Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (IMPETRADO), 1. DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO (IMPETRANTE)
- Advogado
- DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO
HC 1133713/MG (2026/0420377-8)RELATORA:MINISTRA NILSONI DE FREITAS (DESEMBARGADORA CONVOCADA DO TJDFT)IMPETRANTE:DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃOADVOGADO:DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃOIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAISPACIENTE:VALTENCIR ANTONIO VIEIRA FILHOCORRÉU:MAICON HENRIQUE DA SILVACORRÉU:VINICIUS RUFINO RAMIROCORRÉU:WILLIAN DOUGLAS DA SILVAINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus com pedido liminar impetrado em favor de VALTENCIR ANTÔNIO VIEIRA FILHO apontando como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS (Apelação Criminal n. 1.0637.20.001158-2/001).
Depreende-se dos autos que o ora paciente foi condenado, como incurso nas sanções do art. 33, caput, c/c o art. 40, inciso III, ambos da Lei n. 11.343/2006, à pena de 5 (cinco) anos e 10 (dez) meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, e ao pagamento de 583 (quinhentos e oitenta e três) dias-multa, tendo sido absolvido do delito do art. 35 do mesmo diploma legal.
Irresignada, apelou a defesa.
O Tribunal a quo rejeitou as preliminares defensivas e, no mérito, deu parcial provimento aos recursos apenas para redimensionar as penas-base dos corréus Maicon Henrique da Silva e Willian Douglas da Silva, mantendo, quanto ao ora paciente Valtencir Antônio Vieira Filho, a reprimenda de 5 (cinco) anos e 10 (dez) meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, e 583 (quinhentos e oitenta e três) dias-multa (e-STJ fls. 18/33).
Daí o presente writ, no qual a defesa sustenta: a) nulidade das provas por violação de domicílio, afirmando ingresso policial sem mandado e sem fundadas razões; b) nulidade por flagrante forjado; e, subsidiariamente, c) insuficiência probatória para a condenação.
Requer, inclusive liminarmente, o reconhecimento das nulidades apontadas ou da insuficiência probatória para a condenação e, por consequência, a absolvição do paciente.
É o relatório.
Decido.
