Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 1. ANDERSON ANTONIO CAETANO (IMPETRANTE)
- Advogados
- ANDERSON ANTONIO CAETANO (OAB 382449/SP), LUANA CAROLINA CAETANO BATISTA (OAB 506890/SP)
HC 994498/SP (2025/0121701-0)RELATOR:MINISTRO JOEL ILAN PACIORNIKIMPETRANTE:ANDERSON ANTONIO CAETANOADVOGADOS:ANDERSON ANTONIO CAETANO - SP382449LUANA CAROLINA CAETANO BATISTA - SP506890IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULOPACIENTE:M R PINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido liminar, impetrado em benefício de M R P contra decisão proferida por Desembargadora do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - TJSP na Revisão Criminal n. 2033480-61.2025.8.26.0000.
Extrai-se dos autos que o paciente foi condenado definitivamente à pena de 1 ano, 10 meses e 12 dias de reclusão, inicialmente no regime fechado, como incurso no art. 218-C, § 1º, do Código Penal - CP.
Ajuizada revisão criminal perante o Tribunal de origem, o pedido liminar foi indeferido pela Desembargadora relatora (fls. 8/10).
Daí o presente writ, em que a defesa afirma haver nulidade por ausência de intimação pessoal da sentença condenatória ao paciente, em violação ao art. 564, III, o, do Código de Processo Penal - CPP.
Aduz a possibilidade de fixação de regime prisional menos gravoso, bem ainda a substituição da pena privativa de liberdade por medidas restritivas de direitos.
Requer o deferimento de liminar, para suspender os efeitos da condenação. No mérito, pugna pelo reconhecimento da nulidade apontada ou a revisão da dosimetria da pena.
É o relatório.
Decido.
A jurisprudência desta Corte Superior, aplicando por analogia o enunciado n. 691 da Súmula do Supremo Tribunal Federal, firmou-se no sentido de não conhecer de mandamus impetrado contra decisão que indefere liminar na origem, excetuados os casos nos quais, de plano, seja possível identificar flagrante ilegalidade ou teratologia do referido decisum.
Nesse sentido, destaco os seguintes precedentes:
