Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (IMPETRADO), 1. JEFFERSON VASCONCELOS FERNANDES DA SILVA (IMPETRANTE)
- Advogado
- JEFFERSON VASCONCELOS FERNANDES DA SILVA (OAB 204137/MG)
HC 1000573/MG (2025/0155575-6)RELATOR:MINISTRO ANTONIO SALDANHA PALHEIROIMPETRANTE:JEFFERSON VASCONCELOS FERNANDES DA SILVAADVOGADO:JEFFERSON VASCONCELOS FERNANDES DA SILVA - MG204137IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAISPACIENTE:R J CINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus com pedido liminar impetrado em favor de R. J. C. apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (Apelação n. 1.0000.24.492359-5/001).
No presente habeas corpus, alega a defesa que a prisão preventiva do paciente foi decretada em 2023; que ele ficou preso por seis meses; foi liberado, por conta de alvará de soltura em outros autos; e foi colocado em liberdade por equívoco do Poder Judiciário.
A notícia de sua nova prisão ocorreu quando estava em seu segundo dia de trabalho, cumprindo todas as medidas cautelares impostas naqueles autos. Passadas duas semanas, foi preso novamente em abril de 2024, estando até hoje preso preventivamente.
Posteriormente, sobreveio sentença condenando-o à pena de 41 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão, por infração aos arts. 217-A e 213, § 1º, do Código Penal, ambos c/c os arts. 61, I e II, "f", e 226, II, na forma do art. 71 do CP (e-STJ fls. 54/81). Interposta apelação em 16/8/2024, os autos foram remetidos ao Tribunal de Justiça em 13/11/2024, estando pendente de julgamento.
Requer, assim, liminarmente e no mérito, a revogação da custódia preventiva.
O pedido liminar foi indeferido.
Ouvido, o Ministério Público Federal manifestou-se pelo não conhecimento do presente remédio constitucional.
É o relatório.
Decido.
Não obstante as razões declinadas, o impetrante não instruiu os autos, pois neles não consta o acórdão apontado como coator ou outros documentos que permitam o exame da controvérsia, o que, a toda evidência, impede o exame da tese suscitada.
