Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (IMPETRANTE), TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (IMPETRADO)
- Advogado
- DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (OAB 0000000/DF)
HC 974116/RS (2025/0005860-3)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULADVOGADO:DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULPACIENTE:VAGNER LUCAS GOMESCORRÉU:ROGERIO SOARESINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em favor de VAGNER LUCAS GOMES, apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, em razão do julgamento da apelação criminal n. 5009503-61.2020.8.21.0013.
Consta dos autos que o paciente foi inicialmente condenado pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Erechim, à pena de 7 (sete) anos de reclusão, a ser cumprida em regime inicial semiaberto, e ao pagamento de 705 (setecentos e cinco) dias-multa, por infração ao artigo 33, caput, c/c art. 40, incisos III e IV, ambos da Lei n. 11.343/2006 (fls. 22-30).
A defesa interpôs apelação criminal ao Tribunal de Justiça, que deu parcial provimento ao recurso, redimensionando a pena do paciente para 5 (cinco) anos e 10 (dez) meses de reclusão e 584 (quinhentos e oitenta e quatro) dias-multa, mantidos os demais termos da sentença (fls. 9-18).
Na presente impetração, busca-se a concessão da ordem de modo a: (i) reconhecer a causa de diminuição prevista no art. 33, § 4º, da Lei n. 11.343/2006, com a consequente readequação do regime inicial de cumprimento de pena.
O pedido de liminar foi indeferido (fls. 549-550).
As informações foram prestadas (fls. 557-560 e 561-575).
O Ministério Público Federal opinou pela denegação da ordem (fls. 580-581).
É o relatório. DECIDO.
A controvérsia nos autos refere-se a uma possível ilegalidade flagrante, caracterizada na ausência de reconhecimento da causa de diminuição de pena prevista no , da e a consequente alteração do regime inicial de cumprimento de pena para o aberto.
