Publicacao/Comunicacao
Intimação - Ato ordinatório
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC RELATOR: Joana Ribeiro
RÉU: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
ATO ORDINATÓRIO
Intimação realizada no sistema eproc.
O ato refere-se ao seguinte evento:
Evento 150 - 08/04/2026 - Juntada - Guia Gerada
09/04/2026, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Ato ordinatório
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC RELATOR: Joana Ribeiro
RÉU: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
ATO ORDINATÓRIO
Intimação realizada no sistema eproc.
O ato refere-se ao seguinte evento:
Evento 147 - 08/04/2026 - Juntada - Guia Gerada
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Ato ordinatório
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC RELATOR: Joana Ribeiro
RÉU: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
ATO ORDINATÓRIO
Intimação realizada no sistema eproc.
O ato refere-se ao seguinte evento:
Evento 150 - 08/04/2026 - Juntada - Guia Gerada
09/04/2026, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Ato ordinatório
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC RELATOR: Joana Ribeiro
RÉU: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
ATO ORDINATÓRIO
Intimação realizada no sistema eproc.
O ato refere-se ao seguinte evento:
Evento 147 - 08/04/2026 - Juntada - Guia Gerada
09/04/2026, 00:00
Ato ordinatório
08/04/2026, 15:32
Ato ordinatório
08/04/2026, 15:32
Custas
08/04/2026, 14:53
Expedida/Certificada
08/04/2026, 14:53
Documento (Outros documentos)
08/04/2026, 14:53
Documento (Outros documentos)
08/04/2026, 14:52
Remessa (outros motivos)
08/04/2026, 12:54
Decurso de Prazo
26/03/2026, 02:00
Petição
25/03/2026, 08:51
Publicação
04/03/2026, 03:02
Trânsito em julgado
03/03/2026, 13:42
Disponibilização no Diário da Justiça Eletrônico
03/03/2026, 02:21
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Ato ordinatório
Procedimento Comum Cível Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC AUTOR: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADO(A): ALEXANDRE OLINGER (OAB SC019708)
ADVOGADO(A): VIVIANE MORCH GONCALVES (OAB SC013803)
RÉU: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
RÉU: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
ATO ORDINATÓRIO
Ficam intimadas as partes para, querendo, manifestarem-se sobre o retorno dos autos de segunda instância, no prazo de 15 (quinze) dias. Ressalta-se que, em caso de interposição de cumprimento de sentença, este deverá observar a Orientação 56/2015, qual seja: todos os cumprimentos de sentença passarão a tramitar em "apartado, distribuídos por dependência e com numeração própria, no sistema EPROC do TJSC". Informa-se, ademais, que a íntegra dos processos digitalizados pelo TJ/SC encontra-se na capa do processo em "processos relacionados" - "árvore".
03/03/2026, 00:00
Expedida/Certificada
02/03/2026, 11:08
Expedida/certificada
02/03/2026, 11:08
Expedida/certificada
02/03/2026, 11:08
Ato ordinatório
02/03/2026, 11:08
Recebimento
02/03/2026, 11:08
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
INTERESSADO: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 09/12/2025 a 16/12/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
18/12/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
INTERESSADO: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 09/12/2025 a 16/12/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros João Otávio de Noronha, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
18/12/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
INTERESSADO: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da QUARTA TURMA, Sessão Virtual do dia 09/12/2025 00:00:00, com encerramento no dia 15/12/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
18/11/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
INTERESSADO: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
Processo incluído na Pauta de Julgamentos da QUARTA TURMA, Sessão Virtual do dia 09/12/2025 00:00:00, com encerramento no dia 15/12/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
18/11/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
INTERESSADO: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
Vista à(s) parte(s) agravada(s) para impugnação do Agravo Interno (AgInt).
23/09/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AgInt no AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
INTERESSADO: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
Vista à(s) parte(s) agravada(s) para impugnação do Agravo Interno (AgInt).
23/09/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
DECISÃO Cuida-se de agravo (art. 1.042 do CPC/15) interposto por MALHAS CADORE INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A., em face de decisão que não admitiu recurso especial da parte ora insurgente. O apelo extremo, fundado na alínea “a” e “c” do permissivo constitucional, desafia acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina, assim ementado (fl. 1119, e-STJ): APELAÇÕES CÍVEIS. AÇÃO DE COBRANÇA. PARCIAL PROCEDÊNCIA. INSURGÊNCIA EM COMUM DE AMBAS AS PARTES RÉS. ALEGADA INEXISTÊNCIA DE RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. INSUBSISTÊNCIA. GRUPO ECONÔMICO FORMADO POR EMPRESAS DE SEGMENTO SEMELHANTE DE PRODUÇÃO E BENEFICIAMENTO DE MALHAS. MESMA IDENTIDADE DE CADEIA DE COMANDO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL A AMBAS AS EMPRESAS. ADEMAIS, POSTERIOR INCORPORAÇÃO PATRIMONIAL PARCIAL DE UMA SOCIEDADE PELA OUTRA, ALÉM DE ASSUNÇÃO DE FUNCIONÁRIOS. CONFUSÃO PATRIMONIAL EXISTENTE. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA PELAS VERBAS DEVIDAS AO REPRESENTANTE COMERCIAL. DEFENDIDA JUSTA CAUSA PARA RESCISÃO UNILATERAL DA REPRESENTAÇÃO COMERCIAL (ART. 35 DA LEI 4.886/1965). INSUBSISTÊNCIA. REPRESENTANTE COMERCIAL QUE COMPROVOU DESÍDIA DA REPRESENTADA SOBRE O FORNECIMENTO DE PRODUTOS, ALÉM DO ENCERRAMENTO DA ATIVIDADE. PROVAS DOCUMENTAIS E TESTEMUNHAIS EM PERFEITA HARMONIA. INDENIZAÇÃO (ART. 27, ALÍNEA “J”) E AVISO PRÉVIO (ART. 34) DEVIDOS AO REPRESENTANTE COMERCIAL. PRECEDENTES DESTA CORTE. TERMO INICIAL DO CONTRATO DE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL. AUSÊNCIA DE PROVA ESCRITA DO PACTO FIRMADO ENTRE AS PARTES. PREVALÊNCIA DO PRIMEIRO PEDIDO ESCRITO ENCAMINHADO À REPRESENTADA PARA EFEITO DE TERMO INICIAL DA AVENÇA. SENTENÇA ESCORREITA. ÔNUS DE SUCUMBÊNCIA. MANUTENÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO OPERADA NA ORIGEM. HONORÁRIOS RECURSAIS FIXADOS, EIS QUE PREENCHIDOS OS REQUISITOS CUMULATIVOS DEFINIDOS PELO STJ (EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL N. 1573573/RJ, RELATOR MIN. MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, J. 04/04/2017). RECURSOS CONHECIDOS E DESPROVIDOS. Nas razões do recurso especial (fls. 1128-1144, e-STJ), a parte insurgente apontou, além de dissídio jurisprudencial, violação ao artigo 50 do Código Civil, alegando que não houve comprovação de desvio de finalidade ou confusão patrimonial para justificar a desconsideração da personalidade jurídica. Contrarrazões às fls. 1207-1213, e-STJ. Em juízo de admissibilidade, o Tribunal de origem negou seguimento ao reclamo (fls. 5540-5541, e-STJ), dando ensejo na interposição do presente agravo (fls. 5557-5562, e-STJ), visando destrancar aquela insurgência. Contraminuta às fls. 5569-5571, e-STJ. É o relatório. Decido. A irresignação não merece prosperar. 1. A parte insurgente alega violação ao artigo 50 do Código Civil, alegando que não houve comprovação de desvio de finalidade ou confusão patrimonial para justificar a desconsideração da personalidade jurídica. Sustenta, em síntese, que a decisão do Tribunal de origem aplicou incorretamente o artigo 50 do Código Civil ao reconhecer a existência de grupo econômico e responsabilidade solidária entre as empresas. Acerca da controvérsia, o Tribunal local assim decidiu (fls. 1115-1116, e-STJ): Além da confusão patrimonial, que já seria suficiente para atrair a responsabilidade solidária e o grupo econômico (CC, art. 50), há identidade de sócios, o que dá mais sustentação à alegação de sucessão empresarial e confusão patrimonial. Afinal, após a oitiva das testemunhas (evento 83, VÍDEO2), tem-se que todas elas foram uníssonas ao indicar a existência da mesma cadeia de comando, identidade de fabricação de peças (uma produzia malhas e a outra a estamparia), bem como a assunção de funcionários de uma pela outra. Não se olvida que a mera existência de grupo econômico não é suficiente para caracterizar abuso da personalidade jurídica (CC, art. 50, § 4º). Contudo, existem provas robustas que indicam a incorporação patrimonial de uma pela outra, assunção de obrigações e mesma cadeia de comando. A respeito do tema, colhe-se desta Corte de Justiça: AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. INCIDENTE DE DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. REJEIÇÃO NA ORIGEM. INSURGÊNCIA DO SUSCITANTE. MÉRITO. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. RECONHECIMENTO DE GRUPO ECONÔMICO FAMILIAR ENTRE A EMPRESA EXECUTADA E AS EMPRESAS CONSTITUÍDAS POR SEUS SÓCIOS. PROVAS SUFICIENTES A DEMONSTRAR A CONFUSÃO PATRIMONIAL E O DESVIO DE FINALIDADE. POSSIBILIDADE INCLUSÃO DOS BENS DOS SÓCIOS PARA A SATISFAÇÃO DA DÍVIDA. DECISÃO REFORMADA. RECURSO PROVIDO. (TJSC, Agravo de Instrumento n. 5031222-18.2024.8.24.0000, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, rel. Guilherme Nunes Born, Primeira Câmara de Direito Comercial, j. 01-08- 2024). Nesse lume, há de ser mantida a responsabilidade solidária das partes rés, com o desprovimento de ambos os recursos no ponto. Sobre o tema acima, o órgão julgador, amparado nas peculiaridades do caso concreto e nas provas acostadas aos autos, concluiu pela manutenção da responsabilidade solidária das partes rés. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina, ao analisar as provas apresentadas, concluiu que havia confusão patrimonial e identidade de sócios, o que sustentava a alegação de sucessão empresarial e confusão patrimonial. Apesar de reconhecer que a mera existência de grupo econômico não é suficiente para caracterizar abuso da personalidade jurídica, o Tribunal entendeu que existiam provas robustas indicando a incorporação patrimonial de uma empresa pela outra, assunção de obrigações e mesma cadeia de comando, justificando assim a responsabilidade solidária. Para alterar tais conclusões, na forma como posta nas razões do apelo extremo, seria necessário o revolvimento de aspectos fáticos e provas dos autos, providência vedada em sede de recurso especial, a teor da Súmula 7/STJ. Nesse sentido, confira-se: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE COBRANÇA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. OFENSA AO ART. 1.022 DO CPC/2015. NÃO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL. ART. 50 DO CC/2002. REQUISITOS NÃO COMPROVADOS. GRUPO ECONÔMICO. CIRCUNSTÂNCIA QUE, POR SI SÓ, NÃO ENSEJA A SOLIDARIEDADE ENTRE AS EMPRESAS INTEGRANTES DO MESMO GRUPO. PRECEDENTES. REVISÃO. SÚMULAS 5, 7 E 83/STJ. PRETENSÃO DE RESTITUIÇÃO DE VALORES DE FORMA INTEGRAL REFERENTES A RESCISÕES COMPLEMENTARES, TRIBUTOS E DA CONTRAPRESTAÇÃO PELOS FUNCIONÁRIOS. ALTERAÇÃO DOS JUROS DE MORA DECORRENTE DE INFRAÇÃO CONTRATUAL. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULAS 5 E 7 DO STJ. JUROS DE MORA. TERMO INICIAL. CITAÇÃO. DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL PREJUDICADO. AGRAVO INTERNO IMPROVIDO. 1. Embora rejeitados os embargos de declaração, a matéria controvertida foi devidamente enfrentada pelo colegiado de origem, que sobre ela emitiu pronunciamento de forma fundamentada, com enfoque suficiente a autorizar o conhecimento do recurso especial, não havendo falar em negativa de prestação jurisdicional. 2. Com efeito, nos termos da jurisprudência desta Corte Superior a responsabilidade solidária entre as empresas integrantes do mesmo grupo econômico não decorre meramente desta circunstância, sendo imprescindível a demonstração de confusão entre as diferentes pessoas jurídicas, a amparar a solidariedade. 2.1. Infirmar as conclusões do acórdão recorrido, (quanto ao fato de que não ficou configurada a responsabilidade solidária, na hipótese em estudo) ensejaria a reinterpretação de cláusulas contratuais e o reexame do conjunto fático-probatório dos autos, providências que encontram óbice nas Súmulas n. 5 e 7/STJ. 3. Ademais, para se alterar o acórdão impugnado (acerca do reembolso integral dos tributos pagos, das verbas complementares e valores pagos aos funcionários, assim como da inclusão de novos funcionários, dos juros de mora e seu termo inicial e da inversão da multa contratual), também seria necessário o reexame de fatos e provas dos autos e a interpretação de cláusulas contratuais, o que é vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do Superior Tribunal de Justiça, não sendo caso de revaloração de provas. 4. De fato, em relação ao termo inicial dos juros moratórios, o entendimento jurisprudencial desta Corte se firmou no sentido de que a constituição do devedor em mora, na hipótese de infração contratual, ocorre com a citação do devedor, por força de expressa previsão legal, salvo se no contrato houver estipulação de prazo certo para o vencimento da obrigação. 5. De acordo com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a incidência da Súmula n. 7/STJ impossibilita o conhecimento do recurso especial por ambas as alíneas do permissivo constitucional, porquanto não é possível encontrar similitude fática entre o acórdão recorrido e os arestos paradigmas, uma vez que as suas conclusões díspares ocorreram não em virtude de entendimentos diversos sobre uma mesma questão legal, mas sim de fundamentações baseadas em fatos, provas e circunstâncias específicas de cada processo. 6. Agravo interno improvido. (AgInt no AREsp n. 2.303.254/RJ, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 29/4/2024, DJe de 2/5/2024.) AGRAVO INTERNO. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. LEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. GRUPO ECONÔMICO. VIOLAÇÃO AOS ARTIGOS 489 E 1.022 DO ESTATUTO PROCESSUAL CIVIL DE 2015. NÃO OCORRÊNCIA. DECISÃO SINGULAR RECONSIDERADA. REEXAME DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA N. 7/STJ. CULPA CONCORRENTE CONSTATADA. DANOS MATERIAIS. OMISSÃO CONFIGURADA. VIOLAÇÃO DO ART. 1.022, II, DO CPC. RETORNO DOS AUTOS AO TRIBUNAL DE ORIGEM. 1. Consoante orientação do Superior Tribunal de Justiça, "tendo o Tribunal de origem concluído que as empresas pertencem ao mesmo conglomerado econômico, deve ser reconhecida a aplicação da Teoria da Aparência, a qual é amplamente aceita nesta Corte" (AgInt no AREsp 1.698.883/RS, Rel. Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 27/10/2020, DJe 17/11/2020). 2. As instâncias de origem concluíram que a agravada era parte legítima para figurar no polo passivo da demanda, com base no acervo fático-probatório da lide. Não cabe, em recurso especial, reexaminar matéria fático-probatória (Súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça). 3. Há ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015 quando o Tribunal de origem não se manifesta sobre questão relevante ao deslinde da controvérsia, apesar de a parte ter oposto os competentes embargos de declaração. 4. Agravo interno parcialmente provido. (AgInt no AREsp n. 2.169.370/GO, relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, julgado em 25/9/2023, DJe de 28/9/2023.) Desta forma, para alterar o entendimento do Tribunal local, na forma como posta, seria necessário novo exame do acervo fático-probatório constante dos autos, providência vedada em recurso especial, conforme previsto na Súmula 7/STJ. 2. Do exposto, com amparo no artigo 932 do CPC/15 c/c a Súmula 568/STJ, conhece-se do agravo para não se conhecer do recurso especial interposto por MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A. Por conseguinte, nos termos do art. 85, § 11, do CPC, majoro os honorários advocatícios em 10% (dez por cento) sobre o valor já fixado na origem, observado, se for o caso, o disposto no art. 98, § 3º, do CPC. Publique-se. Intimem-se. Relator
MARCO BUZZI
02/09/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
DECISÃO Cuida-se de agravo (art. 1.042 do CPC/15) interposto por ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A, em face de decisão que não admitiu recurso especial da parte ora insurgente. O apelo extremo, fundado na alínea “a” e “c” do permissivo constitucional, desafia acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina, assim ementado (fl. 1119, e-STJ): APELAÇÕES CÍVEIS. AÇÃO DE COBRANÇA. PARCIAL PROCEDÊNCIA. INSURGÊNCIA EM COMUM DE AMBAS AS PARTES RÉS. ALEGADA INEXISTÊNCIA DE RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. INSUBSISTÊNCIA. GRUPO ECONÔMICO FORMADO POR EMPRESAS DE SEGMENTO SEMELHANTE DE PRODUÇÃO E BENEFICIAMENTO DE MALHAS. MESMA IDENTIDADE DE CADEIA DE COMANDO. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL A AMBAS AS EMPRESAS. ADEMAIS, POSTERIOR INCORPORAÇÃO PATRIMONIAL PARCIAL DE UMA SOCIEDADE PELA OUTRA, ALÉM DE ASSUNÇÃO DE FUNCIONÁRIOS. CONFUSÃO PATRIMONIAL EXISTENTE. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA PELAS VERBAS DEVIDAS AO REPRESENTANTE COMERCIAL. DEFENDIDA JUSTA CAUSA PARA RESCISÃO UNILATERAL DA REPRESENTAÇÃO COMERCIAL (ART. 35 DA LEI 4.886/1965). INSUBSISTÊNCIA. REPRESENTANTE COMERCIAL QUE COMPROVOU DESÍDIA DA REPRESENTADA SOBRE O FORNECIMENTO DE PRODUTOS, ALÉM DO ENCERRAMENTO DA ATIVIDADE. PROVAS DOCUMENTAIS E TESTEMUNHAIS EM PERFEITA HARMONIA. INDENIZAÇÃO (ART. 27, ALÍNEA “J”) E AVISO PRÉVIO (ART. 34) DEVIDOS AO REPRESENTANTE COMERCIAL. PRECEDENTES DESTA CORTE. TERMO INICIAL DO CONTRATO DE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL. AUSÊNCIA DE PROVA ESCRITA DO PACTO FIRMADO ENTRE AS PARTES. PREVALÊNCIA DO PRIMEIRO PEDIDO ESCRITO ENCAMINHADO À REPRESENTADA PARA EFEITO DE TERMO INICIAL DA AVENÇA. SENTENÇA ESCORREITA. ÔNUS DE SUCUMBÊNCIA. MANUTENÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO OPERADA NA ORIGEM. HONORÁRIOS RECURSAIS FIXADOS, EIS QUE PREENCHIDOS OS REQUISITOS CUMULATIVOS DEFINIDOS PELO STJ (EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL N. 1573573/RJ, RELATOR MIN. MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, J. 04/04/2017). RECURSOS CONHECIDOS E DESPROVIDOS. Nas razões do recurso especial (fls. 1174-1193, e-STJ), a parte insurgente apontou, além de dissídio jurisprudencial, violação ao artigo 50 do Código Civil, alegando que não houve comprovação de desvio de finalidade ou confusão patrimonial para justificar a desconsideração da personalidade jurídica. Contrarrazões às fls. 1214-1220, e-STJ. Em juízo de admissibilidade, o Tribunal de origem negou seguimento ao reclamo (fls. 5536-5537, e-STJ), dando ensejo na interposição do presente agravo (fls. 5550-5555, e-STJ), visando destrancar aquela insurgência. Contraminuta às fls. 5566-5568, e-STJ. É o relatório. Decido. A irresignação não merece prosperar. 1. A parte insurgente alega violação ao artigo 50 do Código Civil, alegando que não houve comprovação de desvio de finalidade ou confusão patrimonial para justificar a desconsideração da personalidade jurídica. Sustenta, em síntese, que para a configuração de grupo econômico é necessário a presença dos requisitos legais da desconsideração da personalidade jurídica delimitadas no artigo supracitado, o que não teria ocorrido na hipótese (fl.1185, e-STJ). Acerca da controvérsia, o Tribunal local assim decidiu (fls. 1115-1116, e-STJ): Além da confusão patrimonial, que já seria suficiente para atrair a responsabilidade solidária e o grupo econômico (CC, art. 50), há identidade de sócios, o que dá mais sustentação à alegação de sucessão empresarial e confusão patrimonial. Afinal, após a oitiva das testemunhas (evento 83, VÍDEO2), tem-se que todas elas foram uníssonas ao indicar a existência da mesma cadeia de comando, identidade de fabricação de peças (uma produzia malhas e a outra a estamparia), bem como a assunção de funcionários de uma pela outra. Não se olvida que a mera existência de grupo econômico não é suficiente para caracterizar abuso da personalidade jurídica (CC, art. 50, § 4º). Contudo, existem provas robustas que indicam a incorporação patrimonial de uma pela outra, assunção de obrigações e mesma cadeia de comando. A respeito do tema, colhe-se desta Corte de Justiça: AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. INCIDENTE DE DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. REJEIÇÃO NA ORIGEM. INSURGÊNCIA DO SUSCITANTE. MÉRITO. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. RECONHECIMENTO DE GRUPO ECONÔMICO FAMILIAR ENTRE A EMPRESA EXECUTADA E AS EMPRESAS CONSTITUÍDAS POR SEUS SÓCIOS. PROVAS SUFICIENTES A DEMONSTRAR A CONFUSÃO PATRIMONIAL E O DESVIO DE FINALIDADE. POSSIBILIDADE INCLUSÃO DOS BENS DOS SÓCIOS PARA A SATISFAÇÃO DA DÍVIDA. DECISÃO REFORMADA. RECURSO PROVIDO. (TJSC, Agravo de Instrumento n. 5031222-18.2024.8.24.0000, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, rel. Guilherme Nunes Born, Primeira Câmara de Direito Comercial, j. 01-08- 2024). Nesse lume, há de ser mantida a responsabilidade solidária das partes rés, com o desprovimento de ambos os recursos no ponto. Sobre o tema acima, o órgão julgador, amparado nas peculiaridades do caso concreto e nas provas acostadas aos autos, concluiu pela manutenção da responsabilidade solidária das partes rés. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina, ao analisar as provas apresentadas, concluiu que havia confusão patrimonial e identidade de sócios, o que sustentava a alegação de sucessão empresarial e confusão patrimonial. Apesar de reconhecer que a mera existência de grupo econômico não é suficiente para caracterizar abuso da personalidade jurídica, o Tribunal consignou que existiam provas robustas indicando a incorporação patrimonial de uma empresa pela outra, assunção de obrigações e mesma cadeia de comando, justificando assim a responsabilidade solidária. Para alterar tais conclusões, na forma como posta nas razões do apelo extremo, seria necessário o revolvimento de aspectos fáticos e provas dos autos, providência vedada em sede de recurso especial, a teor da Súmula 7/STJ. Nesse sentido, confira-se: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE COBRANÇA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. OFENSA AO ART. 1.022 DO CPC/2015. NÃO CONFIGURADA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. AUSÊNCIA DE PREVISÃO CONTRATUAL. ART. 50 DO CC/2002. REQUISITOS NÃO COMPROVADOS. GRUPO ECONÔMICO. CIRCUNSTÂNCIA QUE, POR SI SÓ, NÃO ENSEJA A SOLIDARIEDADE ENTRE AS EMPRESAS INTEGRANTES DO MESMO GRUPO. PRECEDENTES. REVISÃO. SÚMULAS 5, 7 E 83/STJ. PRETENSÃO DE RESTITUIÇÃO DE VALORES DE FORMA INTEGRAL REFERENTES A RESCISÕES COMPLEMENTARES, TRIBUTOS E DA CONTRAPRESTAÇÃO PELOS FUNCIONÁRIOS. ALTERAÇÃO DOS JUROS DE MORA DECORRENTE DE INFRAÇÃO CONTRATUAL. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULAS 5 E 7 DO STJ. JUROS DE MORA. TERMO INICIAL. CITAÇÃO. DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL PREJUDICADO. AGRAVO INTERNO IMPROVIDO. 1. Embora rejeitados os embargos de declaração, a matéria controvertida foi devidamente enfrentada pelo colegiado de origem, que sobre ela emitiu pronunciamento de forma fundamentada, com enfoque suficiente a autorizar o conhecimento do recurso especial, não havendo falar em negativa de prestação jurisdicional. 2. Com efeito, nos termos da jurisprudência desta Corte Superior a responsabilidade solidária entre as empresas integrantes do mesmo grupo econômico não decorre meramente desta circunstância, sendo imprescindível a demonstração de confusão entre as diferentes pessoas jurídicas, a amparar a solidariedade. 2.1. Infirmar as conclusões do acórdão recorrido, (quanto ao fato de que não ficou configurada a responsabilidade solidária, na hipótese em estudo) ensejaria a reinterpretação de cláusulas contratuais e o reexame do conjunto fático-probatório dos autos, providências que encontram óbice nas Súmulas n. 5 e 7/STJ. 3. Ademais, para se alterar o acórdão impugnado (acerca do reembolso integral dos tributos pagos, das verbas complementares e valores pagos aos funcionários, assim como da inclusão de novos funcionários, dos juros de mora e seu termo inicial e da inversão da multa contratual), também seria necessário o reexame de fatos e provas dos autos e a interpretação de cláusulas contratuais, o que é vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do Superior Tribunal de Justiça, não sendo caso de revaloração de provas. 4. De fato, em relação ao termo inicial dos juros moratórios, o entendimento jurisprudencial desta Corte se firmou no sentido de que a constituição do devedor em mora, na hipótese de infração contratual, ocorre com a citação do devedor, por força de expressa previsão legal, salvo se no contrato houver estipulação de prazo certo para o vencimento da obrigação. 5. De acordo com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a incidência da Súmula n. 7/STJ impossibilita o conhecimento do recurso especial por ambas as alíneas do permissivo constitucional, porquanto não é possível encontrar similitude fática entre o acórdão recorrido e os arestos paradigmas, uma vez que as suas conclusões díspares ocorreram não em virtude de entendimentos diversos sobre uma mesma questão legal, mas sim de fundamentações baseadas em fatos, provas e circunstâncias específicas de cada processo. 6. Agravo interno improvido. (AgInt no AREsp n. 2.303.254/RJ, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 29/4/2024, DJe de 2/5/2024.) AGRAVO INTERNO. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. LEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. GRUPO ECONÔMICO. VIOLAÇÃO AOS ARTIGOS 489 E 1.022 DO ESTATUTO PROCESSUAL CIVIL DE 2015. NÃO OCORRÊNCIA. DECISÃO SINGULAR RECONSIDERADA. REEXAME DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA N. 7/STJ. CULPA CONCORRENTE CONSTATADA. DANOS MATERIAIS. OMISSÃO CONFIGURADA. VIOLAÇÃO DO ART. 1.022, II, DO CPC. RETORNO DOS AUTOS AO TRIBUNAL DE ORIGEM. 1. Consoante orientação do Superior Tribunal de Justiça, "tendo o Tribunal de origem concluído que as empresas pertencem ao mesmo conglomerado econômico, deve ser reconhecida a aplicação da Teoria da Aparência, a qual é amplamente aceita nesta Corte" (AgInt no AREsp 1.698.883/RS, Rel. Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 27/10/2020, DJe 17/11/2020). 2. As instâncias de origem concluíram que a agravada era parte legítima para figurar no polo passivo da demanda, com base no acervo fático-probatório da lide. Não cabe, em recurso especial, reexaminar matéria fático-probatória (Súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça). 3. Há ofensa ao art. 1.022 do CPC/2015 quando o Tribunal de origem não se manifesta sobre questão relevante ao deslinde da controvérsia, apesar de a parte ter oposto os competentes embargos de declaração. 4. Agravo interno parcialmente provido. (AgInt no AREsp n. 2.169.370/GO, relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, julgado em 25/9/2023, DJe de 28/9/2023.) Desta forma, para alterar o entendimento do Tribunal local, na forma como posta, seria necessário novo exame do acervo fático-probatório constante dos autos, providência vedada em recurso especial, conforme previsto na Súmula 7/STJ. 2. Do exposto, com amparo no artigo 932 do CPC/15 c/c a Súmula 568/STJ, conhece-se do agravo para não se conhecer do recurso especial interposto por ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A. Por conseguinte, nos termos do art. 85, § 11, do CPC, majoro os honorários advocatícios em 10% (dez por cento) sobre o valor já fixado na origem, observado, se for o caso, o disposto no art. 98, § 3º, do CPC. Publique-se. Intimem-se. Relator
MARCO BUZZI
02/09/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO MARCO BUZZI
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
Processo distribuído pelo sistema automático em 22/08/2025.
25/08/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - DESPACHO
AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
DECISÃO Distribua-se o feito, nos termos do art. 9º do RISTJ. Presidente
HERMAN BENJAMIN
21/08/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
AREsp 2977280/SC (2025/0240591-3)
RELATOR: MINISTRO PRESIDENTE DO STJ
AGRAVANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A
AGRAVANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A
ADVOGADO: RAFAEL FRANCISCO DOMINONI - SC019073
AGRAVADO: D J S REPRESENTACAO LTDA
ADVOGADOS: VIVIANE MORCH GONÇALVES - SC013803
ALEXANDRE OLINGER - SC019708
Processo distribuído pelo sistema automático em 08/07/2025.
09/07/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação - Ato ordinatório
APELAÇÃO Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC (originário: processo nº 03000253420188240011/SC) RELATOR: JANICE GOULART GARCIA UBIALLI
APELANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A (RÉU)
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
APELANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A (RÉU)
ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
APELADO: D J S REPRESENTACAO LTDA (AUTOR)
ADVOGADO(A): ALEXANDRE OLINGER (OAB SC019708)
ADVOGADO(A): VIVIANE MORCH GONCALVES (OAB SC013803)
ATO ORDINATÓRIO
Intimação realizada no sistema eproc.
O ato refere-se aos seguintes eventos:
Evento 77 - 13/06/2025 - Recurso Especial retratação negativa Agravo do art. 1.042 CPC Determinada a Remessa ao STJ
Evento 75 - 13/06/2025 - Recurso Especial retratação negativa Agravo do art. 1.042 CPC Determinada a Remessa ao STJ
17/06/2025, 00:00
Publicacao/Comunicacao
Intimação
APELANTE: MALHAS CADORE INDUSTRIA E COMERCIO S/A (RÉU) ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
APELANTE: ARVAL BENEFICIAMENTOS TEXTEIS S/A (RÉU) ADVOGADO(A): RAFAEL FRANCISCO DOMINONI (OAB SC019073)
APELADO: D J S REPRESENTACAO LTDA (AUTOR) ADVOGADO(A): ALEXANDRE OLINGER (OAB SC019708) ADVOGADO(A): VIVIANE MORCH GONCALVES (OAB SC013803) Publique-se e Registre-se.Florianópolis, 13 de setembro de 2024. Desembargador NEWTON VARELLA JUNIOR Presidente
80 - 6ª Câmara de Direito Comercial Pauta de Julgamentos Torno público que, de acordo com o artigo 934 do Código de Processo Civil, na Sessão ORDINÁRIA FÍSICA do dia 03 de outubro de 2024, quinta-feira, às 14h00min, serão julgados os seguintes processos (podendo o julgamento ser realizado por meio eletrônico, conforme art. 163 a 169 do Regimento Interno do Tribunal de Justiça de Santa Catarina). Obs. O processo da relatoria do desembargador Osmar Mohr, Apelação Cível n. 0022488-17.2012.8.24.0023, terá julgamento nos moldes do art. 942, do CPC, com a seguinte composição: desembargadores Altamiro de Oliveira, Newton Varella Júnior, Rubens Schulz, Osmar Mohr e e Juiz Vitoraldo Bridi: Apelação Nº 0300025-34.2018.8.24.0011/SC (Pauta: 92) RELATOR: Desembargador OSMAR MOHR