Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PENAL
- Classe
- HABEAS CORPUS
- Destinatários
- TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (IMPETRADO), BRUNO BERNARDES STEYER (IMPETRANTE)
- Advogado
- BRUNO BERNARDES STEYER (OAB 134581/RS)
HC 962540/RS (2024/0441574-1)RELATOR:MINISTRO PRESIDENTE DO STJIMPETRANTE:BRUNO BERNARDES STEYERADVOGADO:BRUNO BERNARDES STEYER - RS134581IMPETRADO:TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULPACIENTE:PAULO HENRIQUE DA SILVACORRÉU:FRANCIELI ROBERTA DA SILVACORRÉU:JULIANA MUTONICORRÉU:GABRIEL VICTOR ARRUDA TENTECORRÉU:ALEX BUENOCORRÉU:CARLOS TAINA DOS SANTOS RAMOSCORRÉU:EZEQUIEL COBSCORRÉU:LUAN FRANCO TEIXEIRACORRÉU:TAILON PATRICK PAULA ANDRADECORRÉU:ZENAIDE DOS SANTOSCORRÉU:ALAN SIQUEIRA DOS SANTOSCORRÉU:ANDRIELI FLORES ARNOLDCORRÉU:JONAS WLADIMIR CELISTREINTERESSADO:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
DECISÃO
Cuida-se de Habeas Corpus impetrado em favor de PAULO HENRIQUE DA SILVA em que se aponta como ato coator a decisão monocrática de Desembargador do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL que indeferiu o pedido de liminar formulado no HC n. 5342665-23.2024.8.21.7000.
Consta dos autos a prisão preventiva do paciente decorrente da suposta prática do crime de associação para o tráfico, termos em que denunciado.
Em suas razões, sustenta o impetrante a ocorrência de constrangimento ilegal, porquanto a segregação processual do paciente, com predicados pessoais favoráveis, encontra-se despida de fundamentação idônea e que não estão presentes os requisitos autorizadores da medida extrema, previstos no art. 312 do CPP.
Alega que se revelam adequadas e suficientes as medidas cautelares alternativas positivadas no art. 319 do CPP.
Discorre que não há indícios suficientes de autoria da prática delitiva.
Requer, assim, liminarmente e no mérito, a revogação da prisão cautelar, ainda que mediante a aplicação de medidas cautelares alternativas não prisionais.
É o relatório.
Decido.
Constata-se, desde logo, que a pretensão não pode ser acolhida por esta Corte Superior, pois a matéria não foi examinada pelo Tribunal de origem, que ainda não julgou o mérito do writ originário.
