Intimação
D- Órgão
- SPF COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO DE FEITOS DE DIREITO PRIVADO
- Classe
- TUTELA CAUTELAR ANTECEDENTE
- Destinatários
- 1. DAMHA AGRONEGOCIOS LTDA. (REQUERENTE), 2. CELIA DOS SANTOS LUCAS (REQUERIDO), 3. JOSE EDINO DELFINO DOS SANTOS (REQUERIDO), 4. JUVENAL DELFINO DOS SANTOS (REQUERIDO), 5. MARIA DA PAIXAO HONORIO RIBEIRO (REQUERIDO), 6. MARIA DELFINA DOS SANTOS (REQUERIDO), 7. PEDRO DELFINO DOS SANTOS (REQUERIDO), 8. IRENE ROSA DE PAULA (REQUERIDO)
- Advogados
- LEONARDO RUFINO CAPISTRANO (OAB 29510/DF), LUCIANO RIBEIRO REIS BARROS (OAB 21701/DF), GUSTAVO FAVERO VAUGHN (OAB 375478/SP), DANIELA CUTRALE (OAB 356909/SP), THIAGO SANTOS CASTELO BRANCO (OAB 6128/PI), DANIEL AUGUSTO MESQUITA (OAB 26871/DF), TERCÍLIA MARIA GONÇALVES DE OLIVEIRA MAESTRALI (OAB 52026/DF), GUSTAVO FAVERO VAUGHN (OAB 75612/DF), CAIO CESAR VIEIRA ROCHA (OAB 33593/DF)
TutCautAnt 1240/PI (2025/0446636-0)RELATOR:MINISTRO MOURA RIBEIROREQUERENTE:DAMHA AGRONEGOCIOS LTDA.ADVOGADOS:THIAGO SANTOS CASTELO BRANCO - PI006128LEONARDO RUFINO CAPISTRANO - DF029510CAIO CESAR VIEIRA ROCHA - DF033593GUSTAVO FAVERO VAUGHN - SP375478DANIELA CUTRALE - SP356909TERCÍLIA MARIA GONÇALVES DE OLIVEIRA MAESTRALI - DF052026GUSTAVO FAVERO VAUGHN - DF075612REQUERIDO:CELIA DOS SANTOS LUCASREQUERIDO:JOSE EDINO DELFINO DOS SANTOSREQUERIDO:JUVENAL DELFINO DOS SANTOSREQUERIDO:MARIA DA PAIXAO HONORIO RIBEIROREQUERIDO:MARIA DELFINA DOS SANTOSREQUERIDO:PEDRO DELFINO DOS SANTOSREQUERIDO:IRENE ROSA DE PAULAADVOGADOS:LUCIANO RIBEIRO REIS BARROS - DF021701DANIEL AUGUSTO MESQUITA - DF026871
DECISÃO
Cuida-se de tutela cautelar antecedente apresentada por DAMHA AGRONEGÓCIOS LTDA. (DAMHA) objetivando a concessão de efeito suspensivo ao seu agravo em recurso especial.
Para tanto, esclareceu que, apesar de ser a terceira adquirente, de boa-fé, do imóvel rural denominado Cabeceira do Riozinho, em ação declaratória proposta pelos proprietários originais, foi anulada a primeira alienação, com a determinação de restituição da gleba a eles, assim como ao pagamento de lucros cessantes.
Informou o desprovimento da apelação e a rejeição dos embargos de declaração, ensejando o manejo do recurso especial e do correspondente agravo, em razão do juízo negativo de admissibilidade.
Defendeu a nulidade do acórdão recorrido, por não ter sido considerada a alegação que seria adquirente de boa-fé, ressaltando a inexistência de vínculo no negócio declarado fraudulento, além dos requeridos terem anuídos com as alienações realizadas. Também haveria negativa de prestação jurisdicional quanto aos poderes outorgados ao mandatário que realizou a transação declarada nula, a inexistência de registro imobiliário do imóvel e sobre questões referentes a posse, assim como por não ter sido chamado o procurador para integrar a lide como litisconsorte passivo necessário, ter sido proferida decisão extra petita e em reformatio in pejus, além da ausência de nexo causal e o pedido indenizatório genérico e desconsiderado o direito de retenção pelas benfeitorias.
