Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (IMPETRADO), 1. ALESSON LOPES RANGEL (IMPETRANTE)
- Advogado
- ALESSON LOPES RANGEL (OAB 106875/RS)
HC 1048125/RS (2025/0424023-7)RELATOR:MINISTRO RIBEIRO DANTASIMPETRANTE:ALESSON LOPES RANGELADVOGADO:ALESSON LOPES RANGEL - RS106875IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULPACIENTE:JOSE LINDOMAR NUNES BREZZOLINCORRÉU:ELISA DE OLIVEIRA CARVALHOINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
DECISÃO
Trata-se de habeas corpus impetrado em favor de JOSE LINDOMAR NUNES BREZZOLIN, contra acórdão proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
Colhe-se dos autos que o paciente teve a prisão preventiva decretada pela suposta prática dos delitos tipificados no art. 217-A (diversas vezes) c/c art. 226, II e art. 61, II, b; no art. 147, § 1º (três vezes); e no art. 121, § 3º, c/c o art. 13, § 2°, a; todos do Código Penal. Em 4/6/2025, teve liberdade provisória concedida pelo Juízo de Primeira Instância.
Na sequência, o Tribunal de origem deu provimento ao recurso em sentido estrito do Ministério Público e decretou a prisão preventiva do ora paciente.
Neste writ, o impetrante alega que: a) "inexiste justa causa para a prisão preventiva, tampouco persiste o motivo que anteriormente ocasionou a prisão preventiva do paciente" (e-STJ, fl. 4); b) "a decisão da Desembargadora Joni Victória Simões utiliza como fundamento da segregação preventiva do paciente uma situação hipotética, utilizando futurologia para sustentar a necessidade de reclusão do réu" (e-STJ, fl. 6).
Pleiteia a revogação da prisão preventiva imposta ao paciente.
O pedido liminar foi indeferido.
O Ministério Público Federal manifestou-se pela concessão da ordem.
É o relatório.
Da análise dos autos, note-se que o presente habeas corpus constitui reiteração do pedido formulado no RHC 228734, de minha relatoria, cujo mérito será analisado oportunamente. Isso porque há identidade de partes e da causa de pedir, impugnando os dois feitos o mesmo acórdão (HC n. 5003787-23.2025.8.21.0031/RS), o que constitui óbice ao seu conhecimento.
