Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ (IMPETRADO), 1. MARCO AURELIO DE JESUS MENDES (IMPETRANTE)
- Advogado
- MARCO AURELIO DE JESUS MENDES (OAB 7363/PA)
HC 1012189/PA (2025/0221202-7)RELATOR:MINISTRO MESSOD AZULAY NETOIMPETRANTE:MARCO AURELIO DE JESUS MENDESADVOGADO:MARCO AURELIO DE JESUS MENDES - PA007363IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁPACIENTE:RONILDO FREIRE DE CARVALHOINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado em benefício de RONILDO FREIRE DE CARVALHO contra acórdão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ (apelação n. 0000092-95.2011.814.04.01).
Consta dos autos conexos que o paciente foi condenado (processo nº 0000092-95.2011.814.04.01 - informação diferente estava no acórdão de HC: autos n. 0000092-89.2011.8.14.0401) pela prática do crime de homicídio e, atualmente, se encontra preso em regime fechado e cumprindo pena de 16 (dezesseis) anos de reclusão.
A condenação já está transitada em julgado.
No presente writ, a defesa alega que "A realização dessa diligência [reprodução simulada dos fatos] transformada em prova ascendeu aos autos e foi utilizada pelo Promotor para convencer os jurados que condenou o paciente a 16 (dezesseis) anos e 06 (seis) meses de prisão. Portanto, essa prova é irregular, que merece ser reconhecida como uma prova ABSOLUTAMENTE NULA. (vídeos I, II, III, IV, V e VI) (ID 139703391)" (fl. 6).
Requer, inclusive liminarmente, "tornar nulo o processo a partir da concessão da realização da perícia da reprodução simulada e todos os atos subsequentes, que condenou o paciente a 16 (dezesseis) anos e 06 (seis) meses de prisão. Requer que seja concedida a ordem para tornar NULOS os atos do processo a partir do deferimento da realização da perícia e submeter o paciente a novo julgamento. Requer que seja concedido o Alvará de Soltura ao paciente para aguardar um novo julgamento em liberdade" (fl. 10).
É o relatório. DECIDO.
No caso, o presente habeas corpus não comporta sequer conhecimento, em razão da reiteração de pedidos no RHC n. 203.505/PA.
Não obstante tenha havido a repetição de impetração nesta Corte em face outro ato coator diferente do anterior (HC n. 0808467-31.2024.8.14.0000), as razões de mérito já foram exaustivamente esposadas no feito conexo, em 29/8/2024, nestes termos:
