Intimação
D- Órgão
- 4ª Câmara Cível
- Classe
- AGRAVO DE INSTRUMENTO
- Destinatários
- MUNICÍPIO DE LONDRINA/PR, VIVIAN BIAZON EL REDA FEIJÓ, WAGNER COUTO ASSIS, JOSE TIAGO CAMARGO DO AMARAL
- Advogados
- RENATA KAWASSAKI SIQUEIRA (OAB 19364/PR), LUCAS MENDONÇA TREVISAN (OAB 90482/PR)
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ 4ª CÂMARA CÍVEL - PROJUDI RUA MAUÁ, 920 - ALTO DA GLORIA - Curitiba/PR - CEP: 80.030-901 - E-mail: [email protected] Autos nº. 0093972-95.2026.8.16.0000 Recurso: 0093972-95.2026.8.16.0000 AI Classe Processual: Agravo de Instrumento Assunto Principal: Posse e Exercício Agravante(s): WAGNER COUTO ASSIS Agravado(s): JOSE TIAGO CAMARGO DO AMARAL Município de Londrina/PR VIVIAN BIAZON EL REDA FEIJÓ
DECISÃO
MONOCRÁTICA. AGRAVO DE INSTRUMENTO. JUSTIÇA GRATUITA. PESSOA NATURAL. AFIRMAÇÃO DE INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS. PRESUNÇÃO RELATIVA DE VERACIDADE. ELEMENTOS DOS AUTOS QUE AFASTAM A ALEGADA HIPOSSUFICIÊNCIA. RECURSO NÃO PROVIDO.
Vistos e examinados estes autos de Agravo de Instrumento nº 0093972-95.2026.8.16.0000 AI, da Vara da Fazenda Pública de Londrina, em que é agravante Wagner Couto Assis e são agravados Município de Londrina e outros.
I –
RELATÓRIO
1. Cuida-se de agravo de instrumento interposto contra a decisão de mov. 31.1 que, em mandado de segurança impetrado pelo recorrente, indeferiu a concessão da justiça gratuita, conforme abaixo: “1. O juiz não está obrigado a conceder indiscriminadamente os benefícios da Assistência Judiciária Gratuita, especialmente nos casos em que há evidências suficientes para afastar a presunção de miserabilidade, que, aliás, não é absoluta.
2. Em análise ao comprovante de rendimentos (seq. 1.19), constata-se que o promovente exerce a profissão de odontólogo - servidor público, percebendo remuneração líquida de R$ 10.981,81, para abril de 2026. Esclareço que os empréstimos, porque voluntários, não são computados para fins de análise da gratuidade judicial.
3. Indefiro, em razão disso, a gratuidade judicial.”
2. Sustenta o agravante que seus rendimentos líquidos se encontram comprometidos com despesas básicas, de modo que não possui condições de arcar com as custas do processo. Pedem a antecipação da tutela recursal e, ao final, pelo provimento do recurso. É a exposição.
