Intimação
D- Órgão
- 5ª Turma Cível
- Classe
- APELAÇÃO CÍVEL
- Destinatários
- SANTANDER SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A., ANDRE PICOLI DE SOUSA
- Advogados
- RODRIGO FRASSETTO GOES (OAB 33416/SC), GUSTAVO RODRIGO GOES NICOLADELI (OAB 8927/SC)
Poder Judiciário da União TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Gabinete da Desa. Maria Ivatônia Número do processo: 0715360-70.2025.8.07.0006 Classe judicial: APELAÇÃO CÍVEL (198) APELANTE: SANTANDER SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A. APELADO: ANDRE PICOLI DE SOUSA D E C I S Ã O Trata-se de apelação interposta por SANTANDER SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A. em face da sentença proferida pelo Juízo da 1ª Vara Cível de Sobradinho na Ação de Busca e Apreensão ajuizada contra ANDRE PICOLI DE SOUSA (ID 82121018).
É o relato do necessário.
DECIDO. Nos termos do artigo 932, inciso III do Código de Processo Civil e art. 87, III do RITJDFT, incumbe ao Relator não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida. Recurso que não merece conhecimento por manifesta inadmissibilidade: irregularidade de representação processual. Conforme previsto nos arts. 103 e 104 do CPC, a parte deve ser representada por advogado regularmente constituído.
Na hipótese, constatada irregularidade na representação processual da parte apelante, proferido o seguinte despacho: “A procuração de ID 82120292 está com validade vencida desde 11/11/2025, data anterior à interposição do recurso. Regularize a parte apelante sua representação processual sob pena de não conhecimento do recurso.e Prazo: 5 (cinco) dias” (ID 82333500). A parte apelante não se manifestou (ID 82750244), razão por que, nos termos do art. 76, § 2º, I do CPC, impositivo o não conhecimento do recurso.
Por oportuno, a doutrina de Fredie Didier e Leonardo Carneiro: “Para que o recurso seja conhecido, é necessário, também, que preencha determinados requisitos formais que a lei exige; que observe ‘a forma segundo a qual o recurso deve revestir-se’. ( ). O recurso deve ser subscrito por quem tenha capacidade postulatória. Mesmo no âmbito dos Juizados Especiais Cíveis, em que se confere à própria parte a capacidade postulatória, o recurso há de ser subscrito por advogado.
