Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 1. GUSTAVO DE GRANDI (IMPETRANTE)
- Advogados
- BRUNO SERGIO BARBOSA DALTIN (OAB 378775/SP), GUSTAVO DE GRANDI (OAB 542286/SP)
HC 1118070/SP (2026/0320801-6)RELATORA:MINISTRA NILSONI DE FREITAS (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJDFT)IMPETRANTE:GUSTAVO DE GRANDIADVOGADOS:BRUNO SERGIO BARBOSA DALTIN - SP378775GUSTAVO DE GRANDI - SP542286IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULOPACIENTE:THAYSLAN VINICIUS MARCONDES GARCIACORRÉU:ALAN FIGUEIREDO MARCALCORRÉU:CARLOS ALEXANDRE BATISTA DOS SANTOSCORRÉU:DIEGO ARTHUR BORGESCORRÉU:HALLAN KLEBER APARECIDO DI BLASIOCORRÉU:MARCOS APARECIDO FERREIRACORRÉU:MAURICIO GOUVEACORRÉU:PATRICK CAMELO ROLIM CESARCORRÉU:PEDRO HENRIQUE DOS SANTOS VIRGILICORRÉU:MARCOS APARECIDO FERREIRA FILHOINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus com pedido liminar impetrado em favor de THAYSLAN VINICIUS MARCONDES GARCIA apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (HC n. 2167994-14.2026.8.26.0000).
Depreende-se dos autos que o paciente foi preso preventivamente e denunciado pela prática, em tese, do crime do art. 2º, § 4º, da Lei n. 12.850/2013 (integrar organização criminosa, com concurso de funcionário público).
Neste writ, alega a defesa que o decreto de prisão preventiva não declinou fundamentação idônea e contemporânea em relação aos requisitos autorizadores do art. 312 do Código de Processo Penal.
Acrescenta ser desnecessária a custódia cautelar, já que se revelariam adequadas e suficientes medidas diversas da prisão.
Aduz a presença de condições pessoais favoráveis.
Argumenta ofensa ao princípio da homogeneidade, pois, em caso de eventual condenação, possivelmente seria cominado regime prisional diverso do fechado.
Requer, liminarmente e no mérito, a expedição de alvará de soltura. Subsidiariamente, pleiteia a substituição da prisão preventiva por medida cautelar diversa.
É o relatório.
Decido.
Pois bem. Compulsando o processo, verifico que, embora a defesa aponte como ato coator decisum proferido no HC n. 2167994-14.2026.8.26.0000, não se desincumbiu do ônus de instruir adequadamente o habeas corpus, pois não juntou aos presentes autos a cópia de decisão eventualmente prolatada pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o que torna impossível a análise da controvérsia.
