Intimação
D- Órgão
- Gab. Des. Amaury Moura Sobrinho na Câmara Cível (Juiz Convocado Eduardo Pinheiro)
- Classe
- AGRAVO DE INSTRUMENTO
- Destinatários
- MUTUA DE ASSISTENCIA DOS PROFISSIO DA ENG ARQ AGRONOMIA, FRANCISCO EMIDIO DA SILVA SOUSA, RENATA RAFAELA GOMES DA CRUZ
- Advogados
- CAIO VITOR RIBEIRO BARBOSA (OAB 7719/RN), VITOR HUGO SANTOS GUIMARAES (OAB 17555/RN)
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Processo: AGRAVO DE INSTRUMENTO - 0807439-60.2024.8.20.0000 Polo ativo RENATA RAFAELA GOMES DA CRUZ e outros Advogado(s): VITOR HUGO SANTOS GUIMARAES Polo passivo MUTUA DE ASSISTENCIA DOS PROFISSIO DA ENG ARQ AGRONOMIA Advogado(s): CAIO VITOR RIBEIRO BARBOSA
EMENTA: CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE EXECUÇÃO DE TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL. BLOQUEIO REALIZADO EM CONTAS CORRENTE DE TITULARIDADE DA PARTE EXECUTADA, ORA AGRAVANTES.
DECISÃO
AGRAVADA QUE REJEITOU A IMPUGNAÇÃO À PENHORA. PEDIDO DE DESBLOQUEIO TOTAL OU PARCIAL. ALEGAÇÃO DE IMPENHORABILIDADE DE VERBAS DE CARÁTER ALIMENTAR. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO NESTE SENTIDO. INEXISTÊNCIA DOS REQUISITOS LEGAIS AUTORIZADORES AO PROVIMENTO DO RECURSO. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos em que são partes as acima identificadas. Acordam os Desembargadores que integram a 3ª Câmara Cível deste Egrégio Tribunal de Justiça, em Turma, à unanimidade de votos, conhecer e negar provimento ao presente agravo de instrumento, para manter a decisão agravada, conforme o voto do relator, que fica fazendo parte integrante deste.
RELATÓRIO
Trata-se de Agravo de Instrumento interposto por RENATA RAFAELA GOMES DA CRUZ SOUSA e OUTRO em face da decisão proferida pelo Juízo de Direito da 25ª Vara Cível da Comarca de Natal que, nos autos da Execução de Título Executivo Extrajudicial nº 0809371-28.2018.8.20.5001, ajuizada por MÚTUA DE ASSISTÊNCIA DOS PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA, rejeitou a impugnação à penhora, e determinou a liberação do montante ao credor.
Nas suas razões recursais, os agravantes relatam que “solicitou de todas as formas a resolução extrajudicial bem como seus gastos são todos comprovados e que seu valor é comprometido em sua totalidade, devendo deste modo ser concedido o pedido reformando a decisão suspendendo o bloqueio ou bloqueando valor máximo de 15% dos rendimentos”. Alegam que “a continuidade das cobranças e bloqueios integrais podem causar danos gigantescos e irreversíveis”.
