Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (IMPETRADO), 1. JOSE HENRIQUE QUIROS BELLO (IMPETRANTE)
- Advogado
- JOSE HENRIQUE QUIROS BELLO (OAB 296805/SP)
HC 1032632/SP (2025/0336168-3)RELATOR:MINISTRO PRESIDENTE DO STJIMPETRANTE:JOSE HENRIQUE QUIROS BELLOADVOGADO:JOSE HENRIQUE QUIROS BELLO - SP296805IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULOPACIENTE:SAMUEL VINICIUS PEREIRA DOS SANTOSPACIENTE:SALOMAO VICTOR PEREIRA DOS SANTOSPACIENTE:WILLIAM ROGER CALIXTOCORRÉU:CAIO ALVES DE ARAUJOCORRÉU:CARLOS SANCHES DA SILVACORRÉU:GUILHERME AUGUSTO FERREIRACORRÉU:HENRIQUE SILVA ASSICORRÉU:ITALO BRUNO LINHARES REIS PEREIRACORRÉU:JUAN RAFAEL MORGANICORRÉU:MAURICIO PERETTO JUNIORCORRÉU:RICKSON MARTINS MATOSCORRÉU:THALLYS AZEVEDO GALVAOINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECISÃO
Cuida-se de Habeas Corpus impetrado em favor de SAMUEL VINICIUS PEREIRA DOS SANTOS, SALOMAO VICTOR PEREIRA DOS SANTOS e WILLIAM ROGER CALIXTO em que se aponta como ato coator a decisão monocrática de Desembargador do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO que indeferiu o pedido de liminar formulado no HC n. 2276044-71.2025.8.26.0000.
Consta dos autos a prisão preventiva dos pacientes, em 01 e 02.04.2025, decorrente da suposta prática dos delitos capitulados no art. 155, § 4º-B, do Código Penal; no art. 1º, § 4º, da Lei n. 9.613/1998; e no art. 2º, § 3º, da Lei n. 12.850/2013 (em relação aos pacientes Samuel e Salomão); e quanto ao paciente William, pela suposta prática dos crimes previstos no art. 155, § 4º-B, c/c o art. 29, caput, ambos do Código Penal; no art. 1º, § 4º, da Lei n. 9.613/1998; e no art. 2º, caput, da Lei n. 12.850/2013, na forma do art. 69, caput, do Código Penal, termos em que denunciados.
Em suas razões, sustenta o impetrante a ocorrência de constrangimento ilegal, porquanto há manifesto excesso de prazo para a formação da culpa, considerando que os pacientes estão presos preventivamente há mais de 140 (cento e quarenta) dias sem que tenha sido designada audiência de instrução e julgamento, o que caracteriza violação ao princípio da duração razoável do processo.
