Intimação
D- Órgão
- Secretaria Especializada em Movimentações Processuais das Varas da Fazenda Pública de Curitiba - 2ª Vara
- Classe
- PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
- Destinatários
- COMPANHIA DE HABITAÇÃO POPULAR DE CURITIBA, CONDOMÍNIO CONJUNTO RESIDENCIAL VILA VELHA
- Advogados
- ELIANE MAZZUCCO GIOPPO (OAB 31818/PR), MONICA PIMENTEL DE SOUZA LOBO (OAB 35455/PR), FÁBIO COCHMANSKI DO NASCIMENTO (OAB 52647/PR), REGINALDO NOGUEIRA GUIMARÃES JUNIOR (OAB 44032/PR), LADISMARA TEIXEIRA (OAB 34403/PR), DANIEL FABIANO PEREIRA CAVALCANTI (OAB 98964/PR), SYMON JOHN ALEXANDRE (OAB 58755/PR), ISABEL CRISTINA BONETTI (OAB 66872/PR), RAFAEL FERNANDO PORTELA (OAB 54780/PR), SAMIR BRAZ ABDALLA (OAB 31374/PR), CLEVERSON TUOTO BENTHIEN (OAB 45001/PR), DANIEL BRENNEISEN MACIEL (OAB 40660/PR), RAPHAEL WOTKOSKI (OAB 62783/PR), LUIZ FERNANDO DE QUEIROZ (OAB 5560/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - FORO CENTRAL DE CURITIBA SECRETARIA ESPECIALIZADA EM MOVIMENTAÇÕES PROCESSUAIS DAS VARAS DA FAZENDA PÚBLICA DE CURITIBA - 2ª VARA - PROJUDI Rua da Glória, 362 - 1º andar - Centro Cívico - Curitiba/PR - CEP: 80.030-060 - Fone: (41) 3200-4702 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0010976-87.2010.8.16.0004
Vistos etc.
RELATÓRIO
CONDOMÍNIO CONJUNTO RESIDENCIAL VILA VELHA ajuizou ação de cobrança em face de NEY PROSDOCIMO, posteriormente redirecionada em face da COMPANHIA DE HABITAÇÃO POPULAR DE CURITIBA - COHAB-CT, pretendendo a condenação ao pagamento de despesas condominiais relativas à unidade habitacional indicada na petição inicial. Alegou, em síntese, que o requerido deixou de adimplir as taxas condominiais vencidas no período compreendido entre 30/05/1996 e 30/10/1996, no valor histórico de R$ 2.185,65, acrescido dos encargos legais e convencionais.
Requereu, por isso, a condenação ao pagamento do débito, com correção monetária, juros de mora, multa, custas e honorários advocatícios. No curso do processo, o condomínio requereu a inclusão da COMPANHIA DE HABITAÇÃO POPULAR DE CURITIBA - COHAB-CT no polo passivo, sob o fundamento de que a companhia permanecia como titular do domínio do imóvel e que, diante da natureza propter rem das despesas condominiais, também seria responsável pelo pagamento das cotas inadimplidas.
O pedido foi deferido, constando da decisão que a matrícula do imóvel indicava o cancelamento da promessa de compra e venda anteriormente celebrada em favor de Ney Prosdocimo, com retorno do bem ao patrimônio da COHAB-CT. A COHAB-CT compareceu aos autos e apresentou insurgência defensiva, sustentando, em linhas gerais, sua ilegitimidade passiva, a responsabilidade do compromissário comprador pelas despesas condominiais do período em que exercia a posse do imóvel, a incidência da orientação firmada pelo Superior Tribunal de Justiça no Tema 886 e a ilegitimidade ativa do condomínio, em razão da existência de contrato de cobrança garantida firmado com a empresa FINOCRÉDITO Cobranças Garantidas S/C Ltda.
