Intimação
D- Órgão
- 2ª Vara Cível de Paranaguá
- Classe
- PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL
- Destinatários
- COLEGIO NOSSA SENHORA DO ROSARIO EDUCACAO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO, RUTH MOTA
- Advogados
- EDISON RENATO TEIXEIRA DE BRITTO FILHO (OAB 52319/PR), WALTER RODRIGUES BENIGNO DOS SANTOS (OAB 84796/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DE PARANAGUÁ 2ª VARA CÍVEL DE PARANAGUÁ - PROJUDI Rua Comendador Correa Júnior, 662 - João Gualberto - Paranaguá/PR - CEP: 83.203-560 - Fone: (41) 2152-4617 Autos nº. 0016463-51.2010.8.16.0129 Processo: 0016463-51.2010.8.16.0129 Classe Processual: Procedimento Comum Cível Assunto Principal: Prestação de Serviços Valor da Causa: R$3.396,73 Autor(s): COLEGIO NOSSA SENHORA DO ROSARIO EDUCACAO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO Réu(s): RUTH MOTA
SENTENÇA
I.
RELATÓRIO
COLÉGIO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº 77.***.***/0001-82, ajuizou ação de cobrança em face de RUTH MOTA, brasileira, auxiliar administrativo, portadora da cédula de identidade/RG nº 3.987.692-9 e inscrita no CPF sob o nº 590.***.***-04, visando a condenação desta ao pagamento da quantia de R$ 3.396,73 (três mil, trezentos e noventa e seis reais e setenta e três centavos), referente ao inadimplemento das mensalidades escolares dos meses de julho, agosto, setembro, outubro e novembro de 2006 da aluna Monalisa Mota.
Citada (seq. 62.1), a ré ofereceu contestação à sequência 93.1, oportunidade em que ventilou, preliminarmente, a prescrição da pretensão autoral, tendo, no mérito, sustentado que quando matriculou sua filha na instituição de ensino requerente, teve a promessa de que a partir do segundo semestre daquele ano teria bolsa integral, sendo que, em virtude da aluna ter reprovado, tal bolsa de estudos não foi concedida.
Réplica (seq. 97.1). Intimadas as partes para justificar a produção de provas (seq. 98.1), a ré pugnou pela produção de prova documental e testemunhal (seq. 104.1), ao passo que o autor nada requereu, renunciando o prazo consignado (seq. 103). Por ocasião da decisão de movimento 106.1, a dilação probatória foi indeferida, haja vista o fato de a questão de mérito ser exclusivamente de direito, quando então anunciou-se o julgamento antecipado do mérito e se determinou a intimação da ré para que comprovasse o alegado estado de miserabilidade.
