiva Sobrinho
EMENTA: PROCESSUAL PENAL. AGEX. REGRESSÃO DE REGIME POR FALTA GRAVE. INFRINGÊNCIA AO MONITORAMENTO ELETRÔNICO (ADENTRAR EM ÁREA DE EXCLUSÃO). AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO DO APENADO ACERCA DO IMPEDIMENTO. NULIDADE DO DECISUM. CONHECIMENTO E PROVIMENTO.
ACÓRDÃO
A Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, à UNANIMIDADE de votos, em consonância com a 1ª PJ, conheceu e proveu o Recurso, nos termos do voto do Relator, Desembargador SARAIVA SOBRINHO, sendo acompanhado pelos Desembargadores GLAUBER RÊGO e RICARDO PROCÓPIO.
RELATÓRIO
1. AgEx interposto por Helenilson Donato da Rocha em face de Decisum da 1ª Vara Regional de Execuções Penais, a qual reconheceu a prática de falta grave e, por conseguinte, decretou a retrocesso da sua modalidade prisional para o fechado (ID 25166611, p. 221).
2. Sustenta, em breves notas: “... Assim sendo, conclui-se que o advogado que representava os familiares foi erroneamente intimado como causídico do agravante, induzindo em erro de que o agravante/apenado tinha ciência dessa área de exclusão. Nos eventos seguintes, percebe-se que foi feita a intimação do advogado dos familiares do apenado, intimação da CEME, bem como do Ministério Público, seguindo o processo sem que, EM NENHUMA MOMENTO, tenha ocorrido a intimação do apenado acerca da área de exclusão, não podendo ser prejudicado por algo que ele não sabia sequer que existia...”.
3. Pugna, ao final, pela nulidade do Decisum (ID 25166609).
