SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE DECISÕES ESTRANGEIRAS E RECURSOS PARA O STF
Classe
CONFLITO DE COMPETÊNCIA
Destinatários
3. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (RECORRIDO), 1. FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEF (RECORRENTE), 4. JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DF (SUSCITANTE), 2. DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAO (RECORRIDO), 5. JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF (SUSCITADO)
Advogados
JULIA RANGEL SANTOS SARKIS (OAB 029241/DF), ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS (OAB 011694/DF), JOSÉ EYMARD LOGUERCIO (OAB 103250/SP), SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS (OAB 0000000/DF), EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES (OAB 021688/DF), FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO (OAB 034854/DF)
RE nos EDcl no AgInt no CC 199310/DF (2023/0296176-6)RELATOR:MINISTRO VICE-PRESIDENTE DO STJRECORRENTE:FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEFADVOGADOS:ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS - DF011694JULIA RANGEL SANTOS SARKIS - DF029241RECORRIDO:DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAOADVOGADOS:JOSÉ EYMARD LOGUERCIO - SP103250EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES - DF021688FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO - DF034854RECORRIDO:CAIXA ECONÔMICA FEDERALADVOGADO:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS - SE000000MSUSCITANTE:JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DFSUSCITADO:JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF
DECISÃO
1. Trata-se de recurso extraordinário interposto, com fundamento no art. 102, III, a, da Constituição Federal, contra acórdão do Superior Tribunal de Justiça que recebeu a seguinte ementa (fl. 146):
AGRAVO INTERNO. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. JUSTIÇA FEDERAL COMUM E TRABALHISTA. FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS E CAIXA ECONÔNICA FEDERAL. PRETENSÃO CUMULATIVA DE DECLARAÇÃO DE NATUREZA SALARIAL DA VERBA CTVA COM COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. NATUREZA TRABALHISTA. RE N. 586.453/SE. REPERCUSSÃO GERAL. INAPLICABILIDADE AO CASO CONCRETO. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. AGRAVO DESPROVIDO.
1. A pretensão de declaração da natureza salarial da verba Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA) com reflexos no valor do salário de contribuição tem natureza trabalhista. Incidência da Súmula n. 170 do STJ.
2. Agravo interno desprovido.
Os embargos de declaração opostos na sequência foram rejeitados (fls. 179-183).
A parte recorrente sustenta a ocorrência de violação dos arts. 114, IX, e 202, § 2º, da Constituição Federal e afirma que a matéria em discussão seria dotada de repercussão geral.
Alega que o acórdão recorrido contraria a orientação firmada pelo Supremo Tribunal Federal, com repercussão geral, no RE 586.453/SE (Tema n. 190/STF), argumentando que a inclusão do fundo de previdência no polo passivo da demanda impõe a competência da Justiça comum para o processamento do feito.
Refuta a aplicação da Súmula n. 170/STF sob a alegação de que o objeto da demanda engloba apenas pedidos de matéria previdenciária.
Argui que a relação entre as partes não decorre de um contrato de trabalho.
Requer, assim, a admissão e o provimento do recurso.
As contrarrazões foram apresentadas às fls. 213-219.
É o relatório.
2. O Superior Tribunal de Justiça proferiu julgamento no seguinte sentido (fls. 148-152):
A controvérsia cinge-se à definição da competência para julgamento de demanda proposta por ex-empregado em desfavor da Fundação dos Economiários Federais e da Caixa Econômica Federal, postulando verbas trabalhistas e a respectiva complementação de benefício de aposentadoria.
Da decisão atacada constou expressamente o seguinte (fls. 59-60):
A presente ação, ajuizada contra a CEF e a FUNCEF perante a Justiça do Trabalho, discute a natureza jurídica da parcela denominada Complemento Temporário Variável de Ajuste (CTVA), tendo como uma das repercussões a complementação de aposentadoria.
Em semelhante pedido foi definido que "a definição da competência para a causa se estabelece levando em consideração os termos da demanda (e não a sua procedência ou improcedência, ou a legitimidade ou não das partes, ou qualquer outro juízo a respeito da própria demanda). O juízo sobre competência é, portanto, lógica e necessariamente, anterior a qualquer outro juízo sobre a causa. Sobre ela quem vai decidir é o juiz considerado competente (e não o Tribunal que aprecia o conflito). Não fosse assim, haveria uma indevida inversão na ordem natural das coisas: primeiro se julgaria (ou pré-julgaria) a causa e depois, dependendo desse julgamento, definir-se-ia o juiz competente (que, portanto, receberia uma causa já julgada, ou, pelo menos, pré-julgada)" (CC 121.013/SP, relator Ministro Teori Albino Zavascki, Primeira Seção, DJe de 3/4/2012).
No caso em análise, verifico que a ação conta com pedidos cumulados, sendo um deles impróprio de ser julgado pela Justiça Trabalhista, à luz do precedente firmado no RE n. 586.453/SE. Todavia, tal fato não retira da Justiça Especializada a competência para julgar os demais pedidos contidos na petição inicial, que tem como pressuposto a declaração da natureza salarial da verba paga a título de CTVA.
Nesta linha de entendimento, a Segunda Seção do STJ, em julgamento no âmbito do CC n. 158.327/MG, de relatoria do Ministro Marco Aurélio Bellizze, confirmou, nos termos do art. 1.030, II, do CPC, a aplicação da tese em situação análoga à presente, afastando, por conseguinte, o entendimento consagrado no RE n. 586.453/SE, sob o regime de repercussão geral, decorrente de demandas comumente ajuizadas apenas contra as entidades de previdência privada objetivando o reajuste de suplementação de aposentadoria com base em normas estatutárias.
Confira-se a ementa do julgado:
[...]
Diante do contexto delineado, impõe-se que as pretensões trabalhistas deduzidas contra a Caixa Econômica Federal sejam primeiramente analisadas no Juízo laboral, porquanto seu exame é prejudicial à análise daquelas contidas nos pedidos previdenciários voltados à FUNCEF, os quais poderão ser formulados na Justiça Comum.
Ressalte-se que tal entendimento visa, sobretudo, conferir maior efetividade e racionalidade ao sistema, tudo a fim de possibilitar o cumprimento das obrigações tanto pela CEF quanto pela FUNCEF.
Por fim, vale destacar que "o conflito positivo de competência não é a via adequada para se aferir a inteireza e legitimidade de deliberações dos juízos suscitados nem para se pronunciar o acerto ou desacerto de decisões proferidas em demandas que deram origem a sua instauração" (AgRg no CC n. 131.891/SP, relator Ministro João Otávio de Noronha, Segunda Seção, julgado em 10/9/2014, DJe de 12/9/2014).
[...]
Ao contrário do sustentado pela parte agravante, a questão primária discutida na origem diz respeito à ausência de recolhimento de verbas de caráter trabalhista, atraindo a incidência da Súmula n. 170 do STJ.
É assente nesta Corte que, quando a "causa de pedir da contenda tem origem na exclusão da parcela denominada CTVA do salário de contribuição do autor, fato que terá repercussão financeira em sua aposentadoria futura, [...] [a] solução, contudo, não se restringe à interpretação das regras da previdência complementar" (AgInt nos EDcl no CC n. 167.394/PR, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Segunda Seção, julgado em 18/8/2020, DJe de 28/8/2020).
Nesse contexto, é inaplicável à espécie o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal no RE n. 586.453/SE, com repercussão geral.
Em idêntico norte, a jurisprudência do STF:
Agravo regimental no recurso extraordinário com agravo. Direito Processual Civil e Trabalhista. Inaplicabilidade do Tema 190 de Repercussão Geral. Competência da Justiça do Trabalho. Precedentes.
1. Inaplicabilidade do Tema 190 de Repercussão Geral, dada a natureza da controvérsia, uma vez que a discussão perpassa a competência para julgamento de pedido de reconhecimento de parcela CTVA como parte integrante da gratificação por exercício de confiança na Caixa Econômica Federal antes de tangenciar os reflexos desse reconhecimento sobre a verba recebida a título de complementação de aposentadoria.
2. Agravo regimental não provido.
3. Não tendo havido prévia fixação de honorários advocatícios pelas instâncias de origem, não se aplica a majoração de seu valor monetário, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil. (ARE n. 1.276.711-AgR, relator Ministro Dias Toffoli, Primeira Turma, julgado em 21/12/2020, DJe de 10/2/2021.)
Ante o exposto, nego provimento ao agravo interno.
Em resumo, pretende-se na ação a responsabilização do empregador pelas contribuições ao fundo de previdência e pela recomposição da reserva matemática, como reflexo(s) do pagamento de verba remuneratória, e não apenas o ajuste no benefício de complementação de aposentadoria.
Consequentemente, a resolução da controvérsia não é possível mediante simples análise do contrato previdenciário.
Nesse sentido, o Supremo Tribunal Federal, ao examinar o RE n. 1.265.564/SC, sob o regime da repercussão geral, firmou a seguinte tese (Tema n. 1.166):
Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar causas ajuizadas contra o empregador nas quais se pretenda o reconhecimento de verbas de natureza trabalhista e os reflexos nas respectivas contribuições para a entidade de previdência privada a ele vinculada.
Confira-se a ementa do precedente paradigma:
RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRABALHISTA. COMPETÊNCIA. PEDIDO DE CONDENAÇÃO DA EMPRESA EMPREGADORA AO PAGAMENTO DE VERBAS TRABALHISTAS E AO CONSEQUENTE REFLEXO DAS DIFERENÇAS SALARIAIS NAS CONTRIBUIÇÕES AO PLANO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. INAPLICABILIDADE DO TEMA N. 190 DA REPERCUSSÃO GERAL. PRECEDENTES. MULTIPLICIDADE DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. CONTROVÉRSIA CONSTITUCIONAL DOTADA DE REPERCUSSÃO GERAL. REAFIRMAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO DESPROVIDO.
(RE n. 1.265.564-RG, relator Ministro Luiz Fux – Presidente, Tribunal Pleno, julgado em 2/9/2021, DJe de 14/9/2021.)
3. Verifica-se, portanto, que o julgado recorrido está em consonância com a jurisprudência firmada pela Suprema Corte, motivo pelo qual incide o Tema n. 1.166 do STF.
Ante o exposto, nos termos do art. 1.030, I, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso extraordinário.
Publique-se. Intimem-se.
Vice-Presidente
LUIS FELIPE SALOMÃO
Órgão
SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE DECISÕES ESTRANGEIRAS E RECURSOS PARA O STF
Classe
CONFLITO DE COMPETÊNCIA
Destinatários
3. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (RECORRIDO), 1. FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEF (RECORRENTE), 4. JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DF (SUSCITANTE), 2. DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAO (RECORRIDO), 5. JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF (SUSCITADO)
Advogados
JULIA RANGEL SANTOS SARKIS (OAB 029241/DF), ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS (OAB 011694/DF), JOSÉ EYMARD LOGUERCIO (OAB 103250/SP), SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS (OAB 0000000/DF), EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES (OAB 021688/DF), FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO (OAB 034854/DF)
RE nos EDcl no AgInt no CC 199310/DF (2023/0296176-6)RELATOR:MINISTRO VICE-PRESIDENTE DO STJRECORRENTE:FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEFADVOGADOS:ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS - DF011694JULIA RANGEL SANTOS SARKIS - DF029241RECORRIDO:DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAOADVOGADOS:JOSÉ EYMARD LOGUERCIO - SP103250EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES - DF021688FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO - DF034854RECORRIDO:CAIXA ECONÔMICA FEDERALADVOGADO:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS - SE000000MSUSCITANTE:JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DFSUSCITADO:JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DFVista à(s) parte(s) recorrida(s) para contrarrazões de Recurso Extraordinário (RE).
Intimação
D
Órgão
SECRETARIA JUDICIÁRIA
Classe
CONFLITO DE COMPETÊNCIA
Destinatários
1. JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DF (SUSCITANTE), 2. JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF (SUSCITADO)
Advogados
JULIA RANGEL SANTOS SARKIS (OAB 029241/DF), ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS (OAB 011694/DF), JOSÉ EYMARD LOGUERCIO (OAB 103250/SP), SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS (OAB 0000000/DF), EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES (OAB 021688/DF), FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO (OAB 034854/DF)
CC 199310/DF (2023/0296176-6)RELATOR:MINISTRO VICE-PRESIDENTE DO STJSUSCITANTE:JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DFSUSCITADO:JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DFINTERESSADO:DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAOADVOGADOS:JOSÉ EYMARD LOGUERCIO - SP103250EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES - DF021688FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO - DF034854INTERESSADO:CAIXA ECONÔMICA FEDERALADVOGADO:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS - SE000000MINTERESSADO:FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEFADVOGADOS:ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS - DF011694JULIA RANGEL SANTOS SARKIS - DF029241Processo distribuído pelo sistema automático em 18/03/2025.
Órgão
AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA SEGUNDA SEÇÃO
Classe
CONFLITO DE COMPETÊNCIA
Destinatários
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (EMBARGADO), JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DF (SUSCITANTE), FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEF (EMBARGANTE), DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAO (EMBARGADO), JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF (SUSCITADO)
Advogados
JULIA RANGEL SANTOS SARKIS (OAB 029241/DF), ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS (OAB 011694/DF), JOSÉ EYMARD LOGUERCIO (OAB 103250/SP), SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS (OAB 0000000/DF), EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES (OAB 021688/DF), FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO (OAB 034854/DF)
EDcl no AgInt no CC 199310/DF (2023/0296176-6)RELATOR:MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHAEMBARGANTE:FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEFADVOGADOS:JULIA RANGEL SANTOS SARKIS - DF029241ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS - DF011694EMBARGADO:DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAOADVOGADOS:JOSÉ EYMARD LOGUERCIO - SP103250EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES - DF021688FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO - DF034854EMBARGADO:CAIXA ECONÔMICA FEDERALADVOGADO:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS - SE000000MSUSCITANTE:JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DFSUSCITADO:JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF
ACÓRDÃO
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da SEGUNDA SEÇÃO do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de 12/02/2025 a 18/02/2025, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Nancy Andrighi, Humberto Martins, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti, Moura Ribeiro e Carlos Cini Marchionatti (Desembargador Convocado TJRS) votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
Impedido o Sr. Ministro Antonio Carlos Ferreira.
Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Marco Buzzi.
Órgão
AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA SEGUNDA SEÇÃO
Classe
CONFLITO DE COMPETÊNCIA
Destinatários
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (EMBARGADO), JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DF (SUSCITANTE), FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEF (EMBARGANTE), DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAO (EMBARGADO), JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF (SUSCITADO)
Advogados
JULIA RANGEL SANTOS SARKIS (OAB 029241/DF), ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS (OAB 011694/DF), JOSÉ EYMARD LOGUERCIO (OAB 103250/SP), SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS (OAB 0000000/DF), EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES (OAB 021688/DF), FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO (OAB 034854/DF)
EDcl no AgInt no CC 199310/DF (2023/0296176-6)RELATOR:MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHAEMBARGANTE:FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEFADVOGADOS:JULIA RANGEL SANTOS SARKIS - DF029241ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS - DF011694EMBARGADO:DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAOADVOGADOS:JOSÉ EYMARD LOGUERCIO - SP103250EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES - DF021688FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO - DF034854EMBARGADO:CAIXA ECONÔMICA FEDERALADVOGADO:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS - SE000000MSUSCITANTE:JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DFSUSCITADO:JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DFProcesso incluído na Pauta de Julgamentos da SEGUNDA SEÇÃO, Sessão Virtual do dia 12/02/2025 00:00:00, com encerramento no dia 18/02/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).
Intimação
D
Órgão
AJC COORDENADORIA DE JULGAMENTO COLEGIADO DA SEGUNDA SEÇÃO
Classe
CONFLITO DE COMPETÊNCIA
Destinatários
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (EMBARGADO), JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DF (SUSCITANTE), FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEF (EMBARGANTE), DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAO (EMBARGADO), JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF (SUSCITADO)
Advogados
JULIA RANGEL SANTOS SARKIS (OAB 029241/DF), ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS (OAB 011694/DF), JOSÉ EYMARD LOGUERCIO (OAB 103250/SP), SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS (OAB 0000000/DF), EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES (OAB 021688/DF), FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO (OAB 034854/DF)
EDcl no AgInt no CC 199310/DF (2023/0296176-6)RELATOR:MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHAEMBARGANTE:FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEFADVOGADOS:JULIA RANGEL SANTOS SARKIS - DF029241ESTEFANIA FERREIRA DE SOUZA DE VIVEIROS - DF011694EMBARGADO:DENIZE LUCIA MENDES ABRAHAOADVOGADOS:JOSÉ EYMARD LOGUERCIO - SP103250EDUARDO HENRIQUE MARQUES SOARES - DF021688FELLIPE LUIZ GARBULHA LINDOSO - DF034854EMBARGADO:CAIXA ECONÔMICA FEDERALADVOGADO:SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS - SE000000MSUSCITANTE:JUÍZO DE DIREITO DA 7A VARA CÍVEL DE BRASÍLIA - DFSUSCITADO:JUÍZO DA 3A VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DFProcesso incluído na Pauta de Julgamentos da SEGUNDA SEÇÃO, Sessão Virtual do dia 12/02/2025 00:00:00, com encerramento no dia 18/02/2025 23:59:59 (RISTJ, Art. 184-E).