Publicacao/Comunicacao
Intimação - Decisão
DECISÃO
APELANTE: FRANCISCO ANTÔNIO DA ROCHA FEIJÓ ADVOGADO: OAB 957N-RR - Waldecir Souza Caldas Junior
APELADOS: BANCO BV S.A., BANCO DO BRASIL S.A., FUNDAÇÃO HABITACIONAL DO EXÉRCITO - POUPEX e ITAÚ UNIBANCO ADVOGADOS: OAB 522A-RR - Moisés Batista de Souza, OAB 16477N-CE - David Sombra Peixoto, OAB 3627N-AM - Grace Kelly da Silva Barbosa, OAB 21596N-DF - Paulo Fernando Saraiva Chaves, OAB 29442N-BA - Eny Ange Soledade Bittencourt de Araújo e OAB 223979918P-SP - Fernanda Minas Tomaz RELATOR: DES. ALMIRO PADILHA DECISÃO FRANCISCO ANTÔNIO DA ROCHA FEIJÓ interpôs apelação cível contra a sentença proferida pelo Juiz da 2ª Vara Cível de Boa Vista que julgou improcedentes os pedidos iniciais (EP 163.1). O caso versa sobre repactuação de dívidas por superendividamento. Pede a nulidade da sentença, por cerceamento de defesa ou, a sua reforma, a fim de que seja afastada a aplicabilidade dos Decretos n. 11.150/2022 e Decreto n. 11.567/2023, e acolhidos os pedidos iniciais (EP 174.1). Coube-me a relatoria (EP 4). É o relatório. DECIDO. A Câmara Cível, em quórum qualificado, votou pela suspensão da Apelação Cível n. 0829481-89.2024.8.23.0010, interposta em Ação de Repactuação de Dívida por Superendividamento, até a análise do mérito do Incidente de Inconstitucionalidade do Decreto n.º 11.567/2023 (Mínimo Existencial), autuado sob o n.º 9001736-10.2025.8.23.0010 e distribuído à Relatoria do Desembargador Ricardo Oliveira, veja-se a ementa do julgado: “APELAÇÃO CÍVEL – DIREITO DO CONSUMIDOR – AÇÃO DE REPACTUAÇÃO DE DÍVIDAS – SUPERENDIVIDAMENTO – LEI Nº 14.181/2021 REGULAMENTADA PELO DECRETO Nº 11.567/2023 – ARGUIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE – ALEGAÇÃO DE ESVAZIAMENTO DA LEI – NECESSIDADE DE CONTROLE DIFUSO – MATÉRIA QUE DEVE SER SUBMETIDA AO ÓRGÃO COMPETENTE – ART. 272 E SEGUINTES, DO RITJRR – CLÁUSULA DE RESERVA DE PLENÁRIO – INCIDENTE DE INCONSTITUCIONALIDADE INSTAURADO – REMESSA AO PLENO DESTA CORTE”. (TJRR – AC 0829481-89.2024.8.23.0010, Rel. Des. TÂNIA VASCONCELOS, Câmara Cível, julg.: 17/06/2025) Assim sendo, em que pese meu posicionamento pretérito, entendo prudente aguardar o julgamento do Incidente. Portanto, suspenda-se o feito até o julgamento do Incidente de Inconstitucionalidade n.º 9001736-10.2025.8.23.0010.
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RORAIMA CÂMARA CÍVEL - PROJUDI Praça do Centro Cívico, 269 - Palácio da Justiça, - Centro - Boa Vista/RR - CEP: 69.301-380 CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL N. 0828811-51.2024.8.23.0010 Intime-se as partes. À Secretaria para as providências necessárias. Boa Vista/RR, 8 de janeiro de 2026. Des. Almiro Padilha Relator