FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogado
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP)
Intimação referente ao movimento (seq.
83) RECEBIDOS OS AUTOS (27/07/2026). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Órgão
8ª Câmara Cível
Classe
APELAÇÃO CÍVEL
Destinatários
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO, FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Processo:0011190-86.2024.8.16.0069(Apelação Cível)Relator(a):Desembargadora Themis de Almeida FurquimÓrgão Julgador:8ª Câmara CívelData do Julgamento:22/06/2026Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS.
SENTENÇA
DE IMPROCEDÊNCIA. INSURGÊNCIA DO AUTOR. PRELIMINARES DE NULIDADE AFASTADAS. ALEGADA INOBSERVÂNCIA DA INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA DEFERIDA NO SANEAMENTO. INOCORRÊNCIA DE JULGAMENTO SURPRESA OU CERCEAMENTO DE DEFESA. QUESTÃO RELACIONADA À VALORAÇÃO DO CONJUNTO PROBATÓRIO. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. NÃO ACOLHIMENTO.
SENTENÇA
QUE PERMITE A COMPREENSÃO DAS RAZÕES DE DECIDIR. MÉRITO. DÉBITO ORIUNDO DO BANCO BRADESCO S.A. CEDIDO AO FUNDO RÉU. AUSÊNCIA DE DOCUMENTOS APTOS A DEMONSTRAR A ORIGEM MATERIAL DA OBRIGAÇÃO. CESSÃO DE CRÉDITO QUE NÃO SUBSTITUI A PROVA DA RELAÇÃO JURÍDICA SUBJACENTE. INEXIGIBILIDADE DO DÉBITO RECONHECIDA. CANCELAMENTO DA ANOTAÇÃO RESTRITIVA. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. EXISTÊNCIA DE ANOTAÇÃO ANTERIOR LEGÍTIMA ORIUNDA DA PERNAMBUCANAS/PEFISA, NÃO IMPUGNADA ESPECIFICAMENTE PELO AUTOR.
INCIDÊNCIA DA SÚMULA 385 DO STJ.
SENTENÇA
PARCIALMENTE REFORMADA. REDISTRIBUIÇÃO DO ÔNUS DA SUCUMBÊNCIA.Recurso conhecido e parcialmente provido.
Órgão
8ª Câmara Cível
Classe
APELAÇÃO CÍVEL
Destinatários
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO, FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Setor de PautasPauta de Julgamento do dia 15/06/2026 00:00 até 19/06/2026 23:59Sessão Virtual Ordinária - 8ª Câmara CívelProcesso: 0011190-86.2024.8.16.0069Pauta de Julgamento da sessão VIRTUAL da 8ª Câmara Cível a realizar-se em 15/06/2026 00:00 até 19/06/2026 23:59, ou sessões subsequentes.
Intimação
D
Órgão
8ª Câmara Cível
Classe
APELAÇÃO CÍVEL
Destinatário
FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogado
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP)
Intimação referente ao movimento (seq.
11) INCLUÍDO EM PAUTA PARA SESSÃO VIRTUAL DE 15/06/2026 00:00 ATÉ 19/06/2026 23:59 (11/05/2026). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Intimação
D
Órgão
8ª Câmara Cível
Classe
APELAÇÃO CÍVEL
Destinatário
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Intimação referente ao movimento (seq.
11) INCLUÍDO EM PAUTA PARA SESSÃO VIRTUAL DE 15/06/2026 00:00 ATÉ 19/06/2026 23:59 (11/05/2026). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Órgão
8ª Câmara Cível
Classe
APELAÇÃO CÍVEL
Destinatário
FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogado
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP)
Intimação referente ao movimento (seq.
3) DISTRIBUÍDO POR SORTEIO (24/04/2026). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Intimação
D
Órgão
8ª Câmara Cível
Classe
APELAÇÃO CÍVEL
Destinatário
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Intimação referente ao movimento (seq.
3) DISTRIBUÍDO POR SORTEIO (24/04/2026). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatário
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Intimação referente ao movimento (seq.
76) JUNTADA DE PETIÇÃO DE CONTRARRAZÕES (05/02/2026). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatário
FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogado
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP)
Intimação referente ao movimento (seq.
72) JUNTADA DE PETIÇÃO DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSO (08/12/2025). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Novembro 20251 evento
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO, FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE CIANORTE 1ª VARA CÍVEL DE CIANORTE - PROJUDI 3/4 Travessa Itororó, 300 - Fórum TJPR - Zona
01 - Cianorte/PR - CEP: 87.200-153 - Fone: (44) 3631-2626 - Celular: (44) 3631-2626 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0011190-86.2024.8.16.0069 Processo: 0011190-86.2024.8.16.0069 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Práticas Abusivas Valor da Causa: R$20.639,76 Autor(s): BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO Réu(s): FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Vistos etc.
01. Trata-se de ação declaratória de inexistência de débito cumulada com pedido de danos morais e antecipação de tutela ajuizada por BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO em face de FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA. Alega, em síntese, que houve inscrição indevida de seu nome nos cadastros de inadimplentes por débitos que não reconhece, afirmando que não foi previamente notificado, não recebeu os contratos que originaram os débitos e que sofreu prejuízos morais e financeiros em razão da negativação indevida.
Em seus pedidos, requereu: i) a concessão dos benefícios da justiça gratuita; ii) a declaração de indevida a inclusão de seu nome nos cadastros de inadimplentes; iii) a devolução dos valores descontados; iv) o pagamento de R$ 10.000,00 a título de danos morais; e v) o pagamento das custas e honorários processuais. Recebida a inicial com a concessão dos benefícios da justiça gratuita na seq.
16. Em sua contestação (seq. 21). A parte ré alegou, preliminarmente, a existência legítima dos débitos, sustentando que não houve negativação indevida, tampouco dano moral, pois o autor é inadimplente. Argumenta que não há elementos que justifiquem a inversão do ônus da prova e, caso haja condenação, requer que os juros e a correção monetária incidam a partir da sentença, conforme dispõe a Súmula 362 do Superior Tribunal de Justiça.
Ao final, requer a improcedência dos pedidos formulados na inicial. Impugnação à contestação em seq.
39. Instadas, as partes especificaram as provas que pretendem produzir na seqs.
Setembro 20251 evento
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO, FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogados
GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE CIANORTE 1ª VARA CÍVEL DE CIANORTE - PROJUDI 6/3 Travessa Itororó, 300 - Fórum TJPR - Zona
01 - Cianorte/PR - CEP: 87.200-153 - Fone: (44) 3631-2626 - Celular: (44) 3631-2626 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0011190-86.2024.8.16.0069 Processo: 0011190-86.2024.8.16.0069 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Práticas Abusivas Valor da Causa: R$20.639,76 Autor(s): BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO Réu(s): FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Vistos etc.
01. Trata-se de ação declaratória de inexistência de débito cumulada com pedido de danos morais e antecipação de tutela ajuizada por BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO em face de FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO. Alega, em sintese, que houve inscrição indevida de seu nome nos cadastros de inadimplentes por débitos que não reconhece, afirmando que não foi previamente notificado, não recebeu os contratos que originaram os débitos e que sofreu prejuízos morais e financeiros em razão da negativação indevida. Em seus pedidos, requereu: i) a concessão dos benefícios da justiça gratuita; ii) a declaração de indevida a inclusão de seu nome nos cadastros de inadimplentes; iii) a devolução dos valores descontados; iv) o pagamento de R$ 10.000,00 a título de danos morais; e v) o pagamento das custas e honorários processuais.
Recebida a inicial com a concessão dos benefícios da justiça gratuita na seq.
16. Em sua contestação (seq. 21). A parte ré alegou, preliminarmente, a existência legítima dos débitos, sustentando que não houve negativação indevida, tampouco dano moral, pois o autor é inadimplente. Argumenta que não há elementos que justifiquem a inversão do ônus da prova e, caso haja condenação, requer que os juros e a correção monetária incidam a partir da sentença, conforme dispõe a Súmula 362 do Superior Tribunal de Justiça.
Ao final, requer a improcedência dos pedidos formulados na inicial. Impugnação à contestação em seq.
Maio 20251 evento
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatário
FIDC MULTISEGMENTOS NPL IPANEMA VI RESPONSABILIDADE LIMITADA
Advogado
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP)
Intimação referente ao movimento (seq.
52) JUNTADA DE PETIÇÃO DE ESPECIFICAÇÃO DE PROVAS (01/04/2025). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes.
Março 20252 eventos
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatário
BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Intimação referente ao movimento (seq.
49) PROFERIDO
DESPACHO
DE MERO EXPEDIENTE (11/03/2025). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes. Início do prazo: 27/03/2025, salvo se for realizada a leitura antecipada no Projudi.
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO, BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE CIANORTE 1ª VARA CÍVEL DE CIANORTE - PROJUDI 6 Travessa Itororó, 300 - Fórum TJPR - Zona
01 - Cianorte/PR - CEP: 87.200-153 - Fone: (44) 3631-2626 - Celular: (44) 3631-2626 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0011190-86.2024.8.16.0069 Processo: 0011190-86.2024.8.16.0069 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Práticas Abusivas Valor da Causa: R$20.639,76 Autor(s): BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO Réu(s): FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO
Vistos etc.
01. Com o intuito de sanear o feito e evitar qualquer arguição de nulidade, intimem-se as partes, de forma sucessiva para que, no prazo de 10 dias, apresentem, de forma especifica, (i) os pontos que entendem controvertidos, bem como, se for o caso, (ii) os meios de prova que serão utilizados em cada um destes pontos. Referidas apresentações deverão ser feitas de forma relacionada (ponto controvertido com meio de prova), clara e objetiva, com fundamentos fáticos e jurídicos específicos, sob pena de pronto indeferimento.
02. Decorrido o prazo fixado, faça-se conclusão para decisão de saneamento e organização do processo.
03.
Cumpra-se Diligências necessárias. Cianorte, datado eletronicamente. Thiago Cavicchioli Dias Juiz de Direito
Fevereiro 20252 eventos
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO, BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Intimação referente ao movimento (seq.
40) JUNTADA DE ATO ORDINATÓRIO (12/02/2025). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes. Início do prazo: 24/02/2025, salvo se for realizada a leitura antecipada no Projudi.
Intimação
D
2024
3 eventos
Dezembro 20241 evento
Intimação
D
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO, BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE CIANORTE 1ª VARA CÍVEL DE CIANORTE - PROJUDI 0 Travessa Itororó, 300 - Fórum TJPR - Zona
01 - Cianorte/PR - CEP: 87.200-153 - Fone: (44) 3631-2626 - Celular: (44) 3631-2626 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0011190-86.2024.8.16.0069 Processo: 0011190-86.2024.8.16.0069 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Práticas Abusivas Valor da Causa: R$20.639,76 Autor(s): BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO Réu(s): FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO
Vistos etc.
01. Cuida-se de ação declaratória de inexistência de débito c/c indenização por danos morais ajuizada por BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO em que é requerido o FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI – NÃO PADRONIZADO.
02. Em seq. 25, a parte requereu a aplicação da penalidade por litigância de má-fé, tendo em vista o pedido de extinção do feito por suposto abandono da causa. 2.1. O requerimento é desprovido de fundamentação, tampouco resta demonstrado conduta que se amolda ao texto de lei, sendo o INDEFERIMENTO medida de rigor. As hipóteses de aplicação da litigância de má-fé vêm disciplinada no artigo 80 do CPC.
Vejamos: Art.
80. Considera-se litigante de má-fé aquele que:
I - deduzir pretensão ou defesa contra texto expresso de lei ou fato incontroverso;
II - alterar a verdade dos fatos;
III - usar do processo para conseguir objetivo ilegal;
IV - opuser resistência injustificada ao andamento do processo;
V - proceder de modo temerário em qualquer incidente ou ato do processo;
VI - provocar incidente manifestamente infundado;
Novembro 20241 evento
Intimação
D
Outubro 20241 evento
Intimação
D
52. Decisão de saneamento e de organização do processo em seq.
58.
É o relatório.
DECIDO.
02. DAS PRELIMINARES/PREJUDICIAIS
02. As preliminares/prejudiciais de mérito já foram analisadas quando do saneamento e organização do processo, conforme se depreende da decisão de seq.
58. 2.1. Verifico, portanto, que inexistem questões processuais e/ou prejudiciais que impeçam o julgamento do mérito, pelo que reafirmo a presença dos pressupostos processuais de existência (pedido, investidura do juiz, citação válida e capacidade postulatória) e validade (petição inicial regular, competência, legitimidade, interesse e capacidade de estar em juízo), e a inexistência dos pressupostos processuais negativos (litispendência, perempção e coisa julgada).
Feito tais esclarecimentos, passo a conhecer das questões de fundo da demanda.
03. DO MÉRITO. Vale destacar que “a vulnerabilidade fática ou socioeconômica do consumidor a par da mitigação do princípio ‘pacta sunt servanda’, em atenção à função social do contrato (art. 421/CC), permite a revisão dos pactos estabelecidos com as instituições financeiras, para afastar eventuais ilegalidades, nos moldes do art. 51, IV, do CDC, sem que, com isso, haja ofensa ao disposto no art. 422 do Código Civil” (TJPR.
AP n. 1274067-7). Aduz a parte autora que, ao consultar seu nome na plataforma Serasa, identificou duas inscrições restritivas que desconhecia: uma no valor de R$ 9.993,52, originada do Banco Bradesco, e outra de R$ 646,24, oriunda da Pernambucanas. Sustenta que não contratou tais serviços, não foi notificado previamente e que a negativação indevida lhe causou prejuízos morais e financeiros. Em contrapartida, apresentou contestação instruída com documentos que comprovam a origem dos débitos, a cessão regular dos créditos e a legitimidade da cobrança.
Argumenta que o autor é inadimplente, que os contratos foram regularmente celebrados e que não há ato ilícito ou dano moral indenizável. Pois bem. Os documentos juntados comprovam a existência dos contratos originários com o Banco Bradesco e Pernambucanas, contendo dados pessoais do autor, número de contrato, valor e data de vencimento. A cessão dos créditos foi formalizada por meio de contrato registrado em cartório, conforme certidão acostada aos autos.
O autor não impugnou especificamente tais documentos, limitando-se a alegar desconhecimento, o que não é suficiente para infirmar a presunção de veracidade dos documentos apresentados. Nos termos do art. 290 do Código Civil, a cessão de crédito produz efeitos em relação ao devedor quando este é notificado. Contudo, conforme o art. 293 do mesmo diploma, o cessionário pode exercer atos conservatórios do crédito mesmo antes da notificação.
A jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que a ausência de notificação não torna a dívida inexigível, tampouco impede a inscrição do nome do devedor nos cadastros de inadimplentes. A negativação decorre do inadimplemento de dívida legítima. Não há nos autos prova de que o autor tenha quitado os débitos ou que a inscrição tenha sido realizada de forma irregular. A ausência de notificação prévia pelo credor originário ou pelo cessionário não configura, por si só, ato ilícito, especialmente quando há prova da existência da dívida e da cessão regular.
A jurisprudência do STJ reconhece que a inscrição indevida em cadastros de inadimplentes pode gerar dano moral presumido. Contudo, no caso concreto, não se verifica a indevida negativação, mas sim a inscrição decorrente de dívida legítima e não quitada. Ademais, o autor não demonstrou qualquer repercussão concreta em sua esfera íntima, pessoal ou profissional que justifique a indenização. A simples alegação de prejuízo financeiro ou abalo moral, desacompanhada de prova, não é suficiente para configurar o dever de indenizar.
Embora se trate de relação de consumo, não se demonstrou hipossuficiência técnica ou verossimilhança das alegações que justifique a inversão do ônus da prova. O réu apresentou prova documental robusta, enquanto o autor não trouxe elementos mínimos que infirmassem a validade dos contratos ou a regularidade da inscrição. Pelas razões supra, indene que a improcedência de todos os pedidos é medida imperativa.
Até mesmo porque, não tendo sido demonstrado um singelo ato ilícito cometido pela parte ré, não se pode sustentar o pleito indenizatório, material ou moral. O dano moral é um desdobramento de um ato ilícito, configurado apenas se demonstrados os seus requisitos legais. É o que se vê da leitura do art. 186 e 944 e seguintes do Código Civil. Consequentemente, como já dito, não tendo havido qualquer ilicitude por parte da ré, não há que se falar em dever de indenizar, de tal sorte que a improcedência do pedido de danos morais é medida de rigor.
04.
DISPOSITIVO: 4.1. Ante ao exposto, JULGO IMPROCEDENTES os pedidos iniciais, resolvendo o mérito da lide na forma do artigo 487, I, do CPC. 4.2. Em razão da sucumbência da parte autora, condeno-a no pagamento das despesas processuais (que abrangem às custas dos atos do processo, a indenização de viagem, a remuneração do assistente técnico e a diária da testemunha) e dos honorários sucumbenciais devidos ao advogado da parte requerida, que fixo em 10% sobre o valor atualizado da lide. 4.3.
A exigibilidade das verbas sucumbenciais ficará condicionada à prova da capacidade financeira da parte autora, pois litiga ela sob pálio da justiça gratuita. 4.4.
Publique-se. Registre-se.
Intime-se. 4.5. Certificado o trânsito em julgado, oportunamente, arquive-se, observadas as formalidades legais e cumpridas as determinações do Código de Normas da Corregedoria Geral da Justiça. Diligências necessárias. Cianorte, datado eletronicamente. Thiago Cavicchioli Dias Juiz de Direito
39 . Instadas, as partes especificaram as provas que pretendem produzir na seqs.
52.
É o relatório.
DECIDO.
02. DAS PRELIMINARES/PREJUDICIAIS 2.1. Da incidência da legislação consumerista (Código de Defesa do Consumidor - CDC) e a consequente inversão do ônus probatório: Primeiramente, cumpre registrar que o Código de Defesa do Consumidor é plenamente aplicável ao caso em tela, porquanto não há dúvida de que o pacto celebrado entre as partes consiste em uma relação de consumo, estando presentes de um lado a figura do consumidor, e de outro a instituição financeira que, com habitualidade, coloca à disposição seus produtos e serviços no mercado.
Outrossim, os contratos bancários estão sujeitos ao Código de Defesa do Consumidor, por força do disposto no artigo 3º, §3º, do referido diploma legal. No mesmo sentido, dispõe a Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça: “O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras”. Quanto ao ônus da prova, observo que, inicialmente, requer o autor a aplicação da inversão probatória, nos termos preconizados pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).
O CDC é uma norma elevada a nível constitucional, conforme preceitua seu art. 1º, ao afirmar que (...) estabelece normas de proteção ao consumidor, nos termos dos artigos 5º, inciso XXXII, 170, inciso V, da Constituição Federal e artigo 48 de suas disposições transitórias. Não obstante, a inversão do ônus da prova é um direito básico do consumidor, tendo por objetivo a facilitação dos seus direitos, nos exatos termos do art. 6º, VIII, do CDC.
Os requisitos autorizadores da inversão do ônus da prova encontram-se presentes, pois existe verossimilhança nas alegações da autora, além de notória a hipossuficiência técnica da autora frente ao réu. Nestes termos, inverto o ônus probatório em favor do consumidor Ressalta-se, por óbvio, que o ônus da prova fixado de maneira inversa não afasta o dever do autor em produzir prova mínima de suas alegações, especialmente no que atina aos danos experimentados.
03. Dos autos, constato que inexistem nulidades a reconhecer ou irregularidade a sanar (artigo 357, I, do CPC), razão pela qual, declaro o feito saneado.
04. Nos termos dos incisos II, III e IV do artigo 357 do CPC, passo a fixação dos pontos controvertidos, distribuição do ônus da prova e delimitação das questões relevantes. 4.1. A questão fática controvertida versa sobre: (ii) Se os débitos estão prescritos e, portanto, são inexigíveis; (iii) Se houve inscrição indevida do nome do autor nos órgãos de proteção ao crédito; (iii) Se provada a falha na prestação do serviço, há conduta que enseje reparação pelos alegados danos morais suportados.
05. No que concerne ao ônus da prova, dispõe o art. 6º, inciso VIII, do Código de Defesa do Consumidor, que são também direitos básicos do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências. 5.1.
Observe-se que os critérios levados em conta para inversão do ônus da prova não são cumulativos, mas alternativos, bastando, assim, a presença de apenas um dos requisitos para sua concretização. No caso dos autos, é evidente a hipossuficiência técnica da autora cabendo aos réus demonstrar que a autora foi devidamente informada sobre as condições de pagamento da fatura e sobre o acesso ao aplicativo, principalmente porque foi a ré quem produziu os documentos.
Assim, o ônus da prova caberá aos réus (fornecedores) Ressalta-se, por óbvio, que o ônus da prova fixado de maneira inversa não afasta o dever da parte autora em produzir prova mínima de suas alegações, especialmente no que atina aos danos experimentados.
06. Para elucidação dos pontos controvertidos, ao que tudo indica, bastam as provas já coligidas aos autos. 6.1. Oportunamente, destaco que não se desconhece que compete à parte instruir a petição inicial com os documentos destinados a provar suas alegações (art. 434, do CPC), sendo admitida juntada de documentos somente quando destinados a fazer prova de fatos ocorridos depois dos articulados (art. 435, do CPC) ou os que se tornaram conhecidos, acessíveis ou disponíveis após o ato (art. 435, parágrafo único, do CPC).
07. Antes de dar cumprimento ao teor da presente decisão, intimem-se as partes para, querendo, manifestarem-se no prazo de 05 (cinco) dias, solicitando esclarecimentos ou ajustes (art. 357, §1º, do CPC).
08. Após, intime-se e, uma vez decorrido o prazo para leitura, sem que haja requerimentos de produção de prova pelas partes, dada a inversão probatória aplicada ao caso, voltem conclusos anotados para sentença. Diligências necessárias. Cianorte, datado eletronicamente. Thiago Cavicchioli Dias Juiz de Direito
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatário
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO
Advogado
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP)
Intimação referente ao movimento (seq.
49) PROFERIDO
DESPACHO
DE MERO EXPEDIENTE (11/03/2025). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes. Início do prazo: 27/03/2025, salvo se for realizada a leitura antecipada no Projudi.
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO, BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
GIZA HELENA COELHO (OAB 166349/SP), FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
Intimação referente ao movimento (seq.
40) JUNTADA DE ATO ORDINATÓRIO (12/02/2025). Acesse o sistema Projudi do Tribunal de Justiça do Paraná para mais detalhes. Início do prazo: 24/02/2025, salvo se for realizada a leitura antecipada no Projudi.
VII - interpuser recurso com intuito manifestamente protelatório. Sabe-se que a indenização tem caráter reparatório (ou indenizatório), decorrendo de um ato ilícito processual. Ao conceituar litigante de má-fé, leciona Nelson Nery Jr[1]: “É a parte ou interveniente que, no processo, age de forma maldosa, com dolo ou culpa, causando dano processual à parte contrária. É o ‘improbus litigator’, que se utiliza de procedimentos escusos com o objetivo de vencer ou que, sabendo ser difícil ou impossível vencer, prolonga deliberadamente o andamento do processo procrastinando o feito”.
No caso, não verifico de forma cabal a prática de atos incompatíveis com a lealdade e boa-fé processuais. O requerimento de extinção do processo por abandono não configura propósito de opor resistência injustificada ou intuito protelatório, não havendo a configuração de litigância de má-fé. Como afirmado pelo
C. STJ, “a aplicação de penalidades por litigância de má-fé exige dolo específico, perfeitamente identificável a olhos desarmados, sem o qual se pune indevidamente a parte que se vale de direitos constitucionalmente protegidos” (REsp n° 906.269). Assim, não vislumbro nos autos qualquer das hipóteses do art. 80 do CPC apta a condenar o requerido ou mesmo seu patrono na penalidade do art. 81 do diploma processual civil.
Em casos semelhantes, decidiu este egrégio Tribunal de Justiça: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO C/C DANOS MORAIS.
SENTENÇA
DE IMPROCEDÊNCIA. EMPRÉSTIMO PESSOAL CONSIGNADO EM FOLHA DE PAGAMENTO. CONTRATAÇÃO DO CRÉDITO DEVIDAMENTE COMPROVADA. REGULARIDADE DOS DESCONTOS EM FOLHA DE PAGAMENTO. DANO MORAL. NÃO CONFIGURAÇÃO.
2. LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ. NÃO CONFIGURAÇÃO. EXERCÍCIO DO DIREITO DE AÇÃO. AFASTAMENTO DA MULTA. REFORMA DA
SENTENÇA
QUE NÃO IMPORTA EM ALTERAÇÃO SUCUMBENCIAL.1. Existente nos autos a prova da contratação do empréstimo e da disponibilização de valores deve ser julgado improcedente o pedido de declaração de inexistência de débito e de indenização por danos morais.2. Para a caracterização da litigância de má-fé, na esteira da jurisprudência já consolidada sobre o assunto, exigem-se no mínimo dois requisitos: a) a subsunção da conduta em uma das hipóteses taxativamente enumeradas no dispositivo legal (art. 80, CPC) e b) o dolo específico da parte, necessário para afastar a presunção de boa-fé que pauta, de regra, o comportamento das partes no decorrer do processo.
Elementos inexistentes no caso concreto.Apelação Cível parcialmente provida" (TJPR - 15ª C.Cível - 0001921-74.2020.8.16.0065 - Catanduvas - Rel.: DESEMBARGADOR JUCIMAR NOVOCHADLO - J. 27.04.2022) (Grifos meus). APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE DESCONTO EM FOLHA DE PAGAMENTO. sentença que condenou a parte autora em LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ. impossibilidade. mero EXERCÍCIO DO DIREITO DE AÇÃO.
AFASTAMENTO DA MULTA. sentença reformada neste ponto. Para a caracterização da litigância de má-fé, na esteira da jurisprudência já consolidada sobre o assunto, exigem-se no mínimo dois requisitos: (a) a subsunção da conduta em uma das hipóteses taxativamente enumeradas no dispositivo legal (art. 80, CPC) e (b) o dolo específico da parte, necessário para afastar a presunção de boa-fé que pauta, em regra, o comportamento das partes no decorrer do processo, elementos não existentes, no caso concreto.
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. VISTOS, relatados e discutidos estes autos de Apelação Cível nº 0000604-68.2021.8.16.0077--, em que é Apelante ZENILDA LOURENÇO PEDROSO MENDES e Apelado BANCO SAFRA S/A” (TJPR - 15ª C.Cível - 0000927-95.2020.8.16.0081 - Faxinal - Rel.: DESEMBARGADOR SHIROSHI YENDO - J. 10.04.2022). Nestes termos, ausente o elemento subjetivo (dolo ou culpa grave), conforme apontado pelo STJ no AgRg no Ag 1187473/DF, descabe aplicar a multa, pelas razões ora expostas.
03. Aguarde-se a realização da audiência de conciliação, nos termos da decisão retro.
04. Intimem-se.
05.
Cumpra-se. Diligências necessárias. Cianorte, datado eletronicamente. Thiago Cavicchioli Dias Juiz de Direito [1] Nelson Nery Junior, Código de Processo Civil Comentado, Editora Revista dos Tribunais.
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO, BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE CIANORTE 1ª VARA CÍVEL DE CIANORTE - PROJUDI A Travessa Itororó, 300 - Fórum TJPR - Zona
01 - Cianorte/PR - CEP: 87.200-153 - Fone: (44) 3631-2626 - Celular: (44) 3631-2626 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0011190-86.2024.8.16.0069 Processo: 0011190-86.2024.8.16.0069 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Práticas Abusivas Valor da Causa: R$20.639,76 Autor(s): BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO Réu(s): FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO
Vistos etc.
01. Cuida-se declaratória ajuizada por BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO, em face FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO.
02. Recebo a petição inicial, eis que cumpridos os requisitos legais, inexistindo matéria que autorize sua improcedência liminar.
03. Paute-se audiência de conciliação/mediação a ser realizada pelo CEJUSC-PRO, na forma de sua regulamentação, atentando-se para o prazo mínimo de 30 (trinta) dias.
04.
Intime-se a parte autora da data, na pessoa de seu advogado, citando-se o réu com antecedência mínima de 20 (vinte) dias. 4.1. Atente-se a Serventia que a citação do art. 246 será feita preferencialmente de forma eletrônica, aplicando, no que couber, a Resolução Nº 354 de 19/11/2020 do CNJ. 4.2. Não ocorrendo a confirmação de recebimento da intimação por meio eletrônico, ou não sendo esta possível, nos termos do caput do art. 246, à Serventia para que a realize através dos meios tradicionais (carta com AR/MP e/ou por meio de oficial de justiça), nos termos do art. 246, § 1°-A.
05. Cientifique-se os envolvidos de que a audiência somente não será realizada acaso todas as partes litigantes, de modo tempestivo (o autor em sua petição inicial e os réus em até 10 dias antes da sessão pautada) formulem pedido expresso informando o desinteresse no ato. 5.1. Ainda, informe-se de que a ausência injustificada no ato, configura ato atentatório à dignidade da justiça, com imposição de multa de até 2% (dois por cento) sobre o proveito econômico pretendido ou do valor da causa.
06. Realizada a sessão de conciliação, e frustrada a tentativa de composição amigável, a partir daquele momento iniciar-se-á o prazo para apresentação de contestação pelo réu, em até 15 (quinze) dias (art. 335, I, do CPC), manifestando-se especificamente sobre todos os fatos deduzidos, sob pena de presunção de veracidade dos fatos contra si deduzidos. 6.1. Todavia, acaso as partes tenham manifestado desinteresse na realização da audiência de conciliação e mediação na forma do item 3, a contagem do prazo para apresentação de contestação será do protocolo do pedido de cancelamento da audiência pelo réu, cuja contagem é individual (arts. 334, §4º, I e 335, II e §1º, do CPC) e correrá independentemente de qualquer intimação.
07. Apresentada contestação e acaso suscitada ilegitimidade passiva ou irresponsabilidade pelo réu, ou fatos extintivos, modificativos ou impeditivos do direito do autor ou de qualquer das hipóteses do art. 337 do CPC, intime-se o autor para eventual alteração do pedido inicial, acaso das duas primeiras hipóteses ou para que se manifeste, nos demais casos (art. 307, parágrafo único, 338 e 350, 351 todos do CPC). 7.1.
Promovida a alteração pelo autor, deverá este em até 30 dias, promover o reembolso das despesas e pagar os honorários do procurador do réu excluído, que desde já fixo em 3% sobre o valor da causa (art. 338, parágrafo único). 7.2. Com a alteração do polo passivo pelo autor, reitere-se o cumprimento deste despacho a partir do item.
3. 08. Oportunamente, voltem para fins de providências preliminares (art. 347, CPC), julgamento conforme o estado do processo (se presentes as causas dos artigos 485 e 487, II e III do CPC (art. 354 do CPC) ou saneamento e deliberação sobre a produção de provas. Diligências necessárias. Cianorte, datado eletronicamente. Thiago Cavicchioli Dias Juiz de Direito
Órgão
1ª Vara Cível de Cianorte
Classe
PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
Destinatários
FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA VI - NAO PADRONIZADO, BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO
Advogados
FELIPE PEREIRA ROSA (OAB 103407/PR), GABRIELA MANGINI STANG (OAB 26619/MS), GEOVANA LARISSA SANCHES GUILHERME (OAB 115962/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE CIANORTE 1ª VARA CÍVEL DE CIANORTE - PROJUDI 0 Travessa Itororó, 300 - Fórum TJPR - Zona
01 - Cianorte/PR - CEP: 87.200-153 - Fone: (44) 3631-2626 - Celular: (44) 3631-2626 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0011190-86.2024.8.16.0069 Processo: 0011190-86.2024.8.16.0069 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Práticas Abusivas Valor da Causa: R$20.639,76 Autor(s): BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO Réu(s): FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO
Vistos etc.
01. Trata-se de ação declaratória de inexistência de débito c/c indenização por danos morais ajuizada por BRUNO DE ALMEIDA PINHEIRO em que é requerido FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTSEGMENTOS NPL IPANEMA
VI - NAO PADRONIZADO.
02. Como sabido, a parte interessada pode, a qualquer tempo, formular pedido de concessão dos benefícios da gratuidade da justiça, mas deve carrear conjuntamente ao pedido, a documentação pertinente, demonstrando que possui o estado de hipossuficiência financeira exigido em lei. 2.1. Apesar dos documentos, cumpre destacar que o documento, per si, não faz presunção absoluta, até porque excepcionada pelo art. 99, §2º, do CPC.
De outra forma não poderia ser, já que a CF, em seu art. 5°, LXXIV, possibilita a prestação de assistência judiciária integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos (AgRg no AREsp 613.443/MS). Assim, diante do pedido de justiça gratuita, primeiramente, há a necessidade de que o requente comprove a pobreza alegada por meio de documentos idôneos, conforme entendimento supracitado. No mesmo sentido: “Quando da análise do pedido da justiça gratuita, o magistrado investigará sobre as reais condições econômico-financeiras do requerente, podendo solicitar que se comprove nos autos a não possibilidade do pagamento das despesas processuais e dos honorários de sucumbência” (STJ, AgRg nos EDcl no AREsp 334.267/AL). 2.2.
Para tanto, a parte requerente deverá, no prazo de 05 (cinco) dias, comprovar a hipossuficiência alegada, apresentando documentos idôneos, tais como cópias das declarações de bens e rendimentos apresentadas à RFB, referente ao exercício fiscal de 2023 e 2024, certidões negativas de propriedade imobiliária (1° e 2° CRI) e veicular (DETRAN-PR), extratos bancários (últimos três meses), CTPS, holerites ou outros documentos pertinentes. 2.2.1.
O descumprimento da presente decisão implicará no indeferimento do benefício da justiça gratuita.
03. Decorrido o prazo, conclusos para decisão. Diligências necessárias. Cianorte, datado eletronicamente. Thiago Cavicchioli Dias Juiz de Direito