Intimação
D- Órgão
- 16ª Câmara Cível
- Classe
- AGRAVO DE INSTRUMENTO
- Destinatários
- BANCO ITAU CONSIGNADO S.A., JOÃO MARIA DA SILVA
- Advogados
- ALEX FERNANDES DA SILVA (OAB 17429/MS), OSVALDO GUERRA ZOLET (OAB 63520/PR)
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ 16ª CÂMARA CÍVEL Autos nº. 0047921-02.2021.8.16.0000 Recurso: 0047921-02.2021.8.16.0000 Classe Processual: Agravo de Instrumento Assunto Principal: Empréstimo consignado Agravante(s): JOÃO MARIA DA SILVA (CPF/CNPJ: 213.***.***-15) Avenida Cezar Stange, 195 - Boqueirão - GUARAPUAVA/PR - CEP: 85.020-530 Agravado(s): BANCO ITAU CONSIGNADO S.A. (CPF/CNPJ: 33.***.***/0001-19) Praça Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100 Torre Conceição - 9º andar - Parque Jabaquara - SÃO PAULO/SP - CEP: 04.344-902
DECISÃO
MONOCRÁTICA. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E DANOS MORAIS. PLEITO PELA DETERMINAÇÃO DE CANCELAMENTO DA CONEXÃO DOS AUTOS CONFORME ESTIPULADO PELO JUÍZO A QUO. RAZÕES DE RECURSO EXTEMPORANEAMENTE APRESENTADAS. INTEMPESTIVIDADE VERIFICADA. INSURGÊNCIA QUE NÃO SE AMOLDA NO ROL DE HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 1.015 DO CPC/15. MANIFESTA INADMISSIBILIDADE DA INSURGÊNCIA.
INTELIGÊNCIA DO ART. 932, INCISO III, DO CPC/15. PRECEDENTES. RECURSO NÃO CONHECIDO.
Vistos.
1.
RELATÓRIO. Trata-se de Agravo de Instrumento nº 0047921-02.2021.8.16.0000, interposto por JOÃO MARIA DA SILVA, em face de decisão proferida em seq. 36 nos autos de ação declaratória de nulidade de empréstimo consignado c/c repetição de indébito e danos morais nº 0001431-23.2021.8.16.0031, oriundos da 1ª Vara Cível da Comarca de Guarapuava, que declarou conexa a presente demanda com as ações de nº 0001420-91.2021.8.16.0031, nº 0001421-76.2021.8.16.0031, nº 0001423-46.2021.8.16.0031, nº 0001426-98.2021.8.16.0031, nº 0001427-83.2021.8.16.0031, nº 0001433-90.2021.8.16.0031, nº 0001461-58.2021.8.16.0031 e nº 0001462-43.2021.8.16.0031 nos seguintes termos: “(...) Destarte, havendo identidade entre as partes, e similaridade nos pedidos e causa de pedir (alegação de fraude), há risco de prolação de decisões conflitantes ou contraditórias se decididos separadamente, além de ser razoável a dilação probatória comum para instrução dos feitos que versam sobre as mesmas alegações.
