Intimação
D- Órgão
- 2ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte
- Classe
- HABILITAÇÃO DE CRÉDITO
- Destinatários
- INOCENCIO DE PAULA SOCIEDADE DE ADVOGADOS, CREDIBILITÁ ADMINISTRAÇÃO JUDICIAL E SERVIÇOS LTDA, COMPANHIA TECIDOS SANTANENSE EM RECUPERACAO JUDICIAL, BERNARDO DAYRELL NEIVA
- Advogados
- BRUNO KURZWEIL DE OLIVEIRA (OAB 248704/SP), BERNARDO DAYRELL NEIVA (OAB 72093/MG), DIDIMO INOCENCIO DE PAULA (OAB 26226/MG), JOEL LUÍS THOMAZ BASTOS (OAB 122443/SP), ALEXANDRE CORREA NASSER DE MELO (OAB 234552/MG)
HABILITAÇÃO DE CRÉDITO Nº 1100124-54.2026.8.13.0024/MG
REQUERENTE: BERNARDO DAYRELL NEIVAADVOGADO(A): BERNARDO DAYRELL NEIVA (OAB MG072093)REQUERIDO: COMPANHIA TECIDOS SANTANENSE EM RECUPERACAO JUDICIALADVOGADO(A): BRUNO KURZWEIL DE OLIVEIRA (OAB SP248704)ADVOGADO(A): JOEL LUÍS THOMAZ BASTOS (OAB SP122443)
SENTENÇA
Vistos, etc.
1. Trata-se de HABILITAÇÃO RETARDATÁRIA DE CRÉDITO ajuizada por BERNARDO DAYRELL NEIVA em face de COMPANHIA DE TECIDOS SANTANENSE – EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL, pretendendo a inclusão de seu crédito no Quadro Geral de Credores das Recuperandas, no valor de R$ 37.036,42 (trinta e sete mil, trinta e seis reais, e quarenta e dois centavos), a título de honorários advocatícios sucumbenciais, conforme documentos acostados à inicial.
2. Sustenta o Habilitante que o crédito decorre da Reclamação Trabalhista nº 0011114-95.2024.5.03.0062, em trâmite perante a Vara do Trabalho de Itaúna/MG, encontrando-se comprovado por meio da Certidão de Habilitação de Crédito acostada aos autos.
3. Aduz que, embora tenha transcorrido o prazo de 15 (quinze) dias previsto no art. 7º, § 1º, da Lei nº 11.101/2005, ainda não houve homologação do Quadro Geral de Credores, razão pela qual requer o processamento do pedido como habilitação retardatária, na forma do art. 10, caput e § 5º, da Lei nº 11.101/2005.
4. Instruiu a inicial com os documentos comprobatórios pertinentes.
5. Intimadas, as Recuperandas manifestaram-se informando que não se opõem aos pedidos formulados pelo Habilitante.
6. A Administração Judicial, por sua vez, manifestou-se pelo indeferimento do pedido, ao fundamento de que o crédito postulado possui natureza extraconcursal, uma vez que os honorários advocatícios sucumbenciais foram constituídos por sentença proferida posteriormente ao ajuizamento do pedido de recuperação judicial.
