Intimação
D- Órgão
- 1ª Vara Gabinete JEF de Botucatu
- Classe
- PROCEDIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL
- Destinatário
- DOUGLAS ROBERTO DE OLIVEIRA CARLOS
- Advogado
- ARTUR ANDRADE ROSSI (OAB 379616/SP)
PODER JUDICIÁRIO 1ª Vara Gabinete JEF de Botucatu Rua Papoula, 89, Vila Paraíso, Botucatu - SP - CEP: 18607-143 https://www.trf3.jus.br/balcao-virtual PROCEDIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL (436) Nº 5001747-92.2025.4.03.6307 AUTOR: DOUGLAS ROBERTO DE OLIVEIRA CARLOS ADVOGADO do(a) AUTOR: ARTUR ANDRADE ROSSI - SP379616 REU: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
SENTENÇA
Inicialmente, concedo os benefícios da justiça gratuita. A concessão de auxílio previdenciário decorrente de incapacidade temporária exige a comprovação do preenchimento simultâneo de requisitos essenciais:
1) prova da qualidade de segurado e sua manutenção à época do requerimento do benefício;
2) carência de 12 (doze) contribuições mensais;
3) demonstração de que a doença incapacitante não seja pré-existente à filiação do segurado ao Regime Geral de Previdência Social – RGPS, exceto nos casos de progressão e agravamento;
4) incapacidade laborativa temporária por período superior a 15 (quinze) dias. JÁ para a concessão do benefício de aposentadoria por invalidez os três primeiros requisitos são os mesmos, mas a incapacidade deve ser total e permanente e insuscetível de reabilitação para atividade diversa que garanta a sobrevivência. A prova pericial concluiu que a parte autora não está incapacitada para o exercício de suas atividades habituais e laborativas: "(...) O AUTOR DE 47 ANOS DE IDADE, PORTADOR DE PATOLOGIA DERMATOLÓGICA, SEM SINAIS DE DESCOMPENSAÇÃO CLÍNICA; SUA DOENÇA OU LESÃO NÃO O IMPEDE DE TRABALHAR EM SUA ATIVIDADE HABITUAL.
7. CONCLUSÃO Nestes termos, concluímos que o Autor DOUGLAS ROBERTO DE OLIVEIRA CARLOS; NÃO APRESENTA INCAPACIDADE LABORATIVA DE SUA ATIVIDADE HABITUAL" (pág. 6, id 448180324). A parte autora devidamente intimada não apresentou impugnação ("Decorrido prazo de DOUGLAS ROBERTO DE OLIVEIRA CARLOS em 27/11/2025 23:59"). Desse modo, deve prevalecer a conclusão do perito médico judicial, que, após descrever e explicitar as doenças acometidas pela pericianda, realizar exame clínico, exibir fotografias e avaliar os documentos anexados aos autos, concluiu que a parte autora não possui incapacidade laborativa, notadamente quanto ao exame físico realizado: "1. (X) BOM, ( ) REGULAR, ( ) MAL ESTADO GERAL,(X) CONSCIENTE, (X) CONTACTUANTE, ( ) POUCO CONTACTUANTE.
