Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- 2. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (AGRAVADO), 4. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (IMPETRADO), 3. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (AGRAVADO), 1. LEONARDO LOURENCO DA SILVA (AGRAVANTE)
- Advogado
- VALFRAN DE AGUIAR MOREIRA (OAB 173848/RJ)
AgRg no HC 1048445/RJ (2025/0425806-3)RELATOR:MINISTRO ANTONIO SALDANHA PALHEIROAGRAVANTE:LEONARDO LOURENCO DA SILVAADVOGADO:VALFRAN DE AGUIAR MOREIRA - RJ173848AGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERALAGRAVADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIROIMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
DECISÃO
Trata-se de agravo regimental interposto por L. L. DA S. contra decisão da Presidência desta Corte que, com base na Súmula n. 691/STF, indeferiu liminarmente o habeas corpus impetrado anteriormente.
Consta dos autos que foram impostas medidas cautelares diversas ao agravante, devido à suposta prática do delito capitulado no art. 213, caput , do Código Penal, c/c o inciso II, "g" e "l", do Código Penal Militar, termos em que denunciado.
Impetrado prévio writ na origem, foi indeferida a medida emergencial.
Em suas razões, sustenta a defesa a ocorrência de constrangimento ilegal, porquanto as medidas cautelares diversas da prisão foram impostas e mantidas sem demonstração do periculum libertatis.
Argumenta que há excesso de prazo na manutenção das cautelares por quase 5 anos, sem que tenha notícia de qualquer descumprimento de tais medidas, prática de quaisquer crimes ou tentativa de prejudicar a aplicação da lei penal militar ou instrução penal.
Em decisão acostada às e-STJ fls. 510/512, com espeque na Súmula n. 691/STF, a Presidência desta Corte indeferiu liminarmente o habeas corpus.
Nas razões do regimental, pretendendo a superação do referido enunciado sumular, a defesa sustenta que a decisão que indeferiu a liminar é desprovida de fundamentação. Reitera, no mais, a alegação de excesso de prazo das medidas cautelares e de ausência de descrição do periculum libertatis e do fumus boni iuris.
Requer a revogação das cautelares.
É o relatório.
Decido.
O agravo regimental perdeu seu objeto.
Isto porque, de acordo com as informações prestadas, em 14/11/2025, foi determinado o julgamento do processo em mesa.
